Como uma construção comercial permanente foi autorizada em um canteiro público? O IPHAN aprovou? O IRPH foi consultado? Quem autorizou a supressão das árvores? Enquanto as obras avançam, os documentos permanecem inacessíveis à população.
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Recomendo ver, no Canal Curta o documentário em 2 episódios, A Reinvenção da China. Nada foi fácil, nem casual, para China chegar hoje aonde ela chegou. Valeu a pena?
A proposta de novas obras viárias e demolições na Praça XI avança sem debate público amplo. Decisões que afetam mobilidade , patrimônio , memória da cidade e o cotidiano dos cariocas seguem cercadas de contradições e falta de transparência.
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A Câmara do Rio aprovou, em 1ª votação um projeto que pode transformar profundamente a região da Praça XI — sem estudos técnicos, sem transparência e com pareceres dados de forma oral.
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A Prefeitura quer promover uma grande transformação urbana na região do Sambódromo. Mas a audiência pública para discutir o projeto foi marcada com menos de 48 h de antecedência e sem divulgação dos estudos técnicos. O que está por trás do projeto?
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Publicado no Diário do Rio de Janeiro, o meu artigo no qual destaco o risco de desmonte da proteção histórica conferida às áreas verdes, praças, parques e unidades de conservação do Rio de Janeiro Leiam em https://t.co/wpkgf1qpg6
Todos à Câmara nesta terça-feira, dia 24, para barrarmos essa aberração ! Os vereadores querem privatizar todos os parques, praças e áreas verdes existentes na Cidade !! Tudo tem que gerar lucro para o setor privado. Não !!!
Participei do podcast "Voz Urbana", do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro - @caurjoficial , para falar sobre a arborização urbana e o desmonte silencioso das garantias ambientais no Rio de Janeiro.
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Na 2ª edição do RJTV , fui entrevistada para falar sobre o a ameaça que paira sobre o Pavilhão de São Cristóvão. Mesmo tombado, o espaço histórico corre o risco de ir a leilão, levantando dúvidas jurídicas e preocupações sobre a preservação do patrimônio cultural do Rio.
📰 Publicado o meu artigo sobre como o Rio de Janeiro vem trocando o seu maior patrimônio — a paisagem 🌄 — por políticas urbanísticas de curto prazo. Ar, sol e beleza dão lugar a muros urbanos 🧱, em nome de dinheiro fácil 💰 e ganhos imediatos.
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Embora o município divulgue com entusiasmo o novo programa de compensação ambiental , a medida soa mais como reação a uma longa série de decisões que provocaram danos significativos ao patrimônio natural e cultural da cidade.
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Publicado no portal JUS , o meu artigo no qual abordo a questão do tombamento de bens públicos municipais e sua relação com áreas de proteção federal, com destaque as mutilações do Pão de Açúcar e do Jardim de Alah
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Belém, c/ população d 750 mil cidadãos q vivem em favelas; + d metade d população d cidade. Falência total d políticas públicas urbanas no Brasil! Mas, há proprietários urbanos q nada pagam pela multiplicação de seus terrenos. Cidade sem Outorga Onerosa
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Jardim de Alah: a materialização do PL da DEVASTAÇÃO
No Rio, não precisamos nem de lei, basta a vontade do Prefeito, que diz que a Cidade não tem dinheiro para cuidar de um Jardim público Tombado, com a chancela dos funcionários que compõem os órgãos de proteção do patrimônio
A morte de um jardim carioca, pela instrumento da ganância comercial tupiniquim, enquanto a elite, que ainda pode, exalta o verde e os 3 mil parques de Londres!
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