Amigos,
neste momento tão tenebroso e perigoso que assombra o Brasil, onde a censura é um impeditivo para que o jornalismo profissional atue com a plenitude exigida, apresento a Livraria Factus.
Como jornalista e escritor mineiro, a livraria é uma forma encontrada para divulgar o meu trabalho e registrar, minimamente, o mal que rodeia o cidadão brasileiro nestes tempos nebulosos.
Trabalhar com o jornalismo tornou-se um risco, mas uma célebre frase que este autor cultua para o momento é: “Não parar, não precipitar, não retroceder” (Olavo de Carvalho).
Peço o apoio dos amigos na divulgação da livraria, e àqueles que adquirirem meus livros, agradeço antecipadamente!
Abraço!
Alexandre Siqueira
https://t.co/gy1cvm8usU
🇧🇷💚💛O POVO BRASILEIRO EXIGE:💚💛
💚💛1.”URNAS ELETRÔNICAS💛COM VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL”💚💛
💚💛2. CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS💚💛3. SEM TRANSPARÊNCIA… NÃO HÁ DEMOCRACIA💚💛
💚💛4.”TODO PODER EMANA DO POVO”
Juraram que existia um "gabinete de ódio" na direita. Uma grande mentira que infelizmente muitos acreditaram e caíram.
Gabinete de ódio tem o PT, sempre teve. Foi esse partido que lançou os MAVs (Militância em Ambiente Digital) no ano de 2011.
Sem problema! O REAL gabinete de ódio deles não é páreo para a nossa militância orgânica.
Se recusando a atravessar a ponte improvisada pra visitar os pobres que ele tirou da pobreza 3 vezes. E ta prometendo tirar de novo. Eita Lula. Bom dia :)
Faça de conta que você é de esquerda. Sei que, para muitas almas ainda não de todo mortas, o exercício soa como um desarranjo mentalmente insalubre, quase um banho de ácido no espírito. Mas convenhamos: não é de todo impossível. Houve um tempo em que todos nós, conscientes ou não, fomos de esquerda. Depois que as Senhoras de Santana ergueram seus protestos anticomunistas nos anos 60, depois que a CNBB guinou para o progressismo com a mesma naturalidade com que outrora benzera o conservadorismo, e, por fim, depois que a OAB abandonou o ofício de guardiã do direito para se tornar mais um megafone ideológico, restou à direita brasileira apenas o silêncio e a agonia. A pá de cal definitiva veio, como era previsível, da Globo: suas novelas e seu jornalismo hegemônico nos deixou moles nas poltronas, a mente ocupada com futebol, adultério de luxo e outras alienações de primeira classe. Assim atravessamos os setenta, os oitenta, os noventa, os anos 2000 e alguns quebrados, até que dois personagens, cada um a seu modo improvável, surgiram para sacudir o torpor: Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro.
Até então, é bom que se diga, éramos todos de esquerda, os despertos e os sonâmbulos. Logo, não custa grande esforço mental recolocar-se, por alguns instantes, na pele do comunista. Um exercício salutar, aliás, pois só dentro da experiência petista ou psolista se pode fazer certa reflexão que a direita, em sua ingenuidade crônica, teima em evitar: quem, hoje, representa a maior esperança de uma esquerda envelhecida e exausta senão os Constantinos e os Nikolases da falsa direita?
A esquerda, é claro, não tem orgasmo coletivo com a performance de um Lula octogenário, nem vibra com os velhos ativistas de sempre, um Juca Kfouri, uma Miriam Leitão, figuras demasiado carimbadas, gastas, que já não dão leite aos bezerros famintos do marxismo cultural. Não há novidade, nem ar fresco, nos recintos gestados por Zé Dirceu e sua caterva. Mas quando veem Rodrigo Constantino sugerir, com a solenidade de quem faz uma descoberta filosófica, que prefere Lula no poder a “qualquer coisa” para derrubá-lo, como se Flávio fosse “qualquer coisa”, quando imaginam que, para realizar o sonho presidencial de Nikolas Ferreira, vale a pena mais quatro anos de petismo, então, meus amigos, a esquerda renova suas esperanças. Sorri. Respira aliviada. Quando as forças lhe faltam, eis que surgem, cavalgando em seu socorro, os cavalos brancos do Apocalipse: aquele, precisamente, que triunfa pela força da mentira.
Pronto. Agora que você cumpriu o penoso exercício de pensar como um esquerdista, volte ao normal. E veja se consegue, com os mesmos olhos de antes, olhar para Constantino e Nikolas sem sentir um misto de piedade e náusea. Veja se consegue entender por que eles são a esperança da velha esquerda.
@ssicca1 A falta proposital de transparência e rastreabilidade do voto só interessa a quem tem de antemão trapaça planejada a esconder. Impressora no PIRIRÍ já!!!!
Quando a gente vê um ministro de um tribunal superior eleitoral como o ministro do TSE, Floriano de Azevedo Marques, vir a público para manter a narrativa contra o voto impresso, é quando se nota que a limpeza do sistema ainda não surtiu efeitos.
O ministro ainda discursa como se o objetivo da sociedade fosse voltar a ter votos no papel como antigamente, numa ignorância proposital. Faz de sonso para transmitir a todos que a urna é totalmente confiável e finge que o pedido é simplesmente ter o voto impresso acoplado ao equipamento. Só isso!
Qual é o medo deles, afinal?
Olha o que o ministro declarou publicamente:
“Alguém acreditar que isso [voto impresso] é mais confiável que a urna eletrônica, depois de 30 anos, é irracional”
Ele despreza a inteligência alheia com toda a arrogância e hipocrisia que lhe cabe. Uma desfaçatez gigante e desrespeito a toga que usa e ao cidadão brasileiro.
Quando a imprensa é canalha, neste caso, explicitamente, a @globo , ela age assim...
Vorcaro não "citou" Dark Horse, ele disse com todas as letras, na sua nova delação, que não houve irregularidades na doação ao filme Dark Horse. Ponto!
Mas para essa imprensa canalha que manipula e distorce a notícia, ele, Vorcaro, apenas "cita" o filme, e para reforçar a desqualificação buscada, afirma que a PF teria avaliado que não há elementos novos. Aqui, sim, causa estranheza a PF alegar que não há fato novo.
Mas como se trata de desmascrar e ruir com a narrativa que quer associar @FlavioBolsonaro ao banqueiro, aí não vale, né?
Esse país precisa começar do zero!
A decisão de Nunes Marques suspendendo a controversa pesquisa da AtlasIntel evidencia um princípio elementar: pesquisas servem para medir opiniões, não para induzi-las. Não cabe a uma pesquisa adjetivar pessoas, formar conceitos ou direcionar respostas.
Pode parecer detalhe, mas é o que separa uma pesquisa de uma campanha publicitária. E publicidade eleitoral disfarçada de pesquisa não encontra amparo na legislação eleitoral
https://t.co/UI3mxVx080
Alguns chamaram de proeza o que aconteceu na campanha de 2024.
Eu vejo de outra forma.
O que houve foi a identificação de uma demanda real da população. Pessoas que queriam ser ouvidas, que buscavam uma alternativa e que estavam cansadas da velha política.
Quando existe sintonia entre aquilo que o eleitor deseja e aquilo que alguém representa, os resultados aparecem.
Foi isso que aconteceu. E é por isso que continuo acreditando na força da participação popular e na importância de ouvir as pessoas.
@ssicca1 Sem sombra de dúvida!
E talvez ainda tentem se “favorecer” ao dizerem que a carne baixou pq teremos mais oferta doméstica em virtude da perda na exportação…são rasteiros e desonestos demais…