Eu ainda vou viver para ver o dia em que esse pessoal (intergalácticos, isentões e "bocas de farofa") vai dedicar UMA sala para criticar a esquerda e o PT com a MESMA veemência com que critica quase tudo relacionado a Bolsonaro. E isso sem abrir mão da tentativa de emular algum tipo de "respeito" ao patriarca dos Bolsonaro.
@clamorpbrasil Deus usou Evan Roberts para sacudir o País de Gales com muita oração e leitura diária da Bíblia.
Evan Roberts orou tanto que até os bares tiveram que fechar as portas.
@Caetano1980@Kaster009 Vozes da maldade! Como pode ser invertido? O candidato que apresenta maior nas pesquisas eles querem tirar.
Esse povo está possesso só pode.
Dez motivos para sentir muita saudade de Jair Messias Bolsonaro:
1 Aprovação da Reforma da Previdência (2019): O texto estabeleceu idades mínimas para aposentadoria (65 anos para homens e 62 para mulheres) e novas regras de transição. A medida foi considerada fundamental para a sustentabilidade fiscal a longo prazo e para conter o déficit nas contas públicas.
2 Implementação do Auxílio Emergencial: Durante a pandemia de Covid-19, o governo instituiu o pagamento de um benefício financeiro direto que alcançou cerca de 68 milhões de brasileiros em 2020, mitigando os impactos econômicos causados pelas medidas de isolamento social.
3 Novo Marco Legal do Saneamento Básico (2020): A lei facilitou a entrada de investimentos privados no setor, com a exigência de licitações. Estabeleceu a meta de universalizar o acesso à água potável para 99% da população e o tratamento de esgoto para 90% até o ano de 2033.
4 Autonomia do Banco Central (2021): O projeto garantiu independência operacional ao órgão, fixando mandatos de quatro anos para o presidente e os diretores do BC em períodos que não coincidem com o do Presidente da República. Isso blindou a política monetária de interferências políticas diretas.
5 Lei da Liberdade Econômica (2019): Focada na desburocratização, a lei facilitou a abertura de empresas, dispensou a exigência de alvarás para atividades de baixo risco e modernizou relações trabalhistas (como a criação da Carteira de Trabalho Digital).
6 Digitalização dos Serviços Públicos: Houve uma forte expansão da plataforma https://t.co/CQWNOxBPXJ, que unificou milhares de serviços federais em um único portal. O avanço colocou o Brasil como o segundo país com a mais alta maturidade em governo digital no mundo, segundo o Banco Mundial.
7 Leilão do 5G (2021): A realização do maior leilão de telecomunicações da história do país garantiu dezenas de bilhões de reais em compromissos de investimentos pelas operadoras, com metas rigorosas para expandir a conectividade em rodovias, áreas rurais e escolas públicas.
8 Programa de Concessões e Marco das Ferrovias: O governo realizou dezenas de leilões e concessões de aeroportos, portos e rodovias para a iniciativa privada. Além disso, a aprovação do Marco Legal das Ferrovias flexibilizou as regras do setor, atraindo pedidos para bilhões em investimentos privados em novas malhas viárias.
9 Conclusão de Obras Hídricas no Nordeste: O período foi marcado pela finalização e entrega das últimas estruturas dos Eixos Norte e Leste da Transposição do Rio São Francisco, garantindo a chegada das águas a municípios de estados como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
10 Queda nos Índices de Criminalidade: O período registrou uma diminuição consistente nas taxas de crimes violentos e homicídios. Em 2021 e 2022, o Brasil atingiu os menores patamares de assassinatos da série histórica recente, mantendo uma tendência de queda iniciada em 2018.
A propósito, quanto mais saudades eu sinto de Jair, mais nojo eu tenho de Nikolas, Michelle, Silas, Zema et caterva... Mas isso é coisa minha... subjetividade, por assim dizer.
@JanainaDoBrasil@JairRoberto32 Bebeu? Fumou? Ou esqueceu o Rivotril? É sério que ela está falando que o candidato que tem maioria em todas as pesquisas deve abandonar a candidatura? Pra quem? Essa mulher não raciocina direito. Qual é a lógica disso? Ela está pensando noa Brasil? Naaaaaaaão. 🙄🙄🙄
Mais claro do que isso, só hidrogênio filtrado por um monge cartuxo que fez voto de silêncio e usa lentes de aumento e cinto de castidade. Você teria de ser realmente obtuso para fingir que não entendeu. Não olhe para o elefante no meio da sala e comente apenas que o tapete está precisando de aspirador. Diga não aos dissimulados e falsos apoiadores. Não se trata de dividir a direita, mas depurá-la. Tirar o que não presta e ficar com o que é bom.
Como marcar um território político próprio em tempos de bolsonarismo e lulopetismo? Não será, evidentemente, com o amarelinho da Seleção, nem com o vermelho de opereta comunista. Resta, então, o preto. Nikolas Ferreira surge com a pretensão, nada modesta, de encarnar a única e derradeira terceira via: um messias político desprovido de pedigree, nascido de um milagre que ele próprio julga não dever a ninguém, ancorado num futuro que dispensa o peso do passado. Atrás dele, uma legião de jovens que repele tanto o ouro gáudio quanto o carmesim ideológico e adota, em seu lugar, a cor da negação: o preto.
O preto, que nas artes plásticas e na física da luz se define pela ausência radical de reflexo, tipo: “não refletirei outras cores” ou “não contem comigo para refletir o que eu não sou”, é, coincidentemente, trazido à ribalta, para, na cabeça de muitos, representar o novo. Quase uma confissão involuntária, dirão alguns. Mas, como não recordar, diante dessa escolha, as Camicie Nere da Itália? Os Camisas Negras, milícia paramilitar do Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini, tropa de choque que garantia, a porrete e a pistola, a ascensão e a permanência do regime. Eles marchavam de negro, cor da noite, da morte e da supressão de toda nuance. É claro que a garotada de Nikolas não guarda relação orgânica com aqueles squadristi. São épocas distintas, contextos incomensuráveis. Mas as coincidências históricas, quando se repetem com tamanha precisão estética, deixam o observador levemente perplexo, como se o inconsciente coletivo da política brasileira, sempre atrasado, teimasse em reencenar velhas óperas sob novos libretos. Além do mais, o negro carrega, por razões dolorosas demais para serem ignoradas, um lastro simbólico pesado: escravidão, luto, treva. Adotá-lo como cor partidária já seria, por si, de mau gosto. Mas há ainda um segundo motivo, mais sutil e talvez mais revelador: segundo a teoria clássica das cores, o preto é neutro.
Neutro, precisamente neutro. Nem vibra, nem reflete, nem se compromete. Apenas absorve tudo e devolve o vazio. Coincidência? Ou sintoma perfeito de uma pretensa “terceira via” que, no fundo, apenas veste de elegância sombria a mesma velha indigência ideológica carmesim?
NIKOLAS FERREIRA
Usou Bolsonaro e se elegeu com o discurso do Bolsonarismo sim!
É apoiador do NOVO e Marçal sim!
Deixou de apoiar os Bolsonaro sim!
Tem um projeto de poder sim!
Pretende eleger gente contraria ao Bolsonarismo sim!
Não vote em NADA que ele indicar, NADA!!!