Alfredo Gaspar:
“Um bilhão de propina — isso mesmo, um bilhão de propina — foi o preço para Lula autorizar a entrada de Vorcaro nos fundos de pensão do Governo Federal, e o dinheiro começou a ser pago. Foram mais de 30 milhões para o bolso de Lula. Que vergonha! O Brasil está descobrindo a verdade. A proteção ao Master e ao Vorcaro tem um pai: o pai da propina, Lula. Alexandre Padilha, ministro da Saúde, juntinho com Jacques Wagner. O tesoureiro do PT também..”
O que deveria ser um espaço de conhecimento, pensamento crítico e debate de ideias está se transformando em um palanque político radical. Depois das mobilizações na Universidade Federal de Santa Catarina, imagens de uma assembleia na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, expõem discursos inflamados e falaciosos contra Flávio Bolsonaro e em defesa da reeleição de Lula. A mobilização é nacional: entidades anunciaram mais de 40 atos em universidades pelo país.
Um participante pede que a militância tenha “sangue no olho”. Outro defende: “nós precisamos radicalizar as nossas organizações”. Há ainda referências ao sequestro de um embaixador durante a ditadura militar, em tom de ignorância e exaltação revolucionária. Vale recordar a história: o embaixador americano Charles Burke Elbrick foi sequestrado em 1969 por integrantes da ALN e do MR-8, organizações da luta armada, não pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
Seguem previsões falsas e alarmistas sobre uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro. Fala-se na perda de direitos e na ameaça à democracia, sem apresentar medidas concretas que sustentem tais conclusões. O próprio debate sobre mudanças constitucionais aparece tratado como ameaça, ignorando que emendas seguem regras estabelecidas pela própria Constituição.
Não se questiona o direito de estudantes protestarem ou apoiarem quem quiserem. Questiona-se a indigência intelectual de discursos que substituem argumentos por palavras de ordem, fatos por medo e estudo da história por nostalgia revolucionária.
O Brasil precisa de universidades que formem profissionais, pesquisadores e cidadãos livres, não militantes que romantizam sequestros, disseminam desinformação e fazem do medo uma arma política. É estarrecedor ver jovens reproduzindo a retórica de movimentos revolucionários que deixaram um rastro de violência na história. Discordar de um governo liberal de direita é legítimo. Exaltar práticas de guerrilha e tratar adversários como inimigos a serem eliminados do debate é a própria negação da democracia. O Brasil não precisa de uma nova geração de fanáticos ideológicos travestidos de defensores da liberdade.
O deputado Luiz Philippe questiona o resultado do Flávio no 1.º turno e diz que é necessário uma reforma no sistema eleitoral
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Essa declaração é de Luiz Philippe de Orleans e Bragança, em entrevista ao canal Time Line, ao comentar a diferença aparentemente contraditória entre a votação de Flávio Bolsonaro e a soma dos votos obtidos pelos senadores eleitos da direita.
O deputado chama atenção para uma incongruência que, segundo ele, precisa ser analisada: como os senadores de direita podem, somados, ter recebido uma quantidade de votos muito superior à de Flávio, se pertencem ao mesmo campo político e foram escolhidos pelo mesmo eleitorado?
Luiz Philippe também considera “muito estranho” o comportamento da votação para os demais cargos durante o episódio da apuração, enquanto a votação para presidente teria apresentado um comportamento diferente.
Mas o ponto central da fala vai além de questionar um resultado específico.
Ele defende que é preciso colocar em pauta uma revisão completa do sistema eleitoral e do funcionamento do TSE, porque uma parcela enorme da população não está satisfeita com a forma como o processo funciona.
E faz uma observação importante: não basta o Judiciário afirmar que temos “o melhor sistema”. Em uma democracia, a confiança da população também precisa ser levada em consideração.
Se milhões de brasileiros não confiam no sistema, a resposta não deveria ser simplesmente desqualificar essa desconfiança. É preciso abrir os dados, discutir, investigar e, se necessário, aperfeiçoar o sistema para que o resultado das eleições seja não apenas tecnicamente proclamado, mas também socialmente reconhecido como legítimo.
E Luiz Philippe encerra com sua posição pessoal, sem rodeios:
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Vale ouvir o trecho completo e prestar atenção aos argumentos apresentados.
“Banco do Brasil a gente estruturou isso com ele. É... O Augusto adianta ali para o Okamotto do Instituto Lula... E aí tem o negócio do filme também. O cara pede para colocar dinheiro no filme do Lula. Tudo no... (inaudível) O filme do Lula eu coloquei acho que até mais, eu acho que dá
até mais. Só que o do Lula foi por fora, foi errado.O do Flávio não foi porque foi patrocínio, foi patrocínio normal.”
Essa é a verdade do que o Governo Lula está fazendo e tenta esconder com quem depende de benefício do INSS: ele tem ossos de vidro, é cadeirante e, mesmo assim, teve o benefício cortado.
São inúmeros relatos de pessoas que tiveram seus benefícios cortados do INSS pelo governo Lula.
📌QUEM É, DE FATO, LULA DA SILVA? QUEM O CONHECEU DE PERTO DEIXOU SEU TESTEMUNHO PARA A HISTÓRIA.
Hélio Bicudo não conheceu Lula pelos discursos, pelas propagandas ou pelos palanques. Foi seu candidato a vice-governador de São Paulo em 1982, deputado federal, dirigente histórico do PT e um dos juristas mais respeitados do Brasil.
Depois de décadas de convivência política, rompeu com o partido e, em uma entrevista ao Roda Viva, em setembro de 2015, fez acusações gravíssimas contra seu antigo companheiro.
“O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira”, declarou diante das câmeras.
Hélio Bicudo morreu em 2018, aos 96 anos, mas deixou um testemunho que merece ser conhecido e examinado por todos os brasileiros antes de mais uma eleição.