Durante anos a PM/RJ subia no morro e nada mudava no Rio de Janeiro. Entenda a nova estratégia da PF, que mudou a forma de combater o crime organizado no estado, com investigação e inteligência.
🚨 Carlo Ancelotti on why he did not celebrate wildly after Gabriel Martinelli’s late winner for Brazil against Japan:
🗣️ “People asked me why I didn’t celebrate, but football is also about respect. Yes, we were happy to win, but I looked across and saw a Japanese team that had given absolutely everything. They fought with incredible courage, and I know exactly how painful a defeat like that can be.”
“Of course I celebrated inside because my responsibility is to Brazil and qualifying was our objective. But I’ve been in football for many years, and I’ve experienced both victory and heartbreak. Sometimes the best way to respect your opponent is to remain humble in your biggest moments.”
“Japan made us suffer for ninety-five minutes. They deserved our respect, not exaggerated celebrations. Brazil are through, but we know we must improve. Tonight we celebrate the qualification, but tomorrow we go back to work because the World Cup only gets more difficult from here.”
Carlo Ancelotti is a legend
{@FoxNews }
Emicida é um jovem mestre das palavras, e nos brinda neste domingo com um discurso emocionante em celebração à criatividade humana e nossa infinita vontade de sonhar com uma vida melhor.
“Ocupe a sua própria humanidade”
*Mais de 25 mil famílias de Gravataí terão desconto de 50% na conta de água e esgoto; entenda - Seguinte*
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O Estadão conseguiu a proeza de, NO MESMO DIA, soltar um editorial criticando o Lula por investir demais em educação, e outro dizendo que o Brasil precisa de um presidente que seja obcecado pela educação.
A mensagem que fica é que Lula está, ao mesmo tempo, errado por "investir demais", e por investir "de menos" em educação. A que colar colou 👇
Na sessão de ontem, Dino perdeu a paciência com André Mendonça após o ministro defender que as Big Techs não tenham qualquer responsabilidade sobre crimes cometidos dentro delas e que regulamentar fere a "liberdade"!
Dino destacou que o interesse coletivo deve prevalecer!
The Guardian se pregunta cómo México llegó a tener a una de las líderes de izquierda más populares del mundo. La respuesta quizá no está únicamente en una persona, sino en la capacidad de un proyecto político para conectar con las mayorías.
Según el propio medio británico, Claudia Sheinbaum mantiene niveles de aprobación cercanos o superiores al 70%, ha sido reconocida por su manejo de la compleja relación con Estados Unidos y por una forma de gobernar basada en datos, preparación técnica y una notable atención al detalle. Su formación científica y su estilo de “cabeza fría” han llamado la atención incluso fuera de México.
Pero más allá de la figura presidencial, el fenómeno invita a una reflexión más profunda. Mientras gran parte de la política tradicional perdió credibilidad, millones de ciudadanos encontraron respuesta en un proyecto que puso sobre la mesa temas como el aumento de salarios, los programas sociales, la soberanía nacional y la atención a sectores históricamente olvidados.
Por supuesto, México sigue enfrentando enormes desafíos en seguridad, justicia y desarrollo económico. Reconocer la popularidad de un liderazgo no significa ignorar los problemas pendientes. Sin embargo, tampoco puede entenderse la realidad mexicana desde caricaturas ideológicas o prejuicios simplistas.
Tal vez la pregunta correcta no es por qué Claudia Sheinbaum se ha convertido en una referencia para sectores progresistas de todo el mundo, sino qué dejaron de ofrecer las élites políticas tradicionales para que millones de mexicanos decidieran respaldar una alternativa distinta. Ahí podría estar una de las claves para entender el México de hoy.
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Esto si es cambiar la política para siempre! Jóvenes ustedes son los protagonistas! No es ek centro! @IvanCepedaCast no es @ClaudiaLopez y al final tampoco Fajardo son más de 10 millones de jóvenes colombianos.
A franquia Bolsonaro inicialmente especializada em peculato, “sofisticou” suas operações… Agora, são vendilhões da pátria, serviçais de Trump. As provas são abundantes. Duvida? Assista ao vídeo. Vamos conversar?
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".