Exposição Ori do Coletivo Enegrecer na galeria de vidro, está lindoo! Uma honra ver a força dos artistas desta cidade! Um grito de resistência em meio ao caos! A arte vive!
Conhecer as emoções no momento tô em que elas estão acontecendo. Se eu não conheço, fico a mercê da emoção, ela me domina. Se reconheço, ganho tempo para equacionar minha reação e ter autogestão.
Conhecendo os meus limites, desafios e intenções pra poder voltar a deixar minha alma falar. Tenho tantos gritos aqui dentro, que precisam sair e ecoar!
Talvez eu tenha caído no lugar comum da comparação. Comparar-se com um tempo que já vivi e foi, comparar-se com o tempo do outro. Sem observar e validar o tempo atual!
É de dentro pra fora! Na monotonia desse mundo, difícil encarar a si mesmo, pois é da observação no profundo do ser e na superficialidade do que se é, que a arte ganha voz.
Sinto falta da chama do fogo esquentando a pele, movimento do corpo percorrendo direções antes inalcansaveis, descoberta entre peso e equilíbrio dos malabares e as palavras que insistem em fugir meio a inércia, kd a escrita? A dramaturgia? Não sei de onde vem e nem pra onde foi!
A psicologia me desafia, me instiga, é o meu lugar de escuta onde me encontro em mediar o outro de encontro a si mesmo. A arte é meu lugar de gritar, meu instinto selvagem e primitivo, me satisfaz e sacia a alma poder jogar para o mundo um pouco do que se cabe aqui dentro.