Em 29 de julho, Fauci compareceu ao Senado e invocou a Quinta Emenda ao se recusar a responder a numerosas perguntas. O exercício dessa garantia constitucional não equivale a admissão de responsabilidade criminal.
A situação de Morens é juridicamente diferente, pois não se trata de uma acusação política ou de uma interpretação sobre mensagens reveladas por uma comissão parlamentar, mas uma declaração formal de culpa perante um tribunal federal.
Esse talvez seja o aspecto mais relevante do episódio.
Durante anos, uma das grandes controvérsias relacionadas à pandemia foi determinar quais informações circulavam internamente entre autoridades sanitárias, pesquisadores e organizações financiadas com recursos públicos.
O processo contra Morens demonstra que pelo menos um antigo funcionário de alto escalão do NIAID reconheceu criminalmente sua participação em uma estratégia destinada a contornar mecanismos legais criados justamente para garantir a preservação e o acesso público a registros governamentais.
O reconhecimento de culpa não resolve a discussão científica sobre a origem do SARS-CoV-2, não demonstra que a pandemia tenha sido provocada por um vazamento de laboratório e tampouco estabelece responsabilidade criminal de Anthony Fauci. Mas modifica uma parte importante da discussão documental: a tentativa de impedir que determinados registros governamentais fossem alcançados pelos mecanismos legais de transparência deixou de ser apenas uma acusação investigativa em relação a Morens e passou a integrar uma admissão formal de culpa perante a Justiça Federal americana.
A partir de agora, duas questões caminham separadamente.
A primeira é criminal e diz respeito à responsabilidade já admitida por David Morens.
A segunda é institucional e permanece em investigação: quais informações sobre pesquisas com coronavírus estavam sendo discutidas dentro das estruturas do governo americano, quais documentos foram preservados ou eliminados e até que ponto outras autoridades tinham conhecimento das práticas utilizadas para evitar pedidos de acesso público.
David Morens será sentenciado em novembro. As demais investigações continuam com possíveis novos desdobramentos, e que podem atingir diretamente Anthony Fauci.
EX-ASSESSOR DE FAUCI ADMITE CONSPIRAÇÃO PARA OCULTAR REGISTROS SOBRE PESQUISAS DE CORONAVÍRUS
Por Paulo Faria (jornalista)
Um dos capítulos mais controversos da investigação americana sobre a condução da pandemia de Covid-19 ganhou um desdobramento judicial concreto.
David Morens, ex-assessor sênior de Anthony Fauci no National Institute of Allergy and Infectious Diseases, o NIAID, declarou-se culpado perante a Justiça Federal dos Estados Unidos por participar de uma conspiração destinada a contornar as leis federais de transparência e de preservação de documentos públicos relacionadas a comunicações sobre financiamentos de pesquisas com coronavírus.
A declaração de culpa ocorreu em 18 de agosto de 2026, no Tribunal Federal em Greenbelt, Maryland. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Morens admitiu participação em um esquema destinado a evitar pedidos apresentados com fundamento na Freedom of Information Act, a FOIA, e obrigações estabelecidas pelo Federal Records Act. As comunicações envolviam pesquisas e financiamentos relacionados a coronavírus.
O caso envolve uma questão que durante anos esteve no centro das discussões sobre a origem da Covid-19: o financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus de morcegos.
De acordo com o Departamento de Justiça, Morens utilizou deliberadamente sua conta pessoal de e-mail para conduzir atividades relacionadas às suas funções governamentais e evitar que determinadas comunicações fossem alcançadas por pedidos de acesso a registros públicos.
A investigação também alcançou comunicações relacionadas a uma bolsa concedida à organização EcoHealth Alliance. Parte dos recursos estava vinculada a pesquisas realizadas em colaboração com o Wuhan Institute of Virology, na China, instituição que se tornou objeto de investigações e intenso debate internacional sobre as possíveis origens do SARS-CoV-2.
