@claudio_dantas_@dorivallacerda ✋ Pergunta:
A bancada do AGRO fez ou faz algo pelo PEQUENO🇧🇷 PRODUTOR RURAL?
Algum político/parlamentar teve alguma iniciativa para investigar isso ou está atuando neste caso ou tem pautas p/ proteger os pequenos produtores🇧🇷 rurais?
📢 Alôoo alguém aí.
Alexandre de Moraes is not a judge in the true sense of the word and never has acted like one.
Once again, he is using Bolsonaro and the threat of house arrest as leverage.
It is difficult to explain to Americans the behavior of the majority of Brazil’s Supreme Court justices: the political bias, the public grandstanding, the media interviews, and the open activism.
In any functioning democracy, this would be inconceivable.
Até meados do século XX, o chapéu não era mero adereço de vaidade, mas insígnia inescapável da ordem civilizada. Cartola, fraque e sobrecasaca formavam o uniforme rígido das posses presidenciais, dos casamentos régios e das audiências diplomáticas; sem eles, o homem público sentia-se nu, como se lhe faltasse a própria gravidade. Winston Churchill brandia o Homburg ou o coco com a mesma autoridade com que empunhava o charuto; Franklin Roosevelt raramente se deixava fotografar ao ar livre sem o fedora inclinado, emblema de uma América que ainda sabia vestir o poder. Ditadores de variado calibre como Stalin com o seu boné militar, Mussolini de quepe, Castro de farda e boina, compreendiam que a cabeça descoberta é cabeça exposta, vulnerável à irreverência das massas.
No século XXI, porém, o espetáculo inverteu-se. O que outrora conferia distância, hierarquia e respeito tornou-se, para os líderes ocidentais, sinal de anacronismo suspeito. O poder, agora, disfarça-se de proximidade; o estadista aspira a parecer “um de nós”, de jeans e camiseta. Eis por que, na imagem que ora se comenta, a figura de Lula surge quase espectral: único de chapéu entre homens de cabeça nua, parece um personagem extraviado de 1890 que, por equívoco do destino ou da maquiagem, foi parar no meio de uma reunião do século XXI. Há nele algo de deslocado, de patético e de fantasmagórico, como se o passado, teimoso, insistisse em assombrar o presente.
Talvez por sentir, no fundo, o desconforto dessa intromissão temporal, o mandatário brasileiro entrega-se a excessos gestuais: bate palmas sozinho, acena para o vazio, ergue os dois polegares em aprovação universal, sem motivo aparente. Gestos que, em vez de autoridade, denunciam ansiedade.
O chapéu, que deveria emprestar-lhe gravitas, confere-lhe, ao contrário, um ar de gangster de segunda categoria, ou, pior, de palhaço que se fantasia de chefe. E quando o palhaço usa cartola, o circo fica à espera: cambalhotas, piruetas, mentiras grotescas contadas com solenidade, imitações de chimpanzé ou de foca treinada. O espetáculo está garantido.
Lula, em suma, não lê o relógio da História. Confunde a aura que o chapéu outrora emprestava, tipo elevação, superioridade, distância necessária ao exercício do mando, com o figurino exigido pelo tempo presente, onde o líder se esforça por parecer “gente como a gente”, e não “aquele ali, com cara de mafioso”. Triste destino para um país que já teve, de modo espontâneo e sem esforço de marketing, um líder simples na indumentária e nos costumes, porém dotado de uma gravidade natural, de uma honestidade que não precisava de disfarces nem de gestos exagerados para se fazer respeitar.
Triste, sim. Profundamente triste.
Nenhuma busca e apreensão, intimação pra depor, pirotecnia para humilhação, tornozeleira, apreensão de passaporte…. Nada, absolutamente tudo sob controle e com ajuda do silêncio e direcionamento do pessoal “di direita!”