"Ain, mas o TSE derrubou o canal do Janones"
"Ain, mas o Kássio Nunes Marques está sendo parcial"
Meu anjo, deixa eu te lembrar uma coisa:
O Alexandre de Moraes era o presidente do TSE na eleição que o Lula ganhou.
Nessa eleição ele:
» Suspendia perfis das redes sociais com ordens secretas,
» Quis tirar a Revista Oeste do ar,
» Usava a estrutura de "desinformação" do TSE para investigar clandestinamente seus adversários,
» Determinava bloqueio de tudo com base em matéria de jornal,
» Colocava multas de até R$ 100 MIL REAIS POR HORA para cumprimento de suas decisões,
» Foi COMEMORAR a diplomação do Lula,
Vocês não estavam nem aí.
Vocês só estão reclamando de "censura" e "interferência" porque o chicote mudou de mão.
Os comunistas, ao perceberem o grande poder angariado pelos capitalistas e grande corporações, dicidiram como solução juntar os donos de terras, os dono das empresas, o poder de polícia, o judiciário e o exército tudo numa única instituição hierárquica. O poder mais absoluto e inquebrantável já criado na história que é o Partido Único Comunista.
A ideia de Marx, naturalmente, não era essa, mas uma "ditadura do proletariado", que levaria a sociedade à uma democratização dos meios de produção e à emancipação da humanidade. Claramente, algo muito errado ocorreu ao tentar implementar essa receita, mas o motivo não é econômico, político ou ideológico, mas muito mais básico: linguístico.
A leitura dos textos marxistas dá a impressão de que a história é movida por grandezas abstratas que influenciam o movimento dessa grande bloco uníssino que o é "proletariado", um coletivo cuja agência parace ser unificada. Desse modo, uma vez alcançado o poder, essa grande coletivo instauraria a sua própria ditadura e, em prol de seus interesses, distribuiria os meios de produção entre si para usá-los democraticamente, numa harmonia social inaudita porque, não existindo mais nenhuma outra classe senão a proletária, nenhum conflito sobre o uso desses meios de produção surgiria.
O problema dessa teoria é que ela é fundamentada num cacoete linguístico, numa metonímia, porque o "proletariado" não existe empiricamente, como uma classe sociológica possuídora de uma própria consciência compartilhada... mas apenas indivíduos que entram e saem dessa "classe" a partir de suas necessidades materiais, mas que não se limitam à ela porque podem ser cristãos, ateus, nacionalistas, conservadores, progressistas, antissemitas, homossexuas etc.. O papel que o indivíduo exerce na estrutura produtiva de uma sociedade nunca determinou a sua "consciência", seus valores ou aspectos de sua personalidade. No máximo, há alguma correlação, mas dificilmente uma causação absoluta, e muito menos se levado em consideração uma massa de milhões desses indivíduos.
Marx, essencialmente, escamoteia toda essa complexa realidade humana sob rótulos metonímicos como "proletariado" e "consciência de classe" sem perceber que está raciocinando idealisticamente, e não empiricamente ou materialmente. E toda a sua sociologia é baseada nesse frágil pilar linguístico ao invés da realidade material, tornando sua teoria uma especulação idealista que serve, no máximo, como hipótese inicial de como grandes fatores sociais e econômicas poderiam se relacionar, necessitando um enorme aprofundamento conceitual e empírico para sequer ter qualquer possibilidade de se tornar uma ciência.
O marxismo é uma hipótese inicial baseado em um cacoete linguístico com baixíssimas perspectivas de ser uma ciência social, mas que, uma vez aplicado na empiricidade histórica, acaba gerando, pela pressão dos fatores do momento, algo totalmente contrário à expectativa inicial. Como uma metonímia não pode existir no mundo real, algo precisa fazer seu papel, e o proletariado é encarnado por um grupo de indivíduos cujos interesses substituem o do proletariado ideal: é o hierárquico e elitista Partido de Vanguarda e seus líderes de carne e osso.
A "ditadura do proletariado" vira uma ditadura, sim, mas dos indivíduos de carne e osso que precisam transformar a metonímia em algo concreto. Temos Josef Stálin, a NKVD, o Gulag e burocratização da sociedade.
"Pobre, empregada doméstica, não tem um real no bolso, mas vota no Bolsonaro."
Ela falou isso da própria mãe. A mulher que limpou casa dos outros pra pôr comida na mesa dela.
É isso que a esquerda ensina: desprezar quem trabalha e chamar de "vergonhosa" a mãe que não pensa igual.
Dia 25 é por essas mães. Pela empregada doméstica, pela diarista, pela mulher que trabalha a vida inteira e ainda é humilhada dentro de casa.
Mãe, a senhora não é ridícula. Ridículo é quem filma a mãe pra ganhar like.
Agora está explicado:
O responsável por manter o software rodando durante a apuração das urnas eletrônicas é petista de carteirinha e se chama Júlio Valente da Costa Júnior, secretário de Tecnologia da Informação do TSE.
Ele é quem tem "superpoderes" no software, pois pode manipular o software diretamente no código-fonte, pode até alterar o comportamento do programa, inserir dados, "corrigir" problemas, criar novas funções, enfim, fazer o que quiser, basta dar uma travadinha no software.
O interessante, é que ele foi nomeado e colocado na função em 2021, um ano antes das eleições de 2022.
E mais interessante ainda é ele ter sido colocado na função pelo ex-ministro Luis Barroso, aquele que disse "Perdeu, Mané" para apoiadores de Jair Messias Bolsonaro.
É uma coincidência Júlio Valente da Costa Júnior ser amigo de Luís Barroso e ter sido nomeado secretário de TI antes das eleições de 2022. Talvez seja por isso que Luis Barroso, Gilmar Mendes e Moraes estivessem tão felizes e seguros que Bolsonaro iria perder.
O código-fonte das eleições de 2022 nunca foi entregue para auditoria, nem mesmo os militares tiveram acesso.
E aqueles que exigiram que o TSE entregasse o código-fonte para os militares, foram presos, julgados e condenados a vários anos de prisão.
E esse petista continua no posto. Nunes Marques não teve o cuidado de substitui-lo. Ou não pode. Gilmar Mendes e Moraes não devem ter permitido.
Se ele não for substituído, certamente teremos mais surpresas desagradáveis no segundo turno.
Ou não.
Nunes Marques avisou que, se houver dúvidas em relação ao resultado das eleições, ele irá entregar o código-fonte a quem interessar.
Portanto, é um petista nomeado por Luís Barroso que consta como secretário de TI do TSE.
Só nos resta orar para os eleitores votarem em massa em Flávio Bolsonaro, para que o infiltrado do PT no TSE não consiga "fabricar" votos para lula. Tudo tem um limite, inclusive para votos desviados.
Flávio Bolsonaro é a esperança de termos eleições confiáveis a partir de 2030. Porque o STF será faxinado, será permitido o voto impresso e não terá petista manipulando resultados.
Divulgue MUITO esta informação.