Passou por mim um vídeo sobre NÃO NEGAR SEXO PARA O MARIDO e lembrei da Simone De Beauvoir em O Segundo Sexo:
“Entre as que se vendem pela prostituição e as que se vendem pelo casamento a única diferença consiste no preço e na duração do contrato.”
🚨 INIMIGOS DO POVO!
Davi Alcolumbre, o presidente do Senado que está travando o avanço da nossa PEC pelo FIM da escala 6x1 simplesmente liberou os senadores para um "recesso informal".
O objetivo é que os senadores possam ir curtir as festas juninas de seus estados. É sério.
Enquanto o povo brasileiro segue sendo explorado nessa escala desumana, os senadores, com salários de 46 mil reais por mês e todos os auxílios imagináveis, vão tirar mais uma semana de folga.
E, daqui três semanas, eles terão o recesso de meio de ano e vão entrar de folga de novo. Tudo isso, pago com o dinheiro do povo. Tudo isso pago com os SEUS impostos.
Que fique muito claro: o fim da escala 6x1 não avançou porque Davi Alcolumbre sentou em cima da pauta e impediu que ela seguisse no Senado.
Não foi uma questão técnica. Foi uma decisão política, atravessada pela sua briga com o presidente Lula e pelo atendimento aos pedidos dos grandes empresários, que não querem abrir mão de um modelo que explora até o limite a classe trabalhadora.
E nós também nos dispersamos. Ficamos perdidos entre mil assuntos enquanto uma das pautas mais importantes para quem trabalha era enterrada diante dos nossos olhos. Uma pauta que significa mais tempo com os filhos, mais descanso, mais saúde e mais dignidade não pode ser tratada assim.
Agora o Congresso entra em um “recesso informal” por causa das festas de São João. Depois vem o recesso parlamentar e, na sequência, o período eleitoral. Enquanto Alcolumbre e boa parte do Centrão passam dias longe das votações, o trabalhador continua preso a uma escala que lhe rouba a vida.
Alcolumbre impediu milhões de brasileiros de terem a possibilidade de conquistar um dia a mais de descanso. Fez isso em pleno ano eleitoral, para atender quem tem dinheiro e poder.
Falta indignação. Essa gente se comporta como uma casta, cercada de privilégios, viagens e conforto, enquanto trata o povo como se não tivesse direito nem ao próprio tempo.
O trabalhador brasileiro não merece uma escala tão desumana. E também não merece um Congresso tão distante, tão insensível e tão comprometido com os interesses dos grandes empresários.