BREAKING: Brazilian Tyrant Judge Alexandre de Voldemort has blocked U.S. State Department Official Darren Beattie from visiting Former President Jair Bolsonaro, who is serving a 27 year prison sentence.
Pessoal, ajude compartilhando:
⚠️ Novas e preocupantes informações sobre o Filipe Martins.
Ontem, Alexandre de Moraes despachou mantendo Filipe preso em Ponta Grossa, na cadeia pública onde ele está mal acomodado e em risco de vida.
E atenção: isso acontece justamente no dia em que o juiz do processo que corre nos Estados Unidos determinou a quebra de todo o sigilo sobre os atos de falsificação que supostamente justificaram sua prisão. A falsidade logo será integralmente revelada. Coincidência?
Para piorar, a administração penitenciária do Paraná transferiu o Filipe para uma cela sem câmera de videomonitoramento -- às vésperas do fim de semana, quando ele não pode receber visitas. Mais uma coincidência?
O responsável por essa barbaridade é Alexandre de Moraes. Mas apelo ao Governador do Paraná Ratinho Jr: o senhor pode ajudar o Filipe. Se acontecer qualquer coisa com ele dentro do seu Estado, numa unidade sem as devidas condições de segurança, embora existam no próprio Paraná outras plenamente aptas a recebê-lo com segurança, apesar de tantos avisos e informações já disponíveis, sobrará para o senhor uma conta política muito alta.
Peço também que nossos parlamentares de direita se manifestem agora e fiquem em vigília pelo Filipe. As revelações do caso Master deixam claro que os dias de abuso de Alexandre de Moraes estão contados, mas precisamos proteger as vidas que ainda dependem da caneta que ele lamentavelmente empunha.
🔁 Compartilhe, por favor. Isso precisa de visibilidade.
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@FlavioBolsonaro@jairbolsonaro@BolsonaroSP O Brasil precisa voltar à normalidade! Tem que ser muito canalha e FDP (ou um idiota alienado) para dizer que vivemos numa "normalidade" enquanto temos tantos exilados, censurados e presos políticos!
Bolsonaro está preso por uma narrativa cretina de algo que nunca existiu!
Carta Aberta ao Presidente Donald J. Trump
Presidente dos Estados Unidos da América
Excelentíssimo Senhor Presidente Donald J. Trump,
Dirijo-me a Vossa Excelência com o mais profundo respeito, em nome de milhões de brasileiros que ainda acreditam na liberdade, na verdade e na soberania dos povos.
Sou Allan dos Santos, analista político da Revista Timeline, e escrevo-lhe esta carta aberta em solidariedade e esperança.
Senhor Presidente, assim como o senhor enfrentou uma batalha injusta contra aqueles que negavam a fraude eleitoral de 2020 e buscaram destruir o movimento Make America Great Again, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro vive hoje no Brasil uma perseguição política e judicial de natureza semelhante — talvez ainda mais brutal.
Após uma eleição marcada por irregularidades, Bolsonaro vem sendo atacado por um sistema que deseja arrancar dele o poder simbólico e político que conquistou junto ao povo. Pseudoapoiadores, que nada seriam sem ele, hoje vivem de explorar o espólio do movimento que ele construiu, negando sua importância e alimentando calúnias para se manter próximos ao poder.
O senhor, mais do que ninguém, compreende essa realidade. Sua vitória em 2024 foi fruto da perseverança e da fé de milhões que entenderam sua mensagem — uma mensagem que em 2020 foi abafada pela manipulação e pela censura. O mesmo ocorre hoje no Brasil.
Não escrevo para tratar apenas do sistema eleitoral brasileiro, mas para fazer um apelo urgente e direto:
Presidente Trump, ouça Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) — e somente Eduardo Bolsonaro — quando o assunto for o destino das vítimas do ministro Alexandre de Moraes e da ditadura judicial que domina o Brasil.
O senhor já tem dialogado com Eduardo Bolsonaro, e sei que compreende o que está em jogo. Mas é vital que nenhuma outra voz, por mais próxima que pareça, interfira nesse canal de confiança. Somente Eduardo conhece a dor real de seu pai, o sofrimento psicológico e moral que ele vive como preso político, condenado sem crime, sem foro competente e sem o devido processo legal.
Querem lançar Jair Messias Bolsonaro a uma prisão comum, junto a membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) — o maior grupo criminoso do país. Trata-se de uma tentativa clara de intimidação, de destruição pessoal e simbólica. O mesmo tipo de tática usada contra o senhor: destruir um líder para aterrorizar um povo.
Mas o Brasil não é inimigo dos Estados Unidos. Pelo contrário — o povo brasileiro vê em sua liderança a esperança de um mundo livre da tirania globalista, que hoje se expressa no controle ideológico, na censura digital e nas alianças espúrias entre governos corruptos e o Partido Comunista Chinês.
Vivemos sob a influência direta de uma rede que une narcotráfico, terrorismo e socialismo revolucionário: o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro. Essa organização criminosa sustenta regimes autoritários em toda a América Latina e tenta agora sufocar o último bastião conservador do continente.
Por isso, recorremos ao senhor — não como “xerife do mundo”, mas como guardião da liberdade ocidental. Pedimos apenas que os Estados Unidos olhem para o Brasil com benevolência e senso de justiça, ajudando-nos a resistir a esse avanço do totalitarismo.
Com a ajuda da nação mais livre e poderosa da Terra, poderemos libertar Jair Messias Bolsonaro, restaurar o Estado de Direito e reerguer a bandeira verde e amarela como símbolo de fé, ordem e liberdade.
O povo brasileiro jamais esquecerá o apoio dos Estados Unidos — e especialmente de Vossa Excelência — nessa luta por nossa sobrevivência espiritual e política.
Deus abençoe os Estados Unidos da América.
Deus abençoe o Brasil.
Deus abençoe Donald J. Trump.
Com respeito e gratidão,
Allan dos Santos
Analista Político – Revista Timeline
Estados Unidos da América
"Os traficantes são vítimas dos usuários"
"O assalto tem lógica"
"Não podemos ter raiva dos criminosos"
"O tráfico gera empregos"
"O jovem só rouba o celular para tomar uma cervejinha"
A crise de criminalidade não é uma crise, é um projeto.
Está cada vez mais escancarada a união entre agentes dos três poderes, líderes de países vizinhos, velha mídia e ONGs abastecidas com dinheiro de bilionários globalistas para proteger o narcoterrorismo. Coincidentemente, todos de esquerda. É bastante diabólico o negócio.
Gaza Strip? No — this is Rio de Janeiro.
Taken over by drones, rifles, and explosions. A city turned into a war zone.
And Lula da Silva dares to say that drug traffickers are “victims of the users.”
Whoever terrorizes communities, shuts down schools, and murders innocents is not a victim — they’re a TERRORIST.
But don’t expect PSOL militants or Lula himself to condemn this.
For them, it’s not “terrorism” — it’s just a “social issue.”
In their narrative, the criminal is always the oppressed.
Meanwhile, the law-abiding citizen lives under siege, and the government looks the other way.
In Brazil today, crime gives the orders — and the Workers’ Party obeys.