falo coisas aleatórias e sem sentido, às vezes escolho as que fazem sentido, o problema é serem sempre profundas. 8/80. numa jornada de leitura de mim. 🏹
Em 06/06/2024, num portal cósmico, vc chegou na minha vida, consolidou minha missão e colocou mais uma pedra no mosaico que sou. Me fez entender que ao meu lado sempre estou um exemplo de amor incondicional, amor sem poréns, que nós humanos somos capazes de amar sem idealização.
Não quero dar uma de Coach Fuleiro
Mas para avançar em seu projeto de vida
É necessário correr o risco de FRACASSAR
Estava lendo uma reportagem muito interessante
Mostrando que a maioria das pessoas que buscam oportunidades
A chance aparece
Surge Junto o medo de falhar 🧶
Fui ler Alice no País das Maravilhadas, abandonei, que livro chato, quando ela conhece a Rainha, que chatice sem tamanho. Abandonei sem culpa, pode ser clássico como for, é chato.
como tantas mulhres, sofro da maldiçã0 de cassandra.
a gente fala as coisas, ninguém dá ouvidos.
não sou nenhuma pitonisa, mas quem sofre da mesma coisa sabe.
mulheres, especialmente.
a gente intui, ou sabe, ou conclui, fala e... ninguém acredita.
e qdo a gente depois, nos provamos certas,
ninguem credita.
Por que a China esperou até agora para usar as terras raras como alavanca contra os Estados Unidos?
Muitos se perguntam por que não fez isso ainda no primeiro governo Trump, quando começaram as hostilidades comerciais, ou quando o governo Biden impôs os controles de exportação de chips.
Um analista chinês apresentou uma explicação fascinante e, surpreendentemente, o motivo central é o hélio.
Até 2022, a China importava 95% do seu hélio, quase todo controlado pelos EUA.
Quatro das dez maiores produtoras mundiais são americanas, e as demais dependem de tecnologia dos EUA.
O hélio, embora conhecido como o gás dos balões, é essencial para indústrias estratégicas como computação quântica, foguetes, máquinas de ressonância magnética e litografia de chips.
Na prática, isso significava que, se a China usasse as terras raras como arma, os EUA poderiam retaliar com um bloqueio de hélio, o que seria devastador.
Percebendo essa vulnerabilidade, Pequim iniciou uma corrida silenciosa para quebrar as algemas do hélio, construindo sete novas plantas de extração e passando a importar de parceiros como a Rússia.
Ao mesmo tempo, centros de pesquisa e a Academia Chinesa de Ciências desenvolveram novas tecnologias de extração, rompendo o antigo monopólio americano.
O resultado: ao final de 2024, a dependência chinesa do hélio americano caiu para menos de 5%.
Esse é o ponto que muitos ignoram: poder real não se mede por discursos, mas pela capacidade de agir.
A maioria dos países não reage às sanções dos EUA porque simplesmente não tem alternativas, nem tecnologia, nem cadeias de suprimento autônomas.
A China foi o primeiro país a trabalhar sistematicamente para eliminar cada ponto de pressão: hélio, chips, energia, telecomunicações, farmacêuticos e outros setores estratégicos.
Por isso, a carta das terras raras só agora pode ser jogada, não por agressividade, mas porque a China finalmente tem condições de dizer “não”.
Como europeu, esse cenário é deprimente e inspirador ao mesmo tempo.
Deprimente por mostrar o tamanho do desafio de se tornar realmente soberano. Inspirador porque a China provou que é possível, e em pouco tempo, quando há competência e planejamento de longo prazo.
Fontes e texto original do @RnaudBertrand
Despertou-se um interesse em mim por ler e estudar um pouco sobre traumas. Pois tem situações e momentos que transformam toda nossa vida, são pontos de inflexão.
@FariasPsicologo tens algum livro para indicar?
Por mais que cuidar do cabelo seja responsabilidade dos pais, não retira a força algo que a criança ama. Isso é violência e pode causar traumas irreparáveis.
Desejo que Deus me dê filhos para que eu os possa amar e respeitar, sempre usando de bom senso.
@psiclaracorrea Se achar algum adv da área quero conhecer. Pq conheço alguns especialistas em saúde suplementar mas não pegam casos por não saber qual a melhor forma de atuar no caso.