E a internet virou o manicômio binário de sempre.
Metade gritando racismo e a outra metade gritando mimimi. kkkkkkkk
Ninguém pensa, só reagem.
Bom, na internet vc não vai encontrar profundidade cognitiva. Tudo precisa ser preto ou branco, culpado ou inocente, opressor ou vítima, é nossa infantilidade emocional coletiva.
O timing existe independente da intenção. E ela obviamente sabe o peso disso porque convivia com um cara que literalmente virou símbolo mundial de ataques racistas.
O ponto nem é esse, pois quero trazer uma "tonalidade" diferente do preto e branco.
O ponto é o quanto as pessoas transformam tudo em histeria moral inútil, como se comentário em rede social fosse alterar a estrutura psicológica da humanidade.
Você que é negro no Brasil e acha que conhece o racismo… talvez ainda não tenha visto o racismo real.
Eu sou negro. Já trombei gente da KKK nos EUA na rua. Já trabalhei na vila mais racista na França. E lá não era "preconceito estrutural acadêmico". Era desprezo real mesmo. Olhar de animalização, você sente que sua existência incomoda.
No Brasil eu sempre frequentei ambientes da elite, muitas vezes sendo o único negro do lugar. E mesmo assim nada se compara ao olhar de certos lugares da Europa.
E sabe o que eu aprendi?
Isso nunca vai acabar.
Porque racismo não é só política, classe, economia. É programação mental.
É subjetivo, é invisível assim como o post da Virgínia. É uma construção psicológica que passa de geração em geração igual religião, trauma e propaganda.
Você não controla a programação do outro. Mas controla a sua.
Como não sucumbir ?
Porque existe uma pressão invisível que faz o negro internalizar inferioridade antes mesmo de alguém falar qualquer coisa. Você entra numa sala já se diminuindo. Já esperando a rejeição. Já esperando o julgamento.
Eu fazia isso. Hoje não mais.
Hoje eu converso com qualquer pessoa de igual pra igual. Pode ser milionário, celebridade, político, Elon Musk, tanto faz. Eu não me inferiorizo porque minha autoestima não vem de aparência, dinheiro ou aprovação coletiva.
Ela vem da minha consciência.
Eu estudo mais do que quase todo mundo que conheço. E descobri uma coisa, inteligência genuína encanta mais do que beleza, dinheiro ou status.
Uma pessoa realmente inteligente impõe presença até em silêncio. Inteligência emocional principalmente, que basicamente é pensar antes de agir, poucos fazem.
Não é um discurso negando o racismo.
O racismo existe na mente de quem precisa dele.
Mas você não pode construir sua identidade em volta da ferida porque aí o racista vence duas vezes, primeiro tentando te diminuir, depois fazendo você acreditar que nasceu menor.
E literalmente não nasceu.
Entre eu e um racista, quem é o ignorante?
Quem está em guerra contra a própria consciência?
Quem será obliterado pela própria limitação mental?
Não se vingue, tenha compreensão.
Todo ser humano é espiritualmente pequeno. Pequeno no ego, pequeno na consciência, pequeno na capacidade de enxergar o outro.
E talvez a verdadeira liberdade comece quando você para de entregar sua identidade na mão da programação mental dos outros.
Porque no meu mundo, racismo não é uma verdade absoluta.
É uma prisão psicológica coletiva.
E eu me recuso a morar nela.