A existência dessas pesquisas não demonstra, por si só, que o vírus responsável pela pandemia tenha surgido em laboratório, questão sobre a qual diferentes órgãos americanos apresentaram avaliações divergentes.
Segundo a acusação federal apresentada anteriormente, o comportamento investigado teria começado em 2020, período em que pedidos de documentos públicos passaram a buscar comunicações relacionadas às pesquisas financiadas pelo governo americano.
A acusação sustentava que Morens adotou medidas destinadas a manter determinadas mensagens fora dos sistemas oficiais de registros governamentais. Com o acordo celebrado em agosto, ele admitiu responsabilidade criminal pela conspiração.
Morens, atualmente com 78 anos, poderá receber pena de até cinco anos de prisão. A sentença está prevista para 12 de novembro de 2026. A definição da pena caberá ao juiz federal responsável pelo processo, observadas as regras aplicáveis ao sistema criminal americano.
O episódio assume relevância adicional porque Morens não era um funcionário periférico do sistema sanitário americano. Ele ocupou posição de assessoramento no NIAID e trabalhou sob a direção de Anthony Fauci, que comandou o instituto por quase quatro décadas e se tornou uma das principais autoridades públicas dos Estados Unidos durante a pandemia.
É necessário, entretanto, afirmar que Anthony Fauci não foi acusado criminalmente no processo contra David Morens. A declaração de culpa do ex-assessor também não constitui, juridicamente, prova de participação de Fauci na conspiração admitida por Morens. Reuters e Associated Press registraram expressamente essa separação entre a responsabilidade criminal assumida por Morens e as investigações e questionamentos políticos dirigidos a Fauci.
O caso, contudo, ocorre no momento em que Fauci enfrenta renovado escrutínio nos Estados Unidos. Investigações parlamentares continuam examinando decisões tomadas durante a pandemia, financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus, políticas sanitárias e a preservação e divulgação de registros públicos.
EX-ASSESSOR DE FAUCI ADMITE CONSPIRAÇÃO PARA OCULTAR REGISTROS SOBRE PESQUISAS DE CORONAVÍRUS
Por Paulo Faria (jornalista)
Um dos capítulos mais controversos da investigação americana sobre a condução da pandemia de Covid-19 ganhou um desdobramento judicial concreto.
David Morens, ex-assessor sênior de Anthony Fauci no National Institute of Allergy and Infectious Diseases, o NIAID, declarou-se culpado perante a Justiça Federal dos Estados Unidos por participar de uma conspiração destinada a contornar as leis federais de transparência e de preservação de documentos públicos relacionadas a comunicações sobre financiamentos de pesquisas com coronavírus.
A declaração de culpa ocorreu em 18 de agosto de 2026, no Tribunal Federal em Greenbelt, Maryland. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Morens admitiu participação em um esquema destinado a evitar pedidos apresentados com fundamento na Freedom of Information Act, a FOIA, e obrigações estabelecidas pelo Federal Records Act. As comunicações envolviam pesquisas e financiamentos relacionados a coronavírus.
O caso envolve uma questão que durante anos esteve no centro das discussões sobre a origem da Covid-19: o financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus de morcegos.
De acordo com o Departamento de Justiça, Morens utilizou deliberadamente sua conta pessoal de e-mail para conduzir atividades relacionadas às suas funções governamentais e evitar que determinadas comunicações fossem alcançadas por pedidos de acesso a registros públicos.
A investigação também alcançou comunicações relacionadas a uma bolsa concedida à organização EcoHealth Alliance. Parte dos recursos estava vinculada a pesquisas realizadas em colaboração com o Wuhan Institute of Virology, na China, instituição que se tornou objeto de investigações e intenso debate internacional sobre as possíveis origens do SARS-CoV-2.
A existência dessas pesquisas não demonstra, por si só, que o vírus responsável pela pandemia tenha surgido em laboratório, questão sobre a qual diferentes órgãos americanos apresentaram avaliações divergentes.
