@ITalkOfChrist Como seres dotados de inteligência e o Santo Espírito como guia, não é difícil perceber o que é desejo do Senhor e o que é vontade própria.
@ITalkOfChrist Interessante...
Tem muita informação que não está ao nosso alcance porque não foi escrita no tempo que aconteceu, mas o Espírito Santo sabe todas as coisas e o Senhor promete, que um dia saberemos de todas elas. Paciência, irmãos!
@ITalkOfChrist A Igreja continua tão verdadeira quanto quando Cristo a restaurou na terra. Também tenho percebido que estamos entrando em um momento bem difícil e até confuso, mas acredito que nosso Pai Celestial está no controle de tudo e nosso profeta atual é seu porta-voz. Só confiemos.
@ITalkOfChrist Interessante...
Nunca havia pensado sobre esse assunto, dessa forma, no que se refere a passagem da pré existência para mortalidade.
Uma festa de despedida é algo para se pensar.
Parece bem coerente que aconteça isso.
@IronRodWarrior Que belas histórias reais, de homens reais que sobrepujaram tentações e desafios mentais por meio de sua humildade e desejo de servir o Senhor e que mais tarde se verificou terem sido necessárias ao crescimento e desenvolvimento em seus chamados!
O Pai Celestial é perfeito!!!
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Ser�� protegida destruindo o poder delas.
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@MichaelStanger1 Às vezes, nos perdemos em nossas dores e amarguras e pensamos que nosso caminho é difícil de seguir e persistir, mas slquando lembrados de que ELE, o Salvador do mundo, passou TODAS as dificuldades e por TODOS, nossa reação muda e a gratidão toma espaço no nosso coração.
Moses reaches a breaking point in Numbers 11. The people murmur constantly. They complain about the manna. They romanticize Egypt, forgetting the chains but remembering the food. The weight of leading them becomes so crushing that Moses finally cries out to God: “I am not able to bear all this people alone, because it is too heavy for me” (Numbers 11:14).
It is one of the most human moments in Moses’s life. For a brief moment, he feels the unbearable burden of carrying a rebellious people whose griefs, sins, frustrations, and demands never seem to end. He is exhausted by their weakness. Wounded by their ingratitude. Crushed under a weight he cannot sustain.
And that is precisely where the story begins to point beyond Moses to Jesus Christ. Because what Moses experienced momentarily, Christ bears infinitely. Moses helps carry Israel’s burdens for a season; Christ carries the sins and sorrows of the entire human family. Moses reaches the edge of his strength and cries, “I am not able.” Christ enters Gethsemane and Calvary knowing exactly what the burden will cost Him, and He does not turn away.
Sometimes we imagine Christ bearing our burdens in an abstract or symbolic sense. But Numbers 11 reminds us that burdens are exhausting even on a human level. Just dealing with the fears, complaints, griefs, and failures of other people can leave us emotionally drained. Moses feels crushed by merely standing near the weight of Israel’s condition.
Christ does more than stand near ours. He takes it upon Himself, not just the collective weight of humanity in theory, but the actual pains, sins, wounds, regrets, injustices, and griefs of real people. One by one. Fully. Willingly. Completely. Unlike Moses, He does not collapse beneath it.
That does not mean the burden was light. Scripture instead emphasizes the opposite, that the suffering caused Him to “tremble because of pain,” to bleed from every pore, and to cry out in anguish (Doctrine and Covenants 19:18). The miracle is not that the burden was easy. The miracle is that He endured it at all.
Numbers 11 profoundly teaches that even the greatest prophet of the Old Testament could not carry humanity’s burdens for long. Only Christ could. And because He did, we do not carry ours alone.
#ComeFollowMe
#SundaySchool
#SaintsOnX
@GiaMMacool Parabéns!
Você sabe muito bem o que está falando!!
As mulheres que não entendem, ou não querem entender, estão arriscando o pr��prio casamento, pois se homem parar de procurar a esposa, ou ele não gosta mais ou já está com outra. Básico.
@KnowingJoseph No meu entendimento, a liberdade é fundamental para a nossa existência nesta terra, afinal , não foi por ela que lutamos no céu? Agora mais uma vez estamos vendo pouco a pouco um sistema, que sabemos de quem procede, querer novamente nos privar desse bem tão precioso.
@MattTestifies@KnowingJoseph Penso que um dos maiores desafios que temos em nossos dias é a distração. Tantas coisas nesse mundo nos preocupam e dessa forma o precioso tempo da preparação para voltar ao Pai, se esvai quase que silenciosamente. Revelação, precisa de ponderação.
@TruthHolder2023 Verdade.
Precisamos dos dois caminhando juntos e você explicou bem.
Eu deixei de comentar sobre isso na postagem para que houvesse uma ponderação por parte de outros irmãos e mais comentários sobre esse assunto.