🚫🧠
Pois é, o bolsonarismo entregou em letra de forma o atestado de óbito do próprio projeto, e quem o assinou não foi adversário, foi o filho do mito. O anúncio é de que Bolsonaro vai apoiar Arthur Lira ao Senado de Alagoas, e o eleitor adulto precisa parar tudo o que está fazendo para registrar a magnitude do absurdo. Arthur Lira, o mesmo que presidiu a Câmara dos Deputados por quatro anos construindo o sistema do orçamento secreto, o mesmo que chantageou o Planalto Bolsonaro sistematicamente em troca de cargos e verba, o mesmo que em outubro de dois mil e vinte e quatro retirou o PL da Anistia do oito de janeiro da CCJ na véspera da votação e jogou o projeto em comissão especial para protelar a tramitação, esse Arthur Lira agora é "nome do Bolsonaro" para o Senado, e a justificativa apresentada é que isso "joga uma pá de cal em muitas interrogações". A frase é literalmente verdadeira, mas em sentido oposto ao pretendido. A pá de cal foi jogada no túmulo da coerência do projeto que se vendeu como antiestablishment. Se Lira é nome de Bolsonaro, então o bolsonarismo nunca foi antissistema, foi sempre estratégia de negociação com o mesmo Centrão que o eleitor jurou combater na urna de dois mil e dezoito. Toda a indignação contra o "toma lá dá cá", contra o "fisiologismo", contra o "Centrão corrupto" era encenação para sustentar negócio próprio, e a confissão vem agora em manchete urgente assinada pelo filho do mito. E aqui está o ponto que ninguém da matilha ousa pronunciar: Bolsonaro, com essa decisão, acaba de assinar a sentença da própria prisão perpétua, porque abraça publicamente justamente o homem que sabotou a anistia do oito de janeiro que poderia tê-lo libertado. Lira segurou o projeto que poderia devolver liberdade ao mito, e o mito agora promete cadeira no Senado a quem o trancafiou na inelegibilidade. É a inversão completa do mínimo instinto de sobrevivência política, é o réu que assina o próprio mandado de prisão em troca de palanque alagoano para o operador que o condenou. O bolsonarismo deixa de ser projeto e vira franquia do Centrão com selo familiar, e franquia do Centrão não vence eleição presidencial em país de duzentos milhões, vence apenas vaga no Senado de Alagoas. A corrupção definitiva de qualquer projeto político ocorre quando o critério de aliança deixa de ser doutrinário e passa a ser puramente conveniente, e o sintoma clínico do estágio terminal é precisamente este: o líder que pregou ruptura abraça publicamente o operador máximo do sistema que segurou a única pauta capaz de devolvê-lo à liberdade. A matilha finge não lembrar, finge não ouvir, finge que Lira virou conservador da noite para o dia, finge que quatro anos de orçamento secreto e a sabotagem documentada do PL da Anistia do oito de janeiro se apagam por decisão de gabinete em Brasília. Quem ainda acredita no projeto após este anúncio precisa rever o conceito de projeto, porque o que está sendo entregue é o oposto exato do que foi prometido, e quem cala diante da entrega é cúmplice ativo da decadência. O silêncio da matilha diante de Lira é o atestado final de que ela nunca foi conservadora, era apenas matilha afetiva à espera do próximo benfeitor, e o próximo benfeitor acaba de aparecer com nome, sobrenome e currículo de réu em processo da Lava-Jato Alagoas. A história do bolsonarismo terminou hoje, e o atestado de óbito foi cravado pela própria família, sem precisar de oposição.
Há momentos em que a farsa se denuncia sozinha, sem que o crítico precise mover um dedo, e este é um deles em estado quase laboratorial. Bananinha senta diante do Paulo Figueiredo, em cenário de revista de decoração, dois exilados na mesma poltrona de Orlando ensaiando coragem sob o ar-condicionado do exílio fiscal, e ali não há entrevista, há liturgia. Liturgia, como Olavo explicava em pelo menos cinco aulas sobre gnosticismo político, é o ritual encenado para fixar uma versão da realidade quando a realidade já não coopera, é o expediente da seita que repete o credo em voz alta porque deixou de acreditar nele em silêncio. O entrevistado escolhe o entrevistador, escolhe o cenário, escolhe as perguntas, escolhe quando parar, escolhe a legenda amarela, e ainda escolhe a indignação retroativa para postar no X. É a inversão completa do ofício jornalístico, e a inversão é o método da matilha, porque tudo o que ela toca vira o oposto do nome que carrega, o jornalista vira garoto-propaganda, o conservador vira radical de afeto, o cristão vira mercador no átrio do templo, o patriota vira inquilino de Orlando com bandeira pendurada na parede. Quem precisa montar todo esse aparato para dizer que não tem nada a esconder está dizendo exatamente o contrário, em letra de tabuada: a intensidade da defesa é diretamente proporcional ao tamanho do que se esconde, princípio que qualquer pedreiro reconhece no churrasco de domingo sem precisar de bibliografia. Aristóteles, no Livro Segundo da Retórica, advertia que o orador desonesto se reconhece pela ostentação dos sinais de honestidade, é o homem que precisa repetir que é honesto justamente porque o ato em si já o desmente, e o estagirita escreveu isso vinte e três séculos antes do YouTube porque o vício é antropológico, não tecnológico. O problema não é a Mercury Trust em si, esses são fatos materiais sujeitos à investigação documental, e o registro público americano não respeita versão de poltrona, cedo ou tarde aparecerá por inteiro porque lá existe o que aqui nunca existiu, banco de dados confiável e juiz que não negocia com herdeiro de pai derrotado. O problema é a técnica, o hábito incorporado de tratar o eleitor como criança de cinco anos a quem se mostra uma figurinha colorida para esquecer a pergunta. A falsa dicotomia lançada no tweet esconde a terceira hipótese, justamente a que interessa, se os jornalistas tiverem acertado e o deputado é que estiver mentindo, hipótese que ele não admite porque admiti-la seria abrir uma janela por onde entraria o ar fresco da realidade. Aristóteles batizou o truque há vinte e quatro séculos nas Refutações Sofísticas, chamou de falsa disjunção, e o Bananinha não estuda filosofia, vende filosofia, a diferença é a mesma que separa o médico do charlatão. Não há patriotismo em mentir para o povo, não há conservadorismo em improvisar versões em entrevistas combinadas, não há cristianismo em chamar o jornalista que aponta o erro de incompetente sem oferecer um único documento em contrário, há a velha politicagem fluminense em versão exportação, vendida como cruzada moral para um público que paga cinco dólares por mês para ser enganado em alta resolução. Olavo dizia que o povo brasileiro tem a elite que merece, e o conservador que ainda financia esse circo está provando o filósofo certo em letra de fogo, num ciclo de autoengano que só termina quando a urna fechar em outubro e a derrota fizer o trabalho que a vergonha já devia ter feito.