Segundo a acusação federal apresentada anteriormente, o comportamento investigado teria começado em 2020, período em que pedidos de documentos públicos passaram a buscar comunicações relacionadas às pesquisas financiadas pelo governo americano.
A acusação sustentava que Morens adotou medidas destinadas a manter determinadas mensagens fora dos sistemas oficiais de registros governamentais. Com o acordo celebrado em agosto, ele admitiu responsabilidade criminal pela conspiração.
Morens, atualmente com 78 anos, poderá receber pena de até cinco anos de prisão. A sentença está prevista para 12 de novembro de 2026. A definição da pena caberá ao juiz federal responsável pelo processo, observadas as regras aplicáveis ao sistema criminal americano.
O episódio assume relevância adicional porque Morens não era um funcionário periférico do sistema sanitário americano. Ele ocupou posição de assessoramento no NIAID e trabalhou sob a direção de Anthony Fauci, que comandou o instituto por quase quatro décadas e se tornou uma das principais autoridades públicas dos Estados Unidos durante a pandemia.
É necessário, entretanto, afirmar que Anthony Fauci não foi acusado criminalmente no processo contra David Morens. A declaração de culpa do ex-assessor também não constitui, juridicamente, prova de participação de Fauci na conspiração admitida por Morens. Reuters e Associated Press registraram expressamente essa separação entre a responsabilidade criminal assumida por Morens e as investigações e questionamentos políticos dirigidos a Fauci.
O caso, contudo, ocorre no momento em que Fauci enfrenta renovado escrutínio nos Estados Unidos. Investigações parlamentares continuam examinando decisões tomadas durante a pandemia, financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus, políticas sanitárias e a preservação e divulgação de registros públicos.
Em 29 de julho, Fauci compareceu ao Senado e invocou a Quinta Emenda ao se recusar a responder a numerosas perguntas. O exercício dessa garantia constitucional não equivale a admissão de responsabilidade criminal.
A situação de Morens é juridicamente diferente, pois não se trata de uma acusação política ou de uma interpretação sobre mensagens reveladas por uma comissão parlamentar, mas uma declaração formal de culpa perante um tribunal federal.
Esse talvez seja o aspecto mais relevante do episódio.
Durante anos, uma das grandes controvérsias relacionadas à pandemia foi determinar quais informações circulavam internamente entre autoridades sanitárias, pesquisadores e organizações financiadas com recursos públicos.
O processo contra Morens demonstra que pelo menos um antigo funcionário de alto escalão do NIAID reconheceu criminalmente sua participação em uma estratégia destinada a contornar mecanismos legais criados justamente para garantir a preservação e o acesso público a registros governamentais.
O reconhecimento de culpa não resolve a discussão científica sobre a origem do SARS-CoV-2, não demonstra que a pandemia tenha sido provocada por um vazamento de laboratório e tampouco estabelece responsabilidade criminal de Anthony Fauci. Mas modifica uma parte importante da discussão documental: a tentativa de impedir que determinados registros governamentais fossem alcançados pelos mecanismos legais de transparência deixou de ser apenas uma acusação investigativa em relação a Morens e passou a integrar uma admissão formal de culpa perante a Justiça Federal americana.
A partir de agora, duas questões caminham separadamente.
A primeira é criminal e diz respeito à responsabilidade já admitida por David Morens.
A segunda é institucional e permanece em investigação: quais informações sobre pesquisas com coronavírus estavam sendo discutidas dentro das estruturas do governo americano, quais documentos foram preservados ou eliminados e até que ponto outras autoridades tinham conhecimento das práticas utilizadas para evitar pedidos de acesso público.
David Morens será sentenciado em novembro. As demais investigações continuam com possíveis novos desdobramentos, e que podem atingir diretamente Anthony Fauci.
HOLY CRAP🚨: President Trump received a call from Congress, and they were SHOCKED to learn that his administration has brought in $88 BILLION in tariff revenue.
