"Radical Records – Uma enciclopédia da música independente e lutas por libertação" será nosso lançamento de setembro, a partir de uma campanha de financiamento coletivo, com muitas novidades para além da publicação!
"Queremos música rebelde, música de rua. Música que quebre o medo que as pessoas têm umas das outras. Música de crise. Música agora. Música que sabe quem é o verdadeiro inimigo. Ame a música, odeie o racismo."
Confira a campanha de nosso livro em https://t.co/nzJsTSZaQz
Obra lançada pela sobinfluencia edições mergulha nas entranhas da contracultura ao catalogar quase mil selos independentes que viraram armas políticas – de discos de partidos a LPs de guerrilhas. Leia um trecho e concorra a um exemplar
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sobinfluencia na Festa do livro da USP!
Se você não é de São Paulo e quer o mesmo desconto em nossos livros, participe de nosso grupo no WhatsApp: https://t.co/aPPOouDDJB
Com Shepp como farol, os editores examinam a apresentação do quarteto Shepp–Dixon no festival como uma “manifestação singular” capaz de “distorcer todo o constructo ideológico do mandato político internacional do jazz” durante a Guerra Fria.
Saiba mais em https://t.co/9mu7W1jb2h
Comunismo free jazz em pré-venda!
Em 1966, Archie Shepp declarou:
“O jazz é anti-guerra; é contra a guerra no Vietnã; é a favor de Cuba; é pela libertação de todos os povos. Essa é a natureza do jazz. Porque o jazz nase da opressão, nasce da escravidão do meu povo.”
Essa leitura explosiva da música — e, em particular, do que se chamou de free jazz — serve de base para este livro. Voltado especialmente ao festival realizado em Helsinki em 1962 — a oitava edição de um encontro comunista da juventude que vinha ocorrendo desde 1947.
Em Querida ciência e outras histórias, Katherine McKittrick apresenta um estudo criativo e rigoroso das metodologias negras e anticoloniais. Apoiada nos estudos negros, nos estudos raciais, na geografia cultural e no feminismo negro [+]
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McKittrick analisa textos de intelectuais e artistas que vão de Sylvia Wynter à dupla de música eletrônica Drexciya, explorando como narrativas de imprecisão e relacionalidade interrompem sistemas de conhecimento que buscam observar, indexar, conhecer e disciplinar a negridade.
Estou perplexa e entusiasmada! Um livro que entende o que eu penso e sinto e tenho vivido e experimentado, mas tenho tido dificuldade de elaborar em público num discurso coerente!
Se alguém quiser me presentear, agradeço.
Da ótima @sobinfluencia_.
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Uma análise do fim que não chega com um estrondo, mas com um bocejo – um esgotamento que ecoa nas estruturas do desejo e da linguagem, afetando tanto o que sentimos quanto o que ainda somos capazes de imaginar.
Confira SEMIÓTICA DO FIM:
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Tô lendo poesia acadiana traduzida direto de entalhes cuneiformes pelo Guilherme Gontijo Flores e pelo Adriano Scandolara nessa edição magnífica da @sobinfluencia_.
Enheduana, queres o mundo? Eu te dou (se isso não te irritar e te fizer conjurar a ira de Inana, claro).
AMANHÃ!
Para expandir o debate proposto por nosso novo livro, Armado pelo design, reunimos pesquisadores, artistas e curiosos para trocar sobre processos que transformam o ato de imprimir e desenvolver linguagens visuais em ações coletivas que enriquecem o vocabulário das lutas.
O livro reúne artistas e pensadores de diversas partes do mundo cujo trabalho foi impactado pelo legado da OSPAAAL.
Saiba mais sobre o livro e a campanha em https://t.co/6zOLHvWSVT
ARMADO PELO DESIGN – Novo livro!
Armado pelo design reflete sobre a interseção entre design gráfico e trabalho de solidariedade política na Cuba revolucionária, tomando como lente a produção da OSPAAAL, a Organização de Solidariedade dos Povos da África, Ásia e América Latina.
Com sede em Havana, a OSPAAAL produziu quase quinhentos pôsteres, revistas e livros a partir do final da década de 1960, com a maior parte de seu trabalho cessando no final da década de 1980.