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Não, Jill, você com certeza não está ficando louca. Isso faz completo sentido, na verdade. — Afirmou, ainda incerto sobre expor demais qualquer coisa para a Valentine, afinal, não queria meter ela em ainda mais problemas. — Você teve acesso à alguma prova física?
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Ah, qual é?! [ Protestou, franzindo o cenho em uma expressão quase frustrada, caso não tivesse com um meio sorriso estampado e um riso querendo escapar da garganta. ] Eu só tava pensando numa aposta que realmente pareça algo em que vamos nos ( + )
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Completamente injusto! [ Cruzou os braços em frente ao peito, o cenho franzido. Certo, seu apartamento poderia não ser o mais arrumado, mas também não era um caos total. ] Olha, se você tá precisando muito de uma faxineira, eu posso te passar o contato de algumas ( + )
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O Redfield permaneceu ali, estático, acompanhando a movimentação do loiro com os olhos. — Já sabe quais são as ordens depois de levar as amostras? Irão analisar?
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empunhada, entretanto, abaixada. — É claro que seria mais uma experiência. — Ditou com escárnio, encarando o rapaz em sua frente. — E aparentemente a BSAA achou uma ótima ideia trazer alguém com um legado tão infame pra corporação.
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Um riso soprado mas nada divertido escapou dos lábios do fundador da BSAA com a resposta dada pelo outro; ao mesmo tempo, cenas dos horrores que viu e vivenciou na Antártida quando procurava por Claire passavam como flashes em sua mente. Anos poderiam ter se passado ( + )
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maior do que parecia, e todas as pessoas que tornaram-se monstros por causa de indivíduos como os da família Ashford por promessas vazias e propostas de emprego… O Redfield sentia o sangue ferver. Ódio quase o corroía enquanto mantinha a arma ( + )
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Além do clima? Bom. . . — interrompeu a própria fala para puxar o tecido do sobretudo do lado direito, mostrando o coldre com a faca e arma. — Acredito que seja melhor esconder meu equipamento do que ficar ostentando ele para todos.
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Eu não esperava te ver por aqui. — admitiu o Redfield ao ver uma terceira figura afastando-se do rapaz na medida em que dava alguns passos adiante.
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Dessa vez eu vou ter que concordar com você. — afirmou Chris ao que checava a tela do aparelho que continha o mapa. — Esse não é o nosso caminho, então vamos dar a volta pela parte superior e conseguir acesso ao ponto no qual realmente precisamos chegar.
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Sei como é. — afirmou quase num suspiro, o menear de cabeça vindo em seguida como uma resposta não verbal, apesar desta ter saído de seus lábios. — O próprio. E você é Helena Harper, certo?
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Na verdade. . . — um intervalo silencioso veio do início da frase do Redfield enquanto o torso deste era virado para trás, os olhos alcançando o corpo agora disforme jogado numa poça de sangue seca metros distante de ambos; Ada compunha o nível superior ao seu por ( + )
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foi empunhar a arma e disparar um tiro na direção alheia. — Eu tenho plena certeza de que você não é o Alexander Ashford que de certa forma conheci, então quem é você?
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Chris achou que estivesse escutando errado, quase como se uma granada tivesse estourado perto de si e lhe tampado os tímpanos por um momento, mas ainda sim, o nome reverberou dentro da sua cabeça como uma reza bizarra. A expressão do norte-americano que já ( +)
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não estava das melhores, piorou e ele desviou os olhos claros da mão estendida em sua direção e o rosto do jovem desconhecido, porém ao mesmo tempo tão conhecido. — Ashford, certo? — Não fez menção em estender a mão para cumprimentá-lo, pelo contrário, desejou mesmo ( + )
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