Nossa primeira parada na Nova Zelândia foi em Auckland, a maior e mais moderna cidade do país. Lá, percebe-se a força da imigração na sociedade, com a predominância de asiáticos. Também circulamos pela região, como a ilha de Waiheke e Rotorua
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Para fugir das monções no Sudeste Asiático, voamos do Japão para a Nova Zelândia, com conexão na China. Foram 4 h até Pequim e mais 12 h para Auckland. Haja paciência! E a entrada no país ainda foi bem rigorosa, com várias filas e checagens
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@DuFarias Eita! Será que tá valendo mais a pena passar uma temporada no Japão? Uma pena que os trens-bala não tenham o mesmo charme do que os que circulam no Rio 😂
No Japão, os eletrônicos têm preços tão competitivos quanto nos Estados Unidos, ainda mais com os 10% de tax free para estrangeiros. Mas o dia a dia é caro, como mostra essa ida ao mercado
Para viajar à Nova Zelândia, tivemos nossa 1ª experiência com um app próprio para o visto, em que você escaneia o passaporte e os dados são cadastrados automaticamente. É muita modernidade! E a aprovação ainda pode sair na hora
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Você já ouviu falar de Okinawa, o Havaí japonês? Considerado o berço do karatê e do sobá —prato famoso em Campo Grande—, o arquipélago tem uma forte rivalidade com o Japão, que o anexou séculos atrás
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Nossos quentes dias em Tóquio, a 2ª maior cidade do mundo —quando se considera a área metropolitana—, foram de passeios por ruas tradicionais e turísticas e de visitas a templos e unidades do Sushiro, a rede de sushi na esteira
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Em nossa passagem pelo Japão, antes de chegarmos a Tóquio, visitamos Fukuoka, Hiroshima, Osaka, Quioto, Fuji e Kawaguchiko. Quanta modernidade e tradição ao mesmo tempo! Sem falar que há regiões de luzes e muito turismo e outras bem pacatas
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Para viajar da Coreia do Sul ao Japão, usamos um modal diferente: barco! O que escolhemos duraria 3 h, mas deu problema nele e tivemos de pegar um noturno, ainda assim mais barato que voar. Brasileiro é isento de visto desde 2023
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Na Coreia do Sul, visitamos a cosmopolita Seul e seus palácios e museus que guardam muita história, a enorme e pujante Busan e a ilha de Jeju, que abriga uma natureza exuberante. O apreço deles por café também nos conquistou
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Visitamos a ilha de Jeju, na Coreia do Sul, uma das 7 maravilhas modernas da natureza. Pegamos dias de chuva, mas, quando surgiu o Sol, vimos o porquê desse lugar estar na lista. Tem praia de água de azul turquesa (e gélida), cachoeiras belíssimas e muito verde
Voamos da China à Coreia do Sul, e a burocracia de saída foi simples —tinha várias fotos nossas no sistema. Para entrar em solo sul-coreano, usamos os passaportes europeus (italiano e polonês) e ficamos isentos do K-ETA, exigido dos brasileiros
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Para quem se pergunta como são os preços no dia a dia da China, que adota o socialismo de mercado, mostramos aqui o poder de compra. Na rede social vizinha, postamos vídeos assim dos mais de 40 países por onde passamos, na África e no Oriente Médio
Com o visto de 144 horas em Pequim, visitamos a Muralha da China, com direito a descer de escorregador num carrinho, andamos pela Cidade Proibida e pelo Templo do Céu e vimos muito verde e monitoramento por tudo que é canto
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Se não conseguimos o demorado visto de turismo da China, o de trânsito é muito rápido de obter. Tiramos no próprio aeroporto em Pequim e ganhamos 144 horas no território. Mas há algumas exigências que precisam ser cumpridas
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O visto de turismo da China tem algumas burocracias chatas, por isso iniciamos o processo 1 mês antes de sair do Brasil. Infelizmente, não foi o suficiente. Mas contamos aqui como funciona. Spoiler: dá pra tentar na estrada
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Viajamos pelo interior da Rússia de trem, com a Transiberiana, e visitamos cidades encantadoras. Nas ruas, prédios históricos e estátuas marcantes, principalmente de Lênin. Além de vários museus, aproveitamos o profundo lago Baikal
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Aqui está um pouco do que vimos em nossa viagem pelo sul da Mongólia. Que lindeza é esse país asiático! O problema fica por conta dos valores, pois não é barato explorar a região
Viajamos de carro pelo interior da Mongólia e vimos paisagens deslumbrantes! Montanhas verdejantes, dunas de areia, planícies infinitas. Um grande contraste com a capital, Ulan Bator. Cidade cosmopolita e com metade da população mongol
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Pela 1ª vez em nossa volta ao mundo, cruzamos de trem uma fronteira, e nem precisamos sair da cabine. Entre Rússia e Mongólia, foram 4 h 30 de checagens de bagagem e do espaço, além de uma grande espera. Oficiais sempre simpáticos
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