Padre Leomar Nascimento alerta para o perigo do discurso de Flávio Bolsonaro, que representa o domínio do país por uma única religião.
O BRASIL É DOS BRASILEIROS
Vou falar pela última vez sobre a gravidade do que aconteceu ontem: colocar um neonazista para ser entrevistado no Jornal Nacional, fantasiado de candidato político, como se estivéssemos diante de uma candidatura normal.
Não estamos. Estamos falando de um dos piores tipos de redpill, de alguém que já fez apologia ao estupro, que dissemina ódio contra mulheres e que transforma violência em discurso político. E o mais assustador é ver mulheres elogiando o que ele fez ontem.
Ele defende abertamente o fim das instituições, ataca o STF, naturaliza a ideia de matar pessoas nas ruas e trata quem vive nas periferias e comunidades como se não fosse cidadão. Isso não é uma proposta política normal. Normalizar esse discurso é extremamente perigoso.
E existe um problema ainda maior: nós já alertamos sobre esse processo em 2018, com Bolsonaro, e mesmo assim aconteceu. Hoje existe uma parcela da juventude sendo capturada por uma cultura extremamente radicalizada, especialmente nas redes, em que meninos aprendem a transformar frustração em ódio contra mulheres. Renan representa exatamente esse fenômeno.
O que mais me assusta é ver gente que eu acreditava estar caminhando para outro campo político tratando o que aconteceu ontem como algo positivo. Não é. Isso deveria acender todos os alertas.
Estamos entrando em um lugar muito perigoso. E, sinceramente, eu já nem sei mais o que é necessário fazer para interromper e reverter esse processo antes que ele seja completamente normalizado.
É bem hilário quando eleitores reconhecem que o candidato que apoiam é um despreparado. Só que, em vez de procurar outro nome para apoiar, ficam irritados com as situações em que esse despreparo é exposto
Nunca esqueço quando, em 2008 no auge da gripe, o Lula e o Serra eram os maiores adversários políticos da época e mesmo assim simularam vacinando o braço do outro pra incentivar a vacinação… sinto que o bolsonarismo nos roubou tanto 😭
🚨 URGENTE! Lindbergh Farias acaba de denunciar que o PL apresentou cinco emendas para BARRAR e atrapalhar a votação da PEC do FIM DA ESCALA 6X1, marcada para a próxima semana.
A ação ocorre após Flávio Bolsonaro pedir para os senadores atrapalharem a aprovação do projeto que beneficia milhões de brasileiros.
100 DIAS SEM RESPOSTA
TARIFLÁVIO CADÊ OS MILHÕES
isso daqui é muito irônico, caetano veloso, maria bethânia, gil, djvan, xuxa estão lotando estádios através da iniciativa privada enquanto os mundo sertanejo enriquece através de dinheiro publico kkkkkkkk
Pobre de direita é contra o Lula. Aí, passa mal, chama o SAMU, faz consulta com médico do Programa Mais Médicos, pega remédio no Programa Farmácia Popular e volta para a casa financiada pelo Programa Minha Casa Minha Vida, tudo feito pelo Lula.
VIU ISSO??? 🤯
Ilia Malinin deu um salto mortal que é tão arriscado que foi proibido nas competições durante 50 anos.
Na Globo, você tem a transmissão mais quente das Olimpíadas de Inverno 📺
#OlimpíadasDeInverno#OlimpíadasDeInvernoNaGlobo#NevouNaGlobo
Sobre essa declaração grotesca do Paulo Figueiredo contra as mulheres: lembrei dessa extraordinária peça da campanha de 2022. Eles todos são assim, é questão de índole.
"Quem não respeita as mulheres, não merece o seu respeito"
Davi Alcolumbre diz que não está normal a quantidade de ataques que recebe por não pautar o fim da escala 6x1 no Senado. Pois eu acho que está pouco. O que não é normal é insistir em ignorar a demanda de 40 milhões de brasileiros. Tá achando ruim? Ou pauta logo ou pede pra sair.
@senadorpetecao Vote SIM à proposta q acaba c a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho p até 40h semanais, sem redução de salário.
https://t.co/hkHlJL8Ei4
RECUOU! Davi Alcolumbre retirou as chamadas "pautas bombas" da lista de votação do Senado, depois de receber duras críticas nas redes sociais e na mídia. Ele ainda tentou se fazer de vítima e disse que está sendo atacado. Basta ele parar de querer prejudicar o Brasil que não será atacado.
Ministério Público processa influenciador Leonardo Marcondes, que disse que pessoas pobres não deveriam ter direito ao voto. Na ação, a Promotoria pede a remoção do vídeo e uma indenização de R$ 300 mil