Por que faz diferença ter uma professora na ALERJ?
Porque quem conhece o chão da escola sabe que educação pública de qualidade se faz com profissionais valorizados, salários dignos e escolas com boa infraestrutura.
Como professora e deputada estadual, levei essa realidade para a tribuna da ALERJ. Denunciei os problemas enfrentados diariamente por profissionais e estudantes, sempre defendendo uma escola pública, gratuita e socialmente referenciada.
Pela valorização do ensino público e de seus profissionais, vote na professora. Elika Takimoto 13021!
#elikatakimoto13021 #tocomelika #eleição2026 #lula2026
Para acalmar o seu coração antes do almoço.
De acordo com o DataFolha, Lula tem 35% no Sudeste x 37% de Flávio. O SE representa cerca de 42% do Brasil.
No Sul, a vantagem de Flávio é maior (47 x 31). O sul representa cerca de 15% do total. Vai anotando aí.
No Centro-oeste + Norte, Flávio tb aparece na frente (41 x 33). Isso dá uns 16%.
Mas aí meu amigo, existe uma região que vem com gosto de gás: no Nordeste, Lula tem mais do que o dobro (55 x 25). O peso do nordeste é cerca de 28% (segundo maior colégio eleitoral). E ai, papai, quando a gente pondera tudo, aí o caldo entorna. Uma conta rápida aqui dá uns 4 pp de vantagem para Lula.
E aí, gostou da conta? Não?
Anote esse número: 44%. Dia 4 de outubro eu vou estar aqui, em tempo real, e iremos comparar o resultado observado com essa estimativa.
ps. 121 pesquisas, 18 institutos.
Normalmente vemos lideranças do agronegócio criticarem o presidente Lula e elogiarem o bolsonarismo.
Especialmente os cantores desse sertanejo, que não é sertanejo, falam da defesa da família e elogiam o ex-presidente.
Pura hipocrisia e desconhecimento.
Há lideranças do Agro que defendem Lula e há, também, lideranças que o atacam.
O Agro deve tudo ao presidente Lula, e sua adesão ao bolsonarismo é por identidade cultural, não econômica.
A história do Agro é uma grande vitória para a esquerda.
Tudo começa ainda no governo FHC, quando o país criou o Plano Real e o Agro, sem a inflação, entrou em grave crise.
FHC promoveu muitas medidas pelo Agro, mas a situação só foi se agravando.
Foi no governo Lula 1 que começou a revolução no campo.
Era ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que foi ao presidente e disse que o Agro estava quebrado e que o Banco do Brasil se tornaria o maior proprietário de terras, já que os fazendeiros não tinham como pagar as dívidas bancárias.
Disse que o país precisava de um plano para salvar a agricultura, que caminhava para a falência.
E, para qualquer plano, o governo precisa colocar dinheiro.
O Ministério da Fazenda, dirigido por Palocci, era inteiramente contra a ajuda aos fazendeiros.
Roberto Rodrigues conseguiu convencer Lula, e assim nasceu o chamado Plano Safra.
O governo perdoava dívidas, parcelava outras, retirava juros etc. E salvava as fazendas de serem executadas pelo Banco do Brasil.
Lula concordou, mas havia mais. O presidente incluiu a agricultura familiar nos Planos.
Isso era uma parte que acertava o passado, mas, como dizia Roberto Rodrigues, tinha que preparar o futuro.
Aí apareceu subsídio para tudo: seguro rural, compra de máquinas, sementes, adubos etc.
E tudo com juros baixos, muito abaixo do mercado.
Nasceu aí, no Lula 1, o Plano Safra que resolveu o passado e "adubou" o futuro.
Com isso, e com a Embrapa apoiando tudo, nasceu a revolução no campo.
O Agro se modernizou, deu um salto na produção e ganhou mercado no mundo todo.
O único retrocesso no Agro foi no governo Bolsonaro, quando o país fechou fábricas de fertilizantes na péssima gestão da senadora Teresa Cristina.
Só agora, no Lula 3, o país volta a investir em fábricas de fertilizantes que foram fechadas no governo Bolsonaro.
Neste governo Lula, o Plano Safra cada vez tem mais dinheiro, subsídios para tudo, além de iniciar um programa de transformar pasto em áreas de plantio de grãos.
Então, por que há lideranças do Agro que apoiam Bolsonaro ?
Há uma parte do Agro — atrasada — que não gosta de Lula porque ele não apoia invasão de terras indígenas, grilagem ou mineração ilegal.
O grande Agro, moderno e produtivo, apoia Lula, mas a área do atraso tem vínculo cultural com o bolsonarismo. E são barulhentas.
Invasão de terras indígenas, grilagem e garimpo ilegal é o que divide.
Lula deveria receber todos os aplausos do Agro, porque foi ele que fez essa revolução no campo.
Mas o bolsonarismo explora a história de invasão de fazendas (que não existe) e elogia invasão de terras indígenas, grilagem e garimpos.
A identificação do Agro com uma parcela do bolsonarismo não é econômica.
É cultural, como comprovam esses cantores bregas que poluem estes campos.