A higienização petista
É possível arruinar a democracia por meio de sua desmoralização paulatina e constante, como fez o PT sistematicamente há mais de três décadas
O PT nunca admitiu contestação à sua ideologia. Impôs-se pela arrogância, patrulhando o pensamento e instaurando aquilo que John Stuart Mill, em seu clássico Sobre a Liberdade, chamou de “tirania da opinião e dos sentimentos dominantes”.
Para isso, estendeu seus tentáculos sindicais e militantes às universidades e ao mundo artístico, atrelando o debate acadêmico e cultural à doutrina lulopetista.
Quando esteve a ponto de ser destruído em razão dos muitos esquemas de corrupção que capitaneou - esquemas que, aliás, são também uma forma de minar a democracia -, o PT renasceu capturando a causa dos chamados movimentos identitários - de luta por reconhecimento de diversas minorias - e a transformou em arma partidária para dividir ainda mais o País.
O PT viceja na discórdia radical e insuperável, inviabilizando o debate democrático.
Do Editorial de O Estado de São Paulo - 28/9/18
Não vou tratar um covarde como herói! Não vou tratar um mercenário como o suprassumo da moralidade.
Por experiência, os aliados de primeira hora serão tratado como se não existissem e tipos como o Sales serão tratados como os maiores Bolsonaristas de São Paulo, assim como o Pavanato está sendo tratado pelo partido aqui.
Eduardo Bolsonaro faz um alerta: estaria em curso no Brasil uma construção de narrativa que poderia preparar o terreno para medidas ainda mais graves.
Segundo ele, primeiro vem o soft power: imprensa, políticos, autoridades e lideranças internacionais repetindo determinadas versões até que elas sejam incorporadas como verdade pela opinião pública. Depois, viria o hard power: decisões concretas, investigações, prisões, censuras ou até mesmo medidas capazes de interferir no processo eleitoral.
Eduardo relaciona essa estratégia às recentes manifestações de ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes, à acusação de que haveria uma “interferência estrangeira” nas eleições brasileiras e a manifestações de autoridades americanas e da imprensa internacional.
O ponto central de sua argumentação é o precedente da Romênia, onde o primeiro turno da eleição presidencial de 2024 foi anulado pela Corte Constitucional após alegações de interferência estrangeira. Eduardo questiona se algo semelhante poderia ser utilizado no Brasil para criar as condições políticas e jurídicas para contestar ou anular uma eleição.
Ao final, ele coloca uma questão que considera fundamental: diante de um cenário em que Flávio Bolsonaro poderia chegar ao poder e promover mudanças no STF e em outras instituições, até onde estariam dispostos a ir aqueles que hoje detêm o poder para impedir esse desfecho?
Um vídeo longo, com uma série de argumentos e conexões que Eduardo apresenta para sustentar sua preocupação. Vale assistir até o fim e tirar suas próprias conclusões.
https://t.co/1BzvGxOWPp
Esta é a verdadeira interferência nas eleições, AO VIVO.
A liberação de uma FAKE NEWS atropelando decisão de um órgão que SÓ EXISTE PARA CUIDAR DAS ELEIÇÕES.
Rezem para Flávio conseguir vencer - e Governar.
Caso contrário, tenham um bom plano de fuga dessa várzea.
Dino não apenas anulou uma decisão do Mendonça, como rasgou NO MEIO o TSE.
André pode revidar a canetada? Sim.
Mas pensem comigo: isto só acelera o esfacelamento do país, vira barbárie.
Hoje tive um problema elétrico em casa e chamei o eletricista. Enquanto ele trabalhava, conversamos sobre política; é uma pessoa bem humilde.
Contou que foi trabalhar em SP por um período para aprender a profissão. Trabalhou no ABC, Osasco, Guarulhos e no Alto da Lapa. Percebi que ele realmente aproveitou o desenvolvimento de SP e transformou a vida.
Disse que as eleições são domingo que vem. Perguntei em quem votaria e, adivinha: Flávio Bolsonaro‼️😁
Não se conforma com as pessoas iludidas com uma mixaria de 600 reais do Bolsa Família, que poderiam ter uma vida bem melhor trabalhando. Ele não entende, e eu também não. Só sei que dessa vez o Lalau não vai levar‼️