O Líbano acusou Israel de pulverizar um herbicida associado ao câncer em terras agrícolas no sul do país, classificando o ato como um "crime sanitário" que ameaça a segurança alimentar e o sustento dos agricultores.
O presidente do país, Joseph Aoun, condenou o que chamou de "crime ambiental e sanitário" e violação da soberania libanesa, e prometeu tomar "todas as medidas legais e diplomáticas necessárias para enfrentar essa agressão".
O governo de Israel não respondeu ao pedido de comentário do Guardian, mas a alegada pulverização reforça as acusações de que suas forças armadas estão realizando uma campanha de ecocídio com o objetivo de tornar o sul do Líbano inabitável, semelhante às suas atividades nos territórios palestinos de Gaza e da Cisjordânia.
O incidente mais recente teria ocorrido na manhã de domingo. As forças de paz da ONU afirmaram ter sido avisadas pelos militares israelenses para permanecerem abrigadas enquanto realizavam uma operação aérea para lançar o que descreveram como uma substância química não tóxica. Vídeos registraram aeronaves leves pulverizando extensivamente áreas agrícolas.
As autoridades libanesas afirmaram que análises laboratoriais identificaram que o spray continha glifosato, um herbicida potente que, em 2015, foi classificado pela Organização Mundial da Saúde como "provavelmente cancerígeno para humanos". (The Guardian)
Hey @SenPeterWelch, I appreciate you using my photo + story on the Senate floor. But demanding that Israel “end settler violence” misses the point—the settlers are the state. They’re armed, funded, and shielded by the gov’t. It was the IDF who led us straight into that ambush.