"I got a call the other day from the people in Congress… and they called and they said, ‘There’s something wrong with the numbers, sir.’”
“‘We’re taking in much more money than we have scheduled.’ I said, ‘So far that sounds good.’ They said, ‘How much is it? About $80B.’”
“I said, ‘Do me a favor, check the tariff line.’”
“They called me back an hour later, ‘Sir, we’ve taken in $88B in tariffs.’ Isn’t that a beautiful thing?’”
LUC MONTAGNIER JÁ LIGAVA A DOENÇA DO LITO SOUSA COM VACINA COVID-19
Sobre o caso do Lito Sousa, acendeu o alerta de EFEITOS FUTUROS de cobaias que se submeteram aos experimentos genéticos disfarçados de “vacinas” da Covid-19.
Não sou eu que inventei isso, mas um estudo publicado por Luc Montagnier
em 2022.
2022!!!!
Nome do estudo: “Em direção ao surgimento de uma nova forma da doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob: Vinte e seis casos de DCJ declarados poucos dias após a aplicação de uma "vacina" contra a COVID-19.”
Nesse estudo, Luc e outros cientistas falaram sobre a doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob e sua ligação com os experimentos genéticos utilizados em vacinas, e que provocaram a doença.
Tá duvidando, zé roela?
Sou negacionista? Conspiracionista?
Leia então, cara-pálida!!!
https://t.co/K82nmfFcG1
DIA RUIM PARA MORAES E SUA PF 🐶
Justiça americana diz que documento falso foi usado para incriminar Filipe Martins e dizer que ele foi para os EUA. Por consequência, a sua prisão também foi criminosa.
Buscamos por justiça e liberdade para Filipe Martins!
🥰🤩🦇 SUPRESA | Em tratamento contra a leucemia, um menino de 4 anos tinha o sonho de conhecer o Batman. Para realizar o desejo do pequeno paciente, um médico se fantasiou do super-herói e fez uma surpresa durante sua internação em um hospital de Belo Horizonte. O momento emocionou a família e ganhou grande repercussão nas redes sociais. 🥹
Na minha opinião vão tentar eliminar André Mendonça, vai ser algo do tipo a morte de Teori Zavascki em jan de 2017. Ele era o ministro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
Era o ministro responsável por conduzir os processos da Lava Jato que envolviam autoridades com foro por prerrogativa de função, como deputados, senadores e ministros, qdo Alexandre de Moraes assumiu seu lugar.
Vai vendo... vai vendo...
🚨 ELON MUSK'S BOMBSHELL!
He just dropped the phrase that's going to change EVERYTHING:
Starlink will have a single account that covers your home antenna (with Wi-Fi included) AND your cell phone too.
“SpaceX is going to give you high-speed internet DIRECT from the satellite to your phone… no middlemen.”
When this blows up, you'll be able to watch high-definition videos standing in the middle of nowhere, in any corner of the planet.
This isn't “the future” anymore…
It's happening NOW!
Who's ready to say goodbye to dead zones?
SE COMPROVADO: HÁ POSSÍVEIS CRIMES DE RESPONSABILIDADE
⚖️ LULA — atentado ao livre exercício do Poder Judiciário — art. 85, II, da Constituição.
⚖️ MORAES — atividade político-partidária e/ou conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro da função — art. 39, itens 3 e 5, da Lei 1.079/50.
⚖️ ALCOLUMBRE — eventual responsabilização dependerá dos atos praticados, além de possível quebra de decoro parlamentar — art. 55, II, da Constituição.
DIA RUIM PARA MORAES E SUA PF 🐶Justiça americana diz que documento falso foi usado para incriminar Filipe Martins e dizer que ele foi para os EUA. Por consequência, a sua prisão também foi criminosa.
Buscamos por justiça e liberdade para Filipe Martins!
https://t.co/7b9CgFSIhk