'Nunca peça desculpas a uma multidão sedenta de sangue.' Jordan Peterson
Aqui expresso minhas opiniões em assuntos diversos, especialmente política, Conservador
@allantercalivre Tempos atrás, na primeira vez vi que você comentou sobre o livro, eu fui atrás do PDF, mas só encontrei de "pagina dupla". Por isso arrumei o PDF pra página única, melhor pra ler em tablets:
https://t.co/IrMYrngYiB
RGENTE! Alexandre de Moraes acaba de proibir QUALQUER visita a Bolsonaro por 30 dias e QUALQUER visita de cunho eleitoral até o fim do segundo turno. Interferência DESCARADA nas eleições a favor do Lula! E o Javier Milei, como fica? O presidente argentino disse que queria visitar Bolsonaro na semana que vem. Será impedido? Como ficará Moraes aos olhos do mundo já que Lula não teve problema em visitar Cristina Kirschner em sua casa, presa por corrupção na Argentina, com direito até a foto na companhia do chanceler Mauro Vieira?
A-lei-xandre proíbe Bolsonaro de ter VISITAS POLÍTICAS e manifestações politico-eleitorais ate O FIM DAS ELEIÇÕES.
Agora ta explicito o porque Bolsonaro foi preso, para que nao se envolva nas eleições, nao eleja seus candidatos e assim o bolsonarismo perca força.
Isso é uma interferência direta no pleito.
Lula fez de sua cela um comitê de campanha.
Quem compactua com isso, abraçou o autorotarismo.
ISSO NAO É DEMOCRACIA
No Brasil até a DISCUSSÃO do assunto é proibida. O candidato de oposição tem medo de FALAR sobre o assunto. Alguém tem dúvida de que fomos vítimas de um golpe de um regime?
NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr
A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos.
A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira.
A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução.
A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica.
Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise.
A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil.
A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação.
Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política.
O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional.
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Hoje, às 19h, estarei ao vivo no meu canal no YouTube, ao lado da @soudanimarques. Para o Lançamento do Plano Brasil por Elas.
Inscreva-se no canal: https://t.co/NNpuC2D8J6
Alexandre de Moraes ultrapassou mais um limite e, na minha visão, está interferindo no processo eleitoral.
Há quem queira enterrar o bolsonarismo, mas se esquece de uma coisa: somos milhões de brasileiros que acreditam na liberdade, na democracia e em um Brasil melhor.
Estou ao vivo no Flow Podcast. Acompanhe: https://t.co/cotwCih0uU
Lula não tem mais condições de ser o presidente do Brasil. Estamos num avião sem piloto.
O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação.
Quem olha pro Lula não enxerga futuro. Enxerga passado, atraso, incerteza, desconfiança, corrupção, incompetência, vingança… Chega!
O Brasil tem futuro, mas não tem mais tempo a perder!
O secretário de Estado americano acabou de fazer um forte discurso de abertura na Conferência Ministerial sobre o Ressurgimento do Terrorismo Político.
Rubio disse que o esquerdismo radical é "uma revolta dos piores contra os melhores (…). É cometido por aqueles que não conseguem construir, não conseguem criar, não conseguem realizar grandes coisas — e tiram sua vingança contra o mundo pela própria inadequação, buscando destruir aqueles que conseguem."
Segue a tradução completa do trecho abaixo, vale cada palavra:
“Este é um mal distinto e único. Sempre foi impulsionado por um ódio, acima de tudo, pela própria civilização.
É uma revolta dos piores contra os melhores; dos fracos e covardes contra os fortes e bons. É cometido por aqueles que não conseguem construir, não conseguem criar, não conseguem realizar grandes coisas — e tiram sua vingança contra o mundo pela própria inadequação, buscando destruir aqueles que conseguem.
Isso é o que é o esquerdismo radical. Ele pode usar vários slogans e ideologias diferentes conforme o lugar e a época — anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista —, mas o caráter fundamental é sempre o mesmo.
É um ressentimento venenoso disfarçado na linguagem da igualdade, da justiça e da libertação; uma necessidade avassaladora de derrubar o que homens maiores construíram, de destruir o que é belo e correto, em nome de pessoas que só estão cheias de feiura e não têm mais nada a oferecer ao mundo.
Por meio da violência e do terror, eles mais uma vez buscam impor essa feiura a todos nós. O velho dogma estava errado. Nada disso é impulsionado por 'idealismo'. Não é 'utópico' — muito pelo contrário, na verdade.
Uma das críticas que às vezes se ouve sobre o comunismo é: 'Parece bom na teoria, mas nunca funciona na prática.' Mas isso não é verdade. Não parece bom nem na teoria.
O mundo que ele prevê para todos nós é pequeno, plano e cinza — nivelado de toda exceção, drenado de tudo que é bom e nobre na alma humana. É um mundo sem coragem, sem criatividade ou ambição; sem heróis, glória ou grandes causas pelas quais lutar. Sem milagres.
Sem mitos. Sem homens que se elevam acima dos demais para realizar coisas incríveis e extraordinárias. Sem Deus.
Para esses arquitetos da violência revolucionária, as grandes conquistas de nossa civilização são uma humilhação insuportável — um lembrete do que eles não conseguem fazer ou ser.
Por isso, eles escolhem destruir. Atacam oleodutos, ferrovias, laboratórios, redes elétricas: os símbolos físicos e concretos de poder, invenção e realização.”
"Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro."
A frase diz tudo e mais um pouco.
Lula vai destruir o Brasil.