Eleitores, brasileiros, vocês acham que os ausentes hoje em Brasília devem receber seu apoio e votos? Devem receber a confiança quem, vivo estando, se nega a comemorar a democracia que ainda está em risco no país? Abram os olhos e a mente.
O deputado Sóstenes alegou que não depositou os R$ 400 mil em dinheiro, achados na sua casa pela PF, por um "lapso".
Fiquei curioso e entrei no site do TSE para ver o patrimônio que ele declarou em 2022: menos de R$ 5 mil.
Parece que foi outro “lapso”.
Deputado: José Rocha
Partido: União Brasil
Procedimentos estéticos: harmonização dentária, rinoplastia e lifiting facial
Valor: R$123.000,00
Quem vai pagar o reembolso: O POVO BRASILEIRO
Sóstenes pode contar a colorida que for na TV. A PF, por certo, vai querer saber isso aqui:
1. Qual é a origem exata dos R$ 430 mil em espécie apreendidos em seu flat em Brasília? Informe a data exata da venda do imóvel em Minas Gerais, o valor total da transação e por que o pagamento foi feito em dinheiro vivo, sem depósito imediato.
2. Quem foi o comprador do imóvel em Minas Gerais? Forneça nome completo, CPF, endereço, profissão e qualquer relação familiar, profissional ou política com você ou seus assessores.
3. Quando e como você adquiriu esse imóvel? Apresente a escritura de compra, data exata (após 2022, conforme mencionado), origem dos recursos usados na aquisição e por que ele não constava em declarações eleitorais anteriores (como a de 2022, com patrimônio inferior a R$ 5 mil).
4. Apresente a escritura completa da venda do imóvel, com valores registrados em cartório, datas, testemunhas e comprovantes de declaração no Imposto de Renda (cópias das declarações dos últimos 5 anos, destacando o bem e ganhos de capital).
5. Explique os contratos de locação de veículos com a Harue Locação de Veículos e a Amazon Serviços e Construções, incluindo valores pagos pela cota parlamentar, serviços efetivamente prestados, frota real das empresas e comprovantes de uso dos veículos (quilometragem, fotos, registros).
6. Houve pagamentos "por fora" ou informais relacionados a essas locadoras ou assessores? Detalhe datas, valores e envolvidos, especialmente em mensagens ou conversas.
7. Por que seu gabinete continuou pagando a Harue Locação mesmo após indícios de que ela tinha frota reduzida (apenas 5 veículos) e possível dissolução irregular? Explique a escolha dessas empresas
8. Apresente extratos bancários seus e de assessores (como Adailton Oliveira dos Santos e Itamar de Souza Santana) dos últimos 7 anos, destacando saques ou depósitos fracionados abaixo de R$ 9.999 e movimentações incompatíveis com a renda declarada.
9. Explique o conteúdo de mensagens (WhatsApp, e-mails ou outros) trocadas com assessores, locadoras ou envolvidos, especialmente aquelas que mencionam transações financeiras, pagamentos ou contratos parlamentares.
10. Demonstre, com notas fiscais, relatórios e comprovantes, que todas as despesas com cota parlamentar (especialmente locação de veículos) foram reais, necessárias e não infladas ou simuladas.
11. Qual é sua relação com o deputado Carlos Jordy nessa investigação? Detalhe comunicações, transações financeiras ou coordenações envolvendo assessores comuns, locadoras ou uso de cotas parlamentares.
12. Você autoriza ou tem objeções à quebra já determinada de seus sigilos bancário, fiscal e telemático? Explique eventuais contas offshores, de terceiros ou familiares ligadas a você.
13. Teve alguma conduta para dificultar investigações anteriores (como a Operação Rent a Car, de 2024), como exclusão de mensagens, destruição de documentos ou orientações a assessores?
14. Considerando as movimentações suspeitas identificadas pelo Coaf (milhões em contas de assessores), explique a origem desses recursos e por que eles circulavam entre pessoas ligadas ao seu gabinete.
- Perícia em celulares e computadores apreendidos para recuperar mensagens e extratos digitais.
- Cruzamento de dados com cartórios de Minas Gerais para localizar o imóvel vendido e verificar cadeia de proprietários.
- Oitiva do comprador e vendedor do imóvel, com análise de renda e extratos bancários dele.
- Inspeção in loco nas locadoras (Harue e Amazon) para verificar frota e funcionamento real.
- Análise de relatórios do Coaf sobre smurfing e incompatibilidades financeiras de assessores.
- Confrontação com declarações de IR e eleitorais do TSE para identificar omissões ou evoluções patrimoniais injustificadas.
A decisão do ministro Luiz Fux, ao suspender o bloqueio de contas de beneficiários do Bolsa Família e do BPC em plataformas de apostas, revela mais uma vez como parte do judiciário hesita quando o enfrentamento toca interesses econômicos poderosos.
A medida do Ministério da Fazenda buscava algo básico, impedir que recursos públicos destinados à sobrevivência de famílias vulneráveis fossem drenados pela indústria das bets.
Embora Fux tenha mantido a proibição de novos cadastros, liberar contas já existentes na prática favorece o mercado de apostas, que lucra justamente com a fragilidade social e o desespero econômico.
Não se trata de criminalizar os pobres, mas de responsabilizar empresas bilionárias que transformam miséria em modelo de negócio.
A audiência marcada para fevereiro de 2026 não pode servir como empurrar o problema com a barriga.
Política social não é entretenimento, nem capital de risco.
Dinheiro público deve proteger direitos, não alimentar vícios nem engordar lucros privados.
O Estado precisa escolher de que lado está.
O Frei Gilson está tentando censurar páginas de esquerda do Instagram. Após vários perfis publicarem esta "live patriota" contra o comunismo, ele pediu à plataforma a derrubada das publicações. Ele não quer que os católicos saibam do seu objetivo político.
Analfabetos Políticos usam os jargões midiáticos “petrolão” e “mensalão” para acusar LULA, mas ignoram o maior esquema de corrupção do Planeta, o orçamento secreto, criado por Bolsonaro.