Dear @kqent@ATEEZstaff, your artists continue to be targeted by defamatory posts and false rumours spread by @/244ani56823 on @X. We urge you to take action as this ongoing issue is actively damaging their reputation & it can no longer be ignored. Please protect your artists !!!
i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you i love you
@autumnorphile Los Himnos son sagrados, sean del pais que sean, son simbolos patrios, y se tienen que respetar, insultarlo solo deja ver la poca educacion que reciben en casa
🐿️ "esta es la primera vez que muestro mi rostro al natural. ¡espero que les guste! si no les gusta, no hay remedio. ¡este soy yo!"
Hongjoong sos completamente hermoso 🥹
fico genuinamente revoltada como tem gente q vê isso e n fica incomodado? velho imagina você fazer parte de um grupo e sempre ser deixado de lado e não ter destaque como os outros membros? o quão frustrante isso deve ser.....
Ecuador es un país de blancos, afroecuatorianos, mestizos, indígenas, montubios y muchos pueblos y culturas q forman parte de nuestra identidad. Como ecuatoriana, m siento orgullosa de la diversidad q tiene mi país. Nadie me hará pensar q somos menos por eso q nos representa
pueden insultarnos y ser racistas lo que quieran con los ecuatorianos pero nunca nos va a afectar ni nunca nos vamos a creer menos, no tenemos la necesidad de creernos blancos para estar orgullosos de donde venimos y eso es lo que más les jode 😆😆
A diferencia de THAT selección nosotros somos felices con cada logro, somos humildes, nos alegramos por los demás, no nos agrandamos, y más que apoyarlos para presumir el “ser mejor que otros”, los hacemos pq somos un país unido que confía hasta el final💗
é bom saber que boa parte do fandom não recebeu bem esse cb, mas ainda me estressa os vira latas que querem bater palma e acham ruim críticas COMPLETAMENTE coerentes e construtivas do fandom, isso não é o ateez, é a kq querendo vender o que está em alta para não falir.
Julio Jaramillo jamás pudo imaginar que su música sonaría después de tanto años como símbolo de los ecuatorianos en un Mundial de fútbol. Es algo inexplicable🥹❤️🩹✨.
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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