Estou acionando o Ministério Público contra esses streamers e contra a própria plataforma ‘KICK’.
Gravar uma pessoa na rua, sem mais nem menos, submetê-la ao deboche e ofensas de teor homofóbico e transmitir tudo isso ao vivo não é entretenimento.
E isso vale pros streamers e pra plataforma que, ao que tudo indica, não apenas permite esse conteúdo, como o incentiva e o monetiza.
Queremos responsabilização, queremos multa e queremos que todo o dinheiro vá para políticas públicas de proteção a pessoas LGBTQIA+ e de combate aos crimes de ódio.
E também estou cobrando, via Ministério Público, que a organização do Rock in Rio e a Prefeitura do Rio melhorem seu esquema de segurança na área dos gradis de acesso e saída do evento.
Toda a minha solidariedade ao João Victor.
Não podemos aceitar jamais a homofobia e qualquer forma de LGBTfobia recreativa. Quando nossas existências viram conteúdo ou piada, a desumanização já está em curso.
Eu e Janja recebemos nesta quarta, no Palácio do Planalto, a visita do ator Leonardo DiCaprio.
No encontro, que durou cerca de 40 minutos, conversamos sobre os impactos das mudanças climáticas e as iniciativas do governo brasileiro de proteção ao meio ambiente, com redução recorde do desmatamento, enfrentamento ao garimpo ilegal e demarcação de terras indígenas.
Destaquei que o Brasil tem a matriz energética mais limpa do mundo, além de ser grande produtor de biocombustíveis, o que reduz a emissão de CO2, com a mistura de 32% de etanol na gasolina e de 15% de biodiesel no diesel.
DiCaprio contou como conheceu o Xingu, há 25 anos, relatou a amizade com o cacique Raoni e falou do trabalho de sua organização em defesa da proteção dos territórios indígenas e das florestas no Brasil – em parceria com o governo federal -, além de ações na África e na Ásia. Parabenizei DiCaprio pelo seu compromisso com a causa ambiental e indígena.
O ator e ativista estava acompanhado do CEO Wes Sechrest, que elogiou o Brasil pela criação do Fundo Tropical Florestas para Sempre (TFFF). O fundo inova ao disponibilizar parte dos rendimentos para recompensar países que mantêm suas florestas de pé e, ao mesmo tempo, garantir retorno aos seus investidores.
A audiência foi acompanhada pela ministra Margareth Menezes (Cultura), seu secretário-executivo Márcio Tavares, pelos ministros Eloy Terena (Povos Indígenas) e João Paulo Capobianco (Meio Ambiente), além do diretor da Re:wild no Brasil, Rodrigo Medeiros; e na América Latina, Christopher Jordan.
📸 @ricardostuckert
fui organizar os meus remédios da semana hoje e percebi q tomei dorflex a semana inteira ao invés do regulador de humor isso explica pq eu to querendo matar meio mundo