@eAndreyamaral@baudorio Nos EUA existem mais de 33 mil gangs, organizações criminosas e grupos terroristas. Eles não estão interessados em combater o CV ou PCC. Eu concordo que as facções aqui no Brasil deveriam ser amplamente combatidas pelo exército, mas pelo NOSSO exército, não uma força estrangeira.
🚨 EXCLUSIVO: Endrick cresce isolado na Seleção após os demais atletas descobrirem que ele é o Jinchūriki do Pelé.
Será que ele vai dar a volta por cima ?
@baudorio O interesse é uma intervenção política no Brasil, querem nossos recursos. Se quisessem combater organização criminosa eles deveriam começar revendo as leis de armamento por lá onde se compra fuzil no Walmart.
Classificar CV e PCC como terroristas serve a Trump, engorda Rubio, podendo torná-lo mais forte que o próprio Trump e protege as cúpulas do crime. A etiqueta terrorista é marketing político distante de uma política criminal responsável contra o crime organizado.
Quando um governo acumula derrotas e perde popularidade, a segurança pública vira palco de performance. É onde se mostra serviço sem depender de ninguém, com operações instagramáveis e inimigos sob medida.
A classificação americana do CV e do PCC como organizações terroristas obedece a essa lógica. É um álibi para Trump, um coringa coercitivo nas mãos de Rubio e, paradoxalmente, um presente para as próprias cúpulas do crime organizado.
ORCRIM não é organização terrorista. O terror é, nelas, uma tática de intimidação a serviço de fins político-econômicos. Não confronta o Estado porque necessita dele para existir. Confundir as duas coisas é escolha política com consequências graves.
No artigo, analiso 13 riscos concretos para o Brasil: da criminalização da dissidência à espetacularização militar que enfraquece a capacidade repressiva real contra os governos criminais que exercem domínio territorial armado!
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