Em alguns anos, veremos que o Nick fez pelo Evanescence o que fez pelo Rush. E não é pelo Santuário, pois ele é só um recomeço (e sim, ele é) mas um processo que coloca a banda muito mais alinhada para o futuro que o passado. Até porque o passado é um caminho até aqui.
Contribuição: o título "Santuário" conta uma história de uma construção de quase 20 anos.
A necessidade de existir uma zona segura, vem do questionamento do que é a banda, de quais as bases e pessoas ali. Tanto que hoje, até o Berliant (empresário) se alinha com os temas
A capa do álbum tbm faz todo sentido. Lembrei da Björk falando que suas feições e principalmente a boca nas fotos de capa de álbum revelam muito sobre o mood central
A feição da Amy aqui é uma síntese PERFEITA pra vibe dela ao longo do álbum. Nos faltou paciência pra entender.
Dessa vez, ela não precisou explicar as coisas, elas foram feitas. Porque pro Santuário existir, não precisa saber o que é o que não é banda, e todo o processo criativo, agora não é só de um ponto, é geral.
Tanto é que hoje, a Amy não importa em "manchar" a marca comercial pra justamente impor o que acredita, seja politicamente ou a conexão com os fãs, por exemplo, a comunidade LGBTQIAPN+
Quando a banda passa por uma transição estrutural, onde chegou ao ponto de terem uma data de anúncio para o fim, saída e volta do Troy, expurgar as pessoas que não entendiam o que é a "conexão" do que a alma da banda sente, e a confiança de tocar em temas sensíveis+