Claudio, a tese olaviana da régua única responde sozinha: se o Vorcaro colocou milhões na Globo, que se investigue a Globo com o mesmo rigor, abram o contrato, publiquem a contrapartida, processem quem tiver de processar, e ninguém aqui vai sair em defesa de emissora alguma. O problema do Flávio não é ter apontado a Globo, é supor que apontar o vizinho serve de álibi para os milhões que saíram do Master rumo ao Havengate no Texas com áudio dele cobrando parcela atrasada, manobra que Aristóteles classificava como ignoratio elenchi e o eleitor adulto chama de mudar de assunto.
These cretins will look at a vast selection of waters, collected from bespoke, untouched, untainted wellsprings that dot across the entire planet, watersheds jealously and zealously guarded by men whose lives rely upon their continued function, and declare "ah yes! I deserve the bounty of nature! I deserve the products of their labour!"
You deserve nothing. You are a slave, a wretch, the creeping, crawling dregs of society that sticks to my boot. Below even the peasant, as at least they know their damn place. You are the wastrel, the vagrant, ever demanding of everyone else and never giving back. Hungering, bleating, baying at the walls, nibbling on scraps while demanding jewels and finery and burning our fine oak doors for heat. Mewling in fury that you deserve all the posterity left for us as your own blood squanders every last drop.
Possessed of free will, supposedly, yet you spend it in supplication to your betters, begging, pleading to be given what they work for without having to expend any effort. A proper society would see you castrated and tossed aside like the animal you are. If I could, I would tax you for every breath you took, slave. Freedom, liberty, equality, these are the rights of men and you are just a beast.
O Flávio entrou na onda da redução da maioridade penal pra catorze anos. Essa proposta está dada há trinta anos, é bandeira que enche comício de palmas e nunca se aprova porque exige PEC, três quintos, dois turnos nas duas casas, e o Congresso não tem nem o estômago nem a aritmética pra isso. E pior, ataca o problema pelo lado errado. A questão central, que a direita brasileira tem medo de enunciar com clareza, é que idade não devia existir como categoria jurídica para crime. Crime é crime. Quem mata, matou. Quem estupra, estuprou. Não interessa se o agente tem doze, catorze, dezessete ou cinquenta anos, o ato é o mesmo, a vítima é a mesma, o luto da família é o mesmo. A ficção jurídica do artigo 228 da Constituição de oitenta e oito, regulamentada pelo ECA de noventa, é uma das maiores fraudes morais do direito brasileiro. O ECA fixa em três anos o prazo máximo de internação para qualquer ato infracional, mesmo latrocínio, mesmo estupro, mesmo chacina, e libera obrigatoriamente o interno aos vinte e um. O moleque que mata família inteira aos quinze sai aos dezoito com a vida pela frente, e a família da vítima fica com o luto pra sempre. Isso está em lei, em vigor, hoje. O molequinho de catorze anos que planeja um latrocínio, escolhe a arma, escolhe a vítima, executa, e foge sabendo que a Fundação CASA, eufemismo paulista pro velho Febem com nome trocado pra inglês ver, vai soltá-lo em três anos pelo limite do ECA, esse molequinho discerniu perfeitamente o ato, e tratá-lo como criança é insultar a vítima que ele matou. Reduzir a maioridade pra catorze não resolve isso, só desloca a janela. O que resolve é abolir a janela. Crime é crime, quem comete responde, com idade discutida individualmente pelo juiz no caso concreto, com base em laudo de discernimento, e não por presunção legal automática que dá imunidade coletiva à categoria etária inteira. E mesmo isso é só metade do problema. A outra metade é a arquitetura que produz o criminoso. Crime se combate com restituição obrigatória da vítima pelo agressor, com livre porte de arma para o cidadão honesto, com privatização da gestão prisional sob contrato de resultado mensurável em reincidência, e com devolução do controle territorial ao proprietário, porque enquanto morador de bairro pobre não puder cercar a própria rua, contratar a própria segurança e expulsar o invasor, o Estado vai continuar entregando esses bairros pra facção. Reduzir a maioridade pra catorze é gesto cosmético, é o que o político faz quando quer parecer duro sem coragem de mexer na causa real. A causa real é o tamanho do Estado, a categoria etária na lei penal, e o ECA inteiro como peça obsoleta que precisa ser revogada. Os três precisam cair. Catorze anos não é solução, é manchete.
Estou com dificuldade de interpretar esse gráfico do UOL, com supostos dados da Paraná Pesquisas sobre a eleição aqui em São Paulo. Quem está liderando é Tarcísio ou Haddad?
@fachopxt O que eu acho mais maravilhoso nesse bait é que mesmo achando a pessoa feia, ele ainda puxou para direita e deu match “sem querer”.
O cara acha que é um animal mas ainda assim colocaria o pau ali. É um zoófilo essa porra ?
Absolutamente nenhum artista defendeu os velhos aposentado ROUBADOS por uma quadrilha , nenhum video, nenhum show, nenhuma campanha, nenhum discurso em premiações ….. na verdade no fundo devem estar em rodinhas internas comemorando o fim da CPI
Renan Santos é o Milei brasileiro da mesma forma que uma fantasia de carnaval é uma farda de general: veste por fora mas por dentro não tem nada. Milei estudou escola austríaca durante décadas, escreveu livros, enfrentou a casta argentina sozinho sem partido sem máquina sem padrinho e ganhou uma eleição presidencial contra o sistema inteiro. Renan Santos fundou o MBL, sentou com a esquerda pra pedir impeachment de Bolsonaro, caminhou lado a lado com quem queria destruir a direita, e agora aparece vestido de antissistema como se ninguém tivesse memória. Chamar isso de Milei é como chamar o zelador do prédio de arquiteto porque ele tem a chave de todas as portas. E o mais revelador não é a farsa em si, é quem está fabricando a farsa: o Estadão, jornal do mesmo establishment que Renan finge combater, empacotando produto velho com rótulo novo pra capturar voto jovem e devolver pro mesmo balcão de sempre. Quando o sistema fabrica o próprio antissistema pra controlar a revolta contra o sistema, isso não é política, é pecuária de curral com porteira pintada de liberdade.
> estar pelo menos no 17% mais rico do país
> parcial/completa proteção contra o brl
> capacidade de morar em quase qualquer país
> não lida com transporte coletivo
> tempo livre absurdo
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> não tem carreira
Sim, eu faço essa troca
>seja brasil
>paraíso tropical
>maior área agricultável do mundo
>maior reserva de água doce do planeta
>92% de energia limpa
>longe de zona de guerra
>pronto pra ser uma potencia
>36 dos últimos 40 anos de esquerda no poder
>2 de pandemia
>resultado excelente
>controle social da china
>idh da somália
>carga tributária da noruega
>educação de brukina faso
>segurança do haiti
>vigiliancia do reino unido
>bem estar social do sudão do sul
>inflação do zimbabue
>cachorro caramelo símbolo nacional
>com 14 anos pode fazer sexo com idoso
>com 16 pode votar
>com 17 não pode jogar fifa
>sus bancando silicone pra travesti
>juiz ganhando 1M por mês
>sabor chocolate
>linguiça tipo calabresa
>mistura láctea
>40k assassinados por ano
>top10 mundial em desigualdade
>29% de analfabetismo funcional
>18% de estradas pavimentadas
>metade da média global
>ultrapassado pela india em saneamento básico
>hihi levei vantage
>bolsa familia
>bolsa gas
>luz pra todos
>pé de meia
>classe media paga isso
>e muito mais
>é chamada de playboy pelo governo
>mensalão
>zelotes
>lava jato
>fraude do inss
>banco master
>janja
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>bora bill
>tio do biscoito
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>tia milena
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>pedro certezas
>movimento verde e amarelo
>perguntar se mulher ta de tpm: 5 anos de prisão
>brasa
>vai brasa!
>VAAAAAI BRASA!!!
>VAAAAAAAAAAAIIIII MEU BRASA