Hey friends! 👋
I’m looking for new projects & opportunities✨🥰
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👇 Here's my portfolio:
https://t.co/Fdkt4MIcc3
Most open-source PDF tools extract structure.
We open-sourced the part nobody else gives away for free — writing accessibility tags back into the original PDF itself.
Released Apr 30, 2026, in OpenDataLoader PDF.
Why it matters now:
🇺🇸 ADA Title II — Apr 2026 deadline now in force
🇪🇺 EU Accessibility Act (EAA) — already mandatory
Millions of untagged PDFs need conversion. Existing tools cap free tiers at ~tens of pages/month, or charge tens of thousands of dollars per year for production use.
What we shipped:
🤖 AI detects headings, tables, lists, and images
🏷️ Rebuilds them as accessibility-compliant tags
📝 Writes them directly into the original PDF
🔒 Runs on-premise — sensitive docs never leave your network
♾No page caps, no watermarks
🐍 Python · Node.js · Java libraries + CLI
Generates Tagged PDFs to PDF Association specifications and the PDF/UA standard, with quality validation co-developed with the veraPDF team (Dual Lab).
⭐ GitHub → https://t.co/PEJ5am84di
🌐 Site → https://t.co/GBOUHOb8zE
☢️ Reflexão da Cooperativa: a distorção do conceito da redistribuição
A redistribuição, em teoria, até é uma ideia decente. Cada um contribui conforme pode, para que todos possam usufruir de um bem comum, da escola, dos hospitais, segurança, estradas, enfim, tudo isto. Não é caridade, isso é outra coisa.
Camaradas, o problema começa quando a teoria sai do livro e segue para implementação no balcão do Estado. Aí é que a redistribuição deixa de ser a ponte entre quem pode e quem precisa, para passar a ser uma escada rolante descendente onde a classe média despeja a carteira para a máquina pública se servir a seu belo prazer.
O pobre aparece sempre como figura de cartaz. É ele o rosto da campanha, o argumento, o refém emocional. Como é que se pode cortar aqui? Perguntam-nos eles, com uma criança descalça numa mão e a fatura fiscal na outra. E nós calamo-nos, porque ninguém decente quer deixar alguém debaixo da ponte. Só que, no fim, o pobre recebe a migalha, a classe média paga a conta, e o Estado recebe a travessa com o leitão.
É assim que funciona, em nome dos desfavorecidos, construiu-se uma engrenagem cada vez mais perversa. Direções, institutos, observatórios, gabinetes, fundações, programas, estratégias, planos, subplanos e comissões para avaliar se o plano do subplano respeita a estratégia da comissão, seja para integrar os ciganos na sociedade, para tirar os sem abrigo da rua, ou levar o arroz à mesa de quem passa fome. Tudo muito social. Tudo muito humano. Tudo demasiado caro para o que daí resulta.
⚠️A redistribuição devia servir para levantar pessoas através do acesso ao bem comum. Nem é por esmola. mas em Portugal, serve demasiadas vezes para sustentar estruturas pesadas. Não se tira ao remediado para libertar o pobre; tira-se ao remediado para alimentar a máquina que promete libertar o pobre amanhã, depois de amanhã, ou no próximo quadro comunitário. Percebes a diferença? Não é a mesma coisa.
E há aqui uma perversão ainda maior camaradas. Um país sério redistribui depois de criar riqueza. Portugal tenta redistribuir enquanto estrangula quem ainda a produz. Esmaga salários com impostos, castiga trabalho, penaliza ambição, confisca rendimento e depois espanta-se que a prosperidade não apareça.
A classe média tornou-se o animal de carga da República. Não é suficientemente pobre para ser protegida, nem suficientemente rica para se escapar. Trabalha, paga, espera, adia, corta e engole.
Camaradas;
1⃣ Justiça social não é transformar quem trabalha em patrocinador da obesidade do Estado.
2⃣ Justiça social não é usar os pobres como álibi fiscal.
3⃣ Justiça social não é redistribuir pobreza.
Redistribuir devia ser tirar um pouco a muitos para impedir que alguns fiquem para trás. Em Portugal, tornou-se em tirar muito aos mesmos para garantir que a máquina nunca fica descalça.
➡️➡️➡️É esta a grande fraude moral do nosso tempo! Dizem que o Estado mete a mão no nosso bolso para alimentar os pobres, mas quando olhamos bem para a coisa, os pobres continuam magros e com fome, e quem continua gordinho, é sempre o mesmo, o Estado.
Para vossa eventual reflexão.
O dono da cooperativa
NOTA: taxar os super ricos é conversa para boi dormir. Não chega, não serve, eles voam para outro lado, porque podem. O cerne da questão em todos os países é sempre a classe média.
@jeffrey_way Great content, thanks! I noticed a small video bug on episode 8 around 5ish and 10ish minutes; The recording footage of Jeremy is accelerated, but the audio is normal. It does not affect the video, though, it's just a glitch :)
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@AkitaOnRails Lá pelos 35-40 todos temos ao menos um deslocamento dos discos da lombar, e um dia a conta chega mesmo. A minha chegou com uns 33 (tenho 46 agora) e, se não tomo o cuidado de alongar dia sim, dia não e reforçar a lombar com exercícios a cada 2-3 semanas, essa dor volta.
I'm trying to figure out where to live next, and one big consideration is the climate. So naturally I made a tool that represents monthly average temperatures for cities as 3D rings so they can be compared more easily. Check it out: https://t.co/MqPb0ufLYY