FOI RÁPIDO,
Ministro André Mendonça acaba de autorizar a quebra de todos os sigilos de LULINHA.
Está ação só é autorizada quando se tem forte indícios de envolvimento com o caso.
Lulinha, sua hora chegou.
Lula, já era.
Tudo no tempo certo.
Hoje é dia da nossa tradicional live de quinta-feira!
Excepcionalmente hoje, nos encontramos às 19h30, no meu canal do YouTube.
Vamos conversar sobre os principais assuntos do Brasil e sobre tudo o que impacta a sua vida. Participe, envie suas perguntas e faça parte desse bate-papo.
Já se inscreva no canal https://t.co/FNUswNwVPs e ative o sininho para não perder a transmissão.
Excelente, Flávio Bolsonaro. É isso que estamos falando. Mantenha as lives de quinta-feira. Não fique engessado. Faça com o coração.
É isso que o povo espera. Seu pai falava com o coração, e você tem esse dom. Use-o não só para falar, mas também para entender os anseios do povo brasileiro. Continue assim.
É com o coração cheio de orgulho e alegria que compartilho com vocês: minha mãe, Rogéria Bolsonaro, é candidata a Deputada Federal pelo Rio de Janeiro!
Conheço de perto sua força, sua fé e seu amor pelo Brasil. Ela vai representar as famílias brasileiras com a mesma garra e dedicação com que cuida da nossa. Te amo, mãe. Você será uma excelente parlamentar. Com a sua força, vamos transformar o Brasil e a Câmara dos Deputados
Portinho é Samuel Malafaia
Samuel Malafaia é Portinho
Uma chapa de cristãos para continuar fazendo a diferença no Senado
Deus nos abençoe 🙏
VENCEREMOS com @flaviobolsonaro@SamuelMalafaia
OTONI DE PAULA E A “DIREITA" PERMITIDA DO LULA.
Olha só o Pastorzinho do Planalto, Otoni de Paula, o mesmo que já se vendeu em tantas prateleiras diferentes, agora soltando a joia: em um segundo turno entre Flávio e Lula, ele vota no Lula.
Que surpresa. Que choque. Que reviravolta ética.
Esse cidadão é uma vergonha ambulante para qualquer evangélico que ainda tem um mínimo de decência e de memória. Pastor? De quê, exatamente? Do rebanho que ele entrega de bandeja pro mesmo projeto que sempre desprezou os valores que ele diz defender?
Entendam de uma vez por todas, sem mais desculpas esfarrapadas: quem está contra o Flávio, no final das contas, está com o Lula. Não existe “terceira via”, não existe “voto de consciência”, não existe “crítica construtiva”. Existe só a escolha clara entre quem quer o Brasil de pé e quem prefere o Brasil ajoelhado de novo.
Quem ainda finja não ver isso ou é cego ou é cúmplice.
São muitas as coisas que me causam estranhamento na política brasileira. Coisas que realmente me incomodam, no sentido mais visceral do termo. Tomemos, por exemplo, esse garoto que se fez deputado e agora percorre o país a fabricar bancada de novos eleitos. Isso me perturba. Senão, vejamos: no meu tempo, sair pelo Brasil afora a costurar bancada era privilégio de mandatários. Nada mais natural que um presidente percorresse o território nacional a recomendar votos em seus correligionários, de partido ou de ideologia. Ao baixo-clero cabia a mesma operação, porém em escala proporcional, ou seja, modesta, restrita a estados e municípios. O deputado Nikolas, contudo, subverteu essa ordem natural das coisas. Agora ele viaja o país indicando garotos imberbes como ele próprio e isso é perturbador: em primeiro lugar, porque Nikolas não está alinhado com o seu partido, que deveria reservar a atividade correligionária ao concorrente oficial ao cargo executivo máximo, isto é, Flávio. Em segundo lugar, porque rodar o Brasil custa caro, sobretudo para um jovem cujo salário é incompatível com tamanha mobilidade. Pergunta-se, então, quase por instinto: quem banca a aventura do mancebo? Em terceiro lugar, porque os indicados por ele não são os indicados pelo líder máximo da direita, Jair Bolsonaro, a quem o rapaz jura pertencer. Estranho, não? Mais estranho ainda é o fato de que o menino Nikolas só se engajou na campanha de Flávio nos últimos minutos do segundo tempo e, coincidentemente, seus protegidos não citam Flávio nas redes sociais.
O que verdadeiramente me inquieta é perceber que Nikolas, impulsionado por um poder econômico considerável, percorre o país estruturando, já agora, a sua própria campanha presidencial, prevista para daqui a quatro anos. Digo poder econômico porque, segundo a imprensa, ele tem viajado de jatinho particular. Isso custa caro, tão caro que nem mesmo Jair Bolsonaro se permitia tal luxo. Bolsonaro voava de carreira, vivia nos aeroportos, onde o povo o cercava para o abraço e o apoio. Não é o caso de Nikolas.
Politicamente, ele já integra uma elite bem privilegiada. É curioso, também, que o rapaz tenha saído de uma região pobre e hoje circule entre amigos e parentes abastados. Casou-se com mulher rica, dirão os biógrafos e os adoradores. Sim, é verdade. Logo, ele agora é rico. Mas o problema não está em ser rico; está em dever favores a grupos poderosos, porque isso termina, invariavelmente, em formação de oligarquia. Nikolas não amadureceu o tempo suficiente para resistir às três tentações do deserto. Entrou ontem na política e já faz parte de uma oligarquia. Não há nada de orgânico nessa ascensão meteórica e esse é o problema, pois o que não é orgânico costuma ser marionete. Abre o olho, Brasil.