Deixa eu esclarecer uma coisa aq para vocês.
Eu sou BOLSONARISTA.
Se você acha que existe direita sem Bolsonaro, convido você a deixar de me seguir. Se você defende, concorda e segue perfis "didireita" ou "intergaláctica", por favor, deixe de me seguir.
Desde já, agradeço
Ricardo Salles que gozou de toda confiança do PR Jair Bolsonaro, sumiu e, acredito que vêm assistindo de camarote à tudo que está acontecendo com o Capitão, pois estava sentado junto ao PGR, que hj colabora com o cruel violador, Moraes.
A traição também é uma condenação.
DEPUTADOS, SENADORES, GOVERNADORES... todos que se elegeram usando a imagem de JAIR BOLSONARO.
Honrem-no!
AJAM!!!
MORAES vai matá-lo, e vocês serão os responsáveis.
OMISSOS E COVARDES!
Acabo de sair da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar visitar meu pai. Fui informado de que as visitas familiares estão restritas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h.
Portanto, é importante deixar absolutamente claro: não é verdadeira a informação de que as visitas da família foram liberadas.
O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar - muitas vezes em vão - a “boa vontade” do ministro Alexandre de Moraes para autorizar visitas por poucos minutos. Em diversas ocasiões, esses pedidos sequer foram apreciados.
Hoje, 05 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado de saúde, o Presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer membro da família.
Os fatos são esses. Qualquer narrativa diferente disso não corresponde à realidade.
A América Latina vive há décadas sob a influência de uma rede de poder que ultrapassa fronteiras nacionais e combina ideologia, crime organizado e projetos de perpetuação no poder. No centro dessa engrenagem estão regimes autoritários, movimentos políticos articulados regionalmente e estruturas do narcotráfico que funcionam como fontes de financiamento, intimidação e controle social.
O regime venezuelano tornou-se, ao longo dos anos, um eixo estratégico dessa rede. Diversas investigações internacionais, relatórios e denúncias apontam para a infiltração do tráfico de drogas em setores do Estado, criando um sistema no qual o crime organizado deixa de ser um ator marginal e passa a integrar a própria lógica de poder. Esse modelo não se limita à Venezuela: ele se espalha por rotas que cruzam a Colômbia, a América Central, o Caribe e alcançam o Brasil, sempre protegido por discursos políticos que tentam deslegitimar qualquer questionamento rotulando-o como “perseguição ideológica”.
Cuba exerce um papel singular nesse tabuleiro. Embora não atue como grande produtora de drogas, funciona como centro de formação política, inteligência e articulação estratégica. O regime cubano exportou, por décadas, um método de controle do Estado, repressão à dissidência e uso sistemático da propaganda como arma, influenciando governos e movimentos em toda a região. Esses tentáculos ideológicos ajudam a sustentar regimes aliados, mesmo quando envolvidos em colapsos econômicos, violações de direitos humanos ou relações obscuras com o crime transnacional.
Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 - e os fatos que se seguiram - não podem ser tratados como episódios isolados ou meramente individuais. Independentemente das responsabilidades diretas, o clima de ódio político fomentado por parte da imprensa, a radicalização incentivada por estruturas organizadas e o silêncio conveniente de setores que se autoproclamam “defensores da democracia” levantam questionamentos e afirmações legítimas. Tentativas de eliminar fisicamente adversários sempre foram instrumentos clássicos de regimes e movimentos que não toleram rupturas com seus projetos de poder.
O que se observa é a formação de uma teia continental: o tráfico de drogas garantindo recursos, regimes autoritários oferecendo proteção política e institucional, e articulações ideológicas fornecendo narrativa e legitimidade internacional. Essa combinação corrói democracias, enfraquece instituições e submete populações inteiras à pobreza, ao medo e à censura.
Romper essa engrenagem exige coragem política, transparência e cooperação internacional real - não alianças baseadas em conveniência ideológica. A defesa da liberdade na América Latina passa, necessariamente, por expor essas conexões, investigar sem seletividade e rejeitar qualquer forma de relativização do crime quando ele se disfarça de “projeto político”.
Viva a liberdade, e que Deus proteja @jairbolsonaro .