COMO ESCOLHER UM DEPUTADO FEDERAL
Se você escolhe deputado pelo vídeo bonito ou pelo corte viral… talvez esteja entregando seu voto para o marketing, não para o mandato.
Antes de votar em deputado federal, faça 5 perguntas simples:
1. Ele sabe fiscalizar ou só sabe lacrar?
Deputado não é influencer. É fiscal do poder.
2. Já administrou alguma coisa na vida real?
Quem nunca geriu orçamento, equipe ou crise… como vai vigiar bilhões?
3. Fala de ideologia ou de eficiência?
Discurso emociona. Gestão transforma.
4. Vive de promessa ou mostra método?
Procure quem fala em metas, corte de desperdício, produtividade e resultado.
5. Ela quer mudar o sistema… ou viver dele?
Essa talvez seja a pergunta mais importante.
Regra de ouro:
Vote em quem entende de controle, não em quem domina o espetáculo.
Porque deputado bom não é o que aparece mais — é o que fiscaliza melhor.
Troque carisma por caráter.
Troque slogan por competência.
Troque barulho por resultado.
Quem escolhe mal reclama 4 anos.
Quem escolhe bem ajuda o país a funcionar.
Se isso te fez repensar seu voto, envie para alguém antes que ele vote em um “viral” achando que escolheu um representante.
#Ego e #luxo podem abrir portas, tanto para o positivo quanto para o negativo. Eles também revelam interesses, prioridades e vulnerabilidades de quem ocupa posições de poder.
Entender essas motivações ajuda a construir alianças, convencer os indecisos e aumentar a pressão legítima da sociedade para aprovar pautas que beneficiem a nação, mesmo quando elas contrariem interesses pessoais ou corporativos.
É a mesma lógica que pretendo utilizar para defender a redução do número de deputados federais: identificar incentivos, formar apoio popular e criar um ambiente político em que resistir à mudança tenha um custo maior do que promovê-la.
Professora @marinahelenabr posts sobre as suas propostas!!!! ✌️🍊
Pelo que foi revelado até agora, os únicos servidores públicos em quem Daniel Vorcaro confiava estavam entre aqueles para quem ele bancou degustação de Macallan em Londres.
A turma do uísque é da pesada.
Pelo menos o NOVO aqui de BH ainda tem decência 👏 @RomeuZema jamais merecia ter passado por isso! O NOVO do Paraná e de Santa Catarina principalmente estão humilhando o Zema pra defender o Flávio Bolsonaro q tem relações INDECENTES com um bandido chamado Daniel Vorcaro e a “direita” está achando isso normal??? 🤮 nós não vamos nos calar, e não vamos passar pano pra ninguém!!!
https://t.co/WpzHECSzK0
Bom dia.
Olhe ao seu arredor.
Está satisfeito? continue votando em velhas raposas ou herdeiros políticos.
Quer um país melhor para seus netos? eleger gestores vindo da iniciativa privada.
A escolha é sua.
Há quase quatro anos, você contratou um funcionário. O cargo dele? Deputado Federal.
Agora está chegando a hora da avaliação de desempenho.
Se você fosse diretor de RH, quais perguntas faria?
• Ele compareceu ao trabalho e participou das decisões importantes?
• Prestou contas regularmente do que fez?
• Entregou resultados concretos ou apenas discursos?
• Cumpriu as promessas que apresentou quando pediu seu voto?
• Resolveu problemas ou apenas apontou culpados?
• Defendeu os interesses da população ou de grupos específicos?
• Demonstrou preparo técnico para o cargo?
• Soube fiscalizar os gastos públicos?
• Ajudou a reduzir desperdícios e aumentar a eficiência?
• Trouxe soluções ou apenas mais burocracia?
• Merece uma promoção ou uma substituição?
Em qualquer empresa, funcionários são avaliados pelos resultados que entregam.
Na democracia, o voto é essa avaliação.
Antes de votar novamente em alguém, pergunte-se: eu renovaria o contrato desse deputado?
Se a resposta for não, talvez seja hora de procurar nomes que apresentem resultados, experiência em gestão, compromisso com a eficiência e disposição para prestar contas à população.
Seu voto não é um prêmio por tempo de serviço. É uma avaliação de desempenho.
Você avalia motorista, restaurante e até entrega de comida.
Mas não pode avaliar o servidor público que é pago com os seus impostos.
Em 20 anos, o governo federal demitiu menos de 20 servidores por mau desempenho.
Minha ideia pra resolver isso é simples: avaliação cidadã de 1 a 5 estrelas em cada atendimento público.
Quem atende bem ganha bônus. Quem atende mal recebe plano de melhoria.
Quem não melhora responde processo de demissão, com direito de defesa.
O cidadão é o patrão.
Compartilhe se você já perdeu horas numa fila para ser mal atendido.
@CarlosBolsonaro@BolsonaroSP@FlavioBolsonaro Muitos herdeiros políticos queriam chegar ao status de velhas raposas. Conseguiram apenas expor suas próprias fraquezas. Porque ego, vaidade e apego ao luxo florescem rapidamente quando ética, caráter e competência nunca fizeram parte da formação de alguém. O cargo não cria virtudes; apenas escancara a falta delas.
Zema: "Eu não ficarei calado para quem é envolvido com bandido banqueiro."
Carluxo, Bananinha e Rachadinha Master estão furiosos com Zema.
Estão até ameaçando o Novo.
O Novo deveria aproveitar e se livrar do cabresto.
A Júlia Zanatta parece não perceber o tamanho do erro estratégico que está cometendo ao comprar essa guerra interna que jamais foi dela. Essa disputa entre a Direita e a Direita Trans do Eduardo Bolsonaro foi iniciada por ele, movida muito mais por ego, necessidade de controle e a velha tentativa da família Bolsonaro de decidir quem pode ou não existir politicamente dentro da direita.
A Júlia construiu, ao longo do tempo, um público sólido dentro da bolha bolsonarista. Conquistou espaço, apoio e relevância. Mas entrar de cabeça nessa guerra pessoal dos Bolsonaro dificilmente vai terminar bem para ela.
A história já mostrou como a família Bolsonaro opera politicamente: enquanto você serve ao projeto deles, existe apoio, espaço e afago público. No momento em que deixa de ser útil ou se torna um custo, o descarte vem sem qualquer cerimônia. Já vimos isso acontecer inúmeras vezes com aliados que um dia foram tratados como indispensáveis.
E é curioso ver a Júlia defendendo esse tipo de ataque ao NOVO e ao Zema, quando a realidade é que a direita brasileira precisa aprender a conviver com divergências internas, em vez de se submeter a uma lógica onde tudo gira em torno dos interesses de uma única família.
E deixo claro: não digo isso para atacar a Júlia. Pelo contrário, digo justamente porque gosto dela e reconheço o capital político que ela construiu. Mas entrar numa guerra iniciada pelos Bolsonaro, acreditando que sairá fortalecida, me parece um erro enorme.
Meu conselho é simples: deixe essa briga para os Bolsonaro. Foram eles que começaram. Porque, se essa estratégia der errado e o apoio desaparecer, infelizmente ela descobrirá da pior forma algo que muitos outros já aprenderam antes: lealdade, nesse grupo, costuma valer só até o momento em que deixa de ser conveniente.
Se a Júlia começar a brigar com o partido NOVO por causa do Eduardo Bolsonaro, ele sentirá que ela deve ir ainda mais longe e logo exigirá que ela esteja defendendo os milhões enviados pelo Vorcaro, e os rolos do PL com Castro no RJ, e muitos outros escândalos que devem aparecer nas próximas semanas, e então, no fim disso tudo a única reputação que a Júlia terá é de vassalagem aos Bolsonaros.
Espero que ela veja que a família Bolsonaro quer acabar com ela e não FORTALECÊ-LA.
@JeffreyChiquini no @plnacional_ não deixam entrar… para onde irás nobre adv? A carreira de sucesso como advogado? Ou chefe de gabinete de algum senador pelo PR?
O @partidonovo30 tem que expulsar esse doutor Fraquini, é questão de honra! Esse bosta nunca foi nada, o Zema tem que ser respeitado ou vocês vão perder o pouco eleitorado que vocês tem. Ou vocês estão achando que os bolsobostas vão votar nos candidatos de vocês?
Mais um intocável desmascarado.
155 milhões de reais. Esse foi o preço pra parar tudo do Master no Senado.
Que sigam as investigações e caiam todos eles. CHEGA de intocáveis.
Bolsonarista, você acha que sabe de tudo, deixa eu te mostrar parte da historia, aqui estão José Dirceu e Valdemar Costa Neto no mesmo palanque dizendo que o PL e as esquerdas brasileiras estão juntas contra FHC, o mesmo FHC que criou o LULA.
Nem esquerda ou direita, é poder.
Bolsonarista, você acha que sabe de tudo, deixa eu te mostrar parte da historia, aqui estão José Dirceu e Valdemar Costa Neto no mesmo palanque dizendo que o PL e as esquerdas brasileiras estão juntas contra FHC, o mesmo FHC que criou o LULA.
Nem esquerda ou direita, é poder.
A linha 6 do Metrô em São Paulo ficou R$ 3,7 BILHÕES mais cara. Mas o governo Tarcísio impôs sigilo nos documentos que poderiam justificar esse custo extra.
O mais bizarro é a justificativa do sigilo: a Artesp está sucateada.
Para pagar a mais, o governo alega publicamente que a concessionária encontrou um risco geológico e, por isso, obra deveria atrasar três anos. Mas dá para acelerar, para atrasar um ano só, e isso vai custar R$ 3,7 bilhões.
Mas o que é esse risco geológico? Está sob sigilo.
Como ele foi descoberto? Sigilo.
Como foi comprovado? Sigilo.
Como foi calculado o atraso de três anos? Sigilo.
A justificativa oficial para o sigilo é o sucateamento da Artesp.
Segundo o governo, há uma falta crônica de pessoas nomeadas (pelo governo) na agência e, por isso, não tem ninguém que possa olhar os documentos para dizer o que pode ser disponibilizado por lei de acesso.
Aí, sem saber o que pode ser tornado público, para não dar trabalho extra para esse único funcionário, nada é tornado público.
Então simplesmente cabe à população acreditar que existiu mesmo um risco geológico, que ele atrasou a obra em três anos exatos, e que é uma solução super econômica pagar R$ 3,7 bilhões a mais e reduzir o atraso para um ano só.
Conto tudo na minha coluna no @Metropoles
https://t.co/8eDkG0PCyT
está surgindo dessas memórias é quase uma sequência cronológica de aprendizados:
1. Criar pertencimento
(as camisetas das Olimpíadas).
2. Servir antes de liderar
(cumim → cozinha → bartender).
3. Liberdade exige responsabilidade
(Smart Serve).
4. Resultados sem integridade são uma ilusão
(o bartender da espuma).
5. Incentivos moldam comportamentos
(as bonificações das fabricantes de bebidas).
Confira o perfil https://t.co/bFhvZhQIp4
❌ Brasil quebra em público e todos fingem que está tudo normal
O Brasil está oferecendo retorno real de crise em títulos de todas as durações enquanto o debate público ignora completamente o movimento.
Vamos ser coniventes e apenas aceitar o que está acontecendo?