Cofre do centrão contrata por R$ 113 mi firma de inscrita no Bolsa Família. Francisca Rodrigues de Carvalho, 42, começou a trabalhar na lavoura aos 8 anos, no interior do Piauí. No ano passado, ganhou na Justiça R$ 6.104,05 em salário-maternidade rural, pago pelo INSS. Beneficiária do Bolsa Família, recebeu R$ 800 em março. No mesmo mês, Francisca assinou um contrato de R$ 113 milhões para levar internet a escolas públicas. Os recursos saem de um "cofre" bilionário do setor de telecomunicações, paralelo ao Orçamento federal, operado sob influência do centrão e com baixa transparência. A empresa da qual ela era a única sócia, com sede no Maranhão, foi contratada por uma entidade que atua no setor público. A área está sob influência do grupo político do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O estado é berço político do ex-ministro das Comunicações Juscelino Filho (PSDB-MA) —atualmente deputado federal e recém-saído do União Brasil (uol)
1 minuto e 42 segundos. Foi nesse tempo que o Senado aprovou um projeto que pode obrigar crianças estupradas a serem mães.
Esse mesmo Senado quer atrasar o fim da escala 6x1.
Precisamos ampliar a pressão contra os inimigos do povo! Criança não é mãe! Fim da escala 6x1 já!
Dissonância cognitiva é a indisposição de analisar a verdade à partir das evidências.
Gostei dessa definição do que é o bolsonarismo.
Muito bom esse vídeo!
O destino sempre me reservou muitos desafios. Muitos e grandes desafios. Alguns me pareceram intransponíveis, mas consegui vencê-los. Já sofri a dor indizível da tortura, a dor aflitiva da doença, e, agora, sofro, mais uma vez, a dor inominável da injustiça. Olho para trás e vejo tudo que fizemos. Olho para frente e vejo tudo que ainda precisamos fazer.” Dilma Rousseff (maio de 2016)
Sabe o que é mais maluco na imprensa brasileira? Ela fala do Guido Mantega que deixou o Governo em 2015, mas não fala do Roberto Campos Neto que era o "o cara" do BC quando o Banco Master nasceu.
A revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro (hoje preso) tinha relação de grande proximidade com o senador Flávio Bolsonaro abalou uma parte do eleitorado da extrema direita.
Os áudios e diálogos revelados pelo Intercept são devastadores. Não se trata de uma negociação comercial, mas de diálogos de “parças”.
“Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa com a gente.” Isso é uma declaração emocional de parceria.
Um grupo importante do bolsonarismo está em uma complexa crise.
A candidatura do senador Flávio Bolsonaro não foi discutida com o conjunto das lideranças bolsonaristas.
Foi imposta, goela abaixo, até com humilhação. O senador saiu da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro dizendo que o pai afirmara que o candidato à Presidência era ele, o filho.
Sem consulta, sem debates e sem qualquer outra opinião de correligionários.
Muitos ficaram de cara feia, mas, aos poucos, foram aderindo, e outros pretendentes desmontaram as campanhas que começavam.
Poucos resistiram; a maioria engoliu, alguns tiveram que se ajoelhar em busca de bênçãos, e todos foram perfilados ao ungido do ex-presidente.
Todos sabiam das fragilidades da candidatura do senador Flávio Bolsonaro em uma renhida disputa eleitoral.
Sua atuação como parlamentar carioca já havia colecionado muitas denúncias de todo tipo.
Quando da indicação do capo, poucos debandaram, e o bolsonarismo foi se compactando em torno do senador, ainda que alguns permanecessem de cara feia.
A matéria da The Intercept foi um míssil no casco do navio, sem que se saiba o tamanho do estrago.
Não foi pequeno, pelo que se vê na internet, onde aparecem todo tipo de queixas ao candidato.
A primeira delas é o grito, pelo senador não ter contado às principais lideranças sobre a enorme proximidade da família com o Banco Master.
Tudo isso em uma campanha na qual o bolsonarismo ousava dizer que o escândalo do banco era coisa do governo Lula.
A intimidade das conversas surpreendeu todas as áreas bolsonaristas.
Nesse quadro de perplexidade, o bolsonarismo tem dois problemas graves: não dá para mudar o candidato, inclusive porque alguns, como o governador Tarcísio, estão inviabilizados pelas normas eleitorais; e há o pavor de que venham novas conversas e vídeos que comprometam ainda mais o candidato da direita. Embora o que tenha surgido até agora já seja suficiente para mostrar a “parceria” entre os Bolsonaros e Vorcaro.
Acrescente-se ainda a desastrada explicação sobre a arrecadação para o filme (se é que foi para o filme), o caminho do dinheiro de Vorcaro, sua aplicação e seus valores.
O que fará uma ala do bolsonarismo impactada pela revelação de que seu candidato era “parça” do dono do Banco Master?
Aí reside a questão. Muitos já pularam do barco.
O dinheiro era pra fuga do Bolsonaro 💰💰
Flávio conversava com Vorcaro enquanto convocava pessoas para aquela vigília em frente a casa do Bolsonaro. As mensagens foram trocadas nos dias 15 e 16 de Novembro de 2025.
Isso aqui foi na madrugada de 21 para 22 de Novembro de 2025:
@Barreto269 Este ex-prefeito e suas platitudes, seus clichês vazios... pense num pré-candidato vazio de ideias sérias. O ex-secretário e hoje aliado Calado ficará calado?