vocês estão me dizendo que em 2019 o Jão em um show terminou uma música dizendo "me desculpa, Pedro" e sete anos depois o próprio Pedro compôs uma música que diz "perdão, João"?
um ponto turistico? catedral
um sentimento? o amor
um fenômeno natural? aurora
uma matéria? literatura
um pé de árvore? jabuticabeira
um nome? joão
uma lembrança? todas
uma profissão? arquiteto
um adjetivo? curioso
um passeio? noturno
uma memória? póstuma
Jão revelou que no último ano, perdeu a perspectiva sobre sua carreira e citou uma entrevista de Fernanda Torres.
“Eu vi ela dizendo que a pior coisa que pode acontecer com alguém é perder o interesse pela vida. Agora, aqui na frente de vocês, da minha mãe e da minha irmã, eu entendo o que isso significa. E que bom que a música existe.”
Jão em "Por Você":
“Se não for por você, pra que sair de casa? Se não for por você, pra que ganhar dinheiro? Se não for pra comprar nosso carro, se não for pra vestir nossos filhos, se eu não for te levar num restaurante caro, dizer que eu que pago.” #MemóriasPóstumas
Jão fala sobre a morte do pai, Alberto Balbino, e como tem lidado com a perda:
“Foi num dia idiota. Uma terça-feira, meio-dia, de sol. Nada incomum. Nenhum sinal, nenhum aviso. Nem o café estava amargo. Estava tudo certo. Aconteceu. Minha irmã me ligou e a ruptura aconteceu assim. O rasgo aconteceu. E estou lidando com ele até agora.
Eu estou lidando com o dia. E esse foi o meu trato comigo mesmo. Quando eu comecei a pensar no que ia ter adiante, no quando minha casa ficasse pronta, no quando eu tivesse um filho, no quando eu estivesse fazendo o show de 30 anos da minha carreira, isso tudo começou a me destruir. Porque nenhuma dessas coisas teria ele.
Então, eu comecei a lidar com o dia. E acho que esse álbum foi muito importante para mim nesse sentido. Eu tinha o meu álbum para fazer. Então eu fazia o álbum, criava uma rotina em que eu existia ali.
Mas é muito isolante. É muito isolador, na verdade, né? Porque nós perdemos pessoas diferentes, apesar de ser a mesma pessoa. Então, eu não consigo ajudar minha mãe, porque ela perdeu o marido dela e o melhor amigo dela. E ela não consegue me ajudar, porque eu perdi meu pai. E eu e minha irmã temos a maior confluência da pessoa que perdemos, mas, ao mesmo tempo, quem ele era para ela também não era igual ao que ele era para mim. Então, é bem confuso.”
Tendo em vista a manifestação pública do presidente norte-americano Donald Trump apresentada em uma rede social, na tarde desta-quarta (9), é importante ressaltar:
O Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém.
O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais.
No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática.
No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira.
É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.
Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica.
A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo.