Aqui,o assunto é progresso e ñ retrocesso.Sou conservadora,sim!Esquerdista,comunista,socialista ou qualquer um q defenda genocidas e ladrões será bloqueado.
A HISTÓRIA NÃO CONTADA DA JBS
Eles confessaram 240 crimes – incluindo 124 casos de corrupção e 96 de lavagem de dinheiro. Nunca foram condenados. E o Estado que deveria puni-los virou sócio deles.
Neste vídeo do canal Spotniks, conheça a história completa da JBS e dos irmãos Batista: como um açougue no interior de Goiás se transformou na maior processadora de proteína animal do mundo, com mais de R$ 430 bilhões em faturamento, 300 mil funcionários e operações em dezenas de países.
É o retrato mais bem acabado do "capitalismo de laços" brasileiro: um sistema onde o sucesso empresarial não depende da eficiência do mercado, mas da profundidade das relações com o poder público.
O que começou em 1953 como um açougue em Anápolis, pelas mãos de "Zé Mineiro", não se tornou o maior império de proteína animal do mundo por acaso. A trajetória da empresa é uma lição de como o Estado brasileiro, através da política de "Campeões Nacionais", decidiu escolher vencedores usando o dinheiro do pagador de impostos.
A Engrenagem do BNDES e a Propina como Método: "Os Campeões Nacionais"
A metamorfose da JBS em gigante global foi operada pelo BNDES. Entre 2007 e 2009 (Lula), o banco público não apenas emprestou bilhões, mas tornou-se sócio da empresa, injetando capital para que os irmãos Joesley e Wesley Batista comprassem concorrentes estrangeiros muito maiores que eles próprios.
No entanto, as delações premiadas de 2017 revelaram o "pedágio" dessa ascensão: um esquema institucionalizado de corrupção onde 4% de cada contrato aprovado no banco voltava como propina para financiar campanhas políticas e enriquecer agentes públicos. Foram confessados 240 crimes, incluindo corrupção e lavagem de dinheiro, envolvendo quase 1.900 políticos de quase todos os partidos brasileiros.
Grande Demais para ser Punida
O ponto mais ácido da narrativa é a constatação de que o Estado brasileiro tornou-se refém da própria criatura que alimentou. O documentário expõe como, após os escândalos da Lava Jato e da Operação Carne Fraca, a JBS não apenas sobreviveu, mas prosperou.
Os irmãos Batista, que chegaram a ser presos, hoje circulam livremente pelos centros de poder em Brasília e Washington. Enquanto isso, multas bilionárias de acordos de leniência são questionadas e reduzidas na Justiça, e o governo intervém para evitar que a empresa sofra sanções severas, como a inclusão na "lista suja" do trabalho escravo, sob o pretexto de preservar empregos e a estabilidade econômica.
Do Açougue ao Setor Nuclear: O Conglomerado J&F
A expansão da holding J&F hoje desafia a lógica da concorrência privada. O grupo agora domina desde o setor de alimentos (Friboi, Seara, Swift, Pilgrim's, Maturatta, 1953, Doriana, Delícia e Seara Gourmet), financeiro (Banco Original, PicPay), celulose (Eldorado) até a matriz energética nacional (Âmbar), tornando-se o primeiro grupo privado brasileiro com participação em energia nuclear.
A relação evoluiu de um pedido de financiamento para uma sociedade estratégica.
Hoje, o Estado não é apenas o regulador da JBS; ele senta-se à mesa como sócio minoritário, incapaz de punir severamente uma empresa que se tornou uma variável crítica da balança comercial e da política industrial brasileira.
Em suma, a história da JBS não é sobre o triunfo do empreendedorismo goiano, mas sobre como os Batista aplicaram a lição do pai — "do boi não se desperdiça nada" — a todo um sistema político e jurídico, transformando o Estado em seu sócio e, simultaneamente, em seu escudo.
#JBS #Swift #PicPay #Friboi #Eldorado #Batista #LavaJato #Original #Ambar #Seara #Maturatta #Lula #Maduro #BNDES #Pilgrims #Flora
Revogar visto de entrada nos EUA é afronta a soberania nacional para a Gleisi.
🤣🤣🤣🤣
Claro! Fazer compras em Miami é um direito humano garantido pela constituição para as elites burocráticas, com o dinheiro do povo , é claro.
Calma, tem Cuba e Caracas liberado!
Skin on the game.
Você pode gostar ou não de Eduardo e do Jair Bolsonaro. Mas é inegável que os sujeitos botaram a skin on the game enquanto o pessoal dos “valores e princípios” está caladinha diante do mais explícito ataque às instituições já feitas no Brasil desde que eu nasci (e olha que eu não sou novinho - e olha que os outros recentes ataques não foram pequenos!)
Agora era a hora de deixar egos e projetos pessoais de lado pra enfrentar o nosso maior problema. Quer dizer, talvez já tenha passado da hora…
No dia que o congresso sofreu o bypass mais explícito desde que tudo isso começou, ninguém falou um A pra defender o único que está colocando a cara a tapa realmente.
Eu fui apoiador tardio de Bolsonaro, não gostava do estilo, tinha problemas com algumas de suas falas. Mas esse tipo de perseguição explícita deveria causar repulsa e o repúdio mesmo que ocorresse com nossos adversários políticos. Imagina então isso acontecendo do seu lado do espectro e você calado? Não é questão salvar o Bolsonaro. A questão é justamente salvar as instituições brasileiras para que possamos voltar a ter algo que, pelo menos, lembre vagamente uma República.
No final é melhor uma ditadura escancarada pois assim o verniz da mentira também sai das máscaras de quem apoia a liberdade apenas por interesses pessoais.
Que Deus abençoe o Brasil e os que estão brigando pela nossa liberdade e verdadeiramente pela democracia com povo.
“Vai ficar fazendo só videozinho?”, uns poucos dizem. Um vídeo já fez eles recuarem no passado. E agora, continua atormentando o governo mais corrupto da história do nosso país. Continuaremos. Quem durar mais, vence.
Até a Globo está condenando a agenda de Lula e Janja na Rússia, ao lado de diversos ditadores, entre eles Nicolás Maduro e Miguel Díaz-Canel. Democracia pra esquerda não passa de pura falácia eleitoral. Na prática é exatamente o contrário, como o novo mapa-múndi do Pochmann.