Um grande estudo com mais de 463 mil adolescentes trouxe um alerta sobre o uso de maconha na juventude.
Pesquisadores acompanharam jovens de 13 a 17 anos até a vida adulta jovem e observaram que aqueles que relataram uso de cannabis no último ano tiveram maior risco de receber diagnóstico psiquiátrico posteriormente.
Os achados mais significativos foram para transtornos psicóticos e transtorno bipolar. O risco de transtorno psicótico foi 2,19 vezes maior entre adolescentes que usaram cannabis. Para o transtorno bipolar, o risco foi cerca de 2 vezes maior. Também houve aumento no risco de depressão e ansiedade, embora em menor intensidade.
Em média, o uso de cannabis ocorreu de 1,7 a 2,3 anos antes do diagnóstico psiquiátrico. Isso não prova, sozinho, causa direta, e o estudo é observacional. Mesmo assim, o tamanho da amostra, o acompanhamento longitudinal e os ajustes para álcool, outras drogas e fatores sociais tornam os achados difíceis de ignorar.
Fica aqui a reflexão: a adolescência é uma fase de desenvolvimento cerebral. Produtos com alto teor de THC podem ter efeitos mais relevantes nesse período. Quando jovens defendem o uso recreativo como algo inofensivo, pergunta-se: que preço esse “uso sem risco” pode cobrar na saúde mental dos próximos anos?
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Fachin criou um grupo de trabalho para discutir a remuneração dos magistrados brasileiros. O grupo é formado apenas por magistrados
Os cinco mosqueteiros ganharam, em média, R$ 138 mil mensais em 2025. O líder é o desembargador Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto, que recebeu R$ 192 mil por mês
É ele, Oliveira Neto, quem coordenará o grupo
Desse mato não sai cachorro, obviamente
Feliz aniversário, Cuca! 🎂🎉
Comandante Alvinegro nas conquistas marcantes da Libertadores (2013), Brasileirão e Copa do Brasil (2021), o treinador mais vitorioso da história do Clube completa mais um ano de vida! 🐔
Saúde e muito sucesso sempre, CAMpeão! Aqui é Galo!
@HugaoAE@HugaoAE Em 25 de março de 1958 o Cruzeiro homenageou o Atlético com uma flâmula e uma corbélia de flores em razão de seu 50º aniversário.
Repare bem como, pela foto, pode muito bem ser esta mesma da imagem.
Um dos primeiros marcos da Internet brasileira, o "sanduíche-íche" com Ruth Lemos. A nutricionista teve problema ao ouvir sua voz com delay. Bianka Carvalho a entrevistou no Bom Dia Pernambuco e meses depois viralizou por e-mail. TV Globo Nordeste, 2004.
Inaceitável tomar uma pressão dessas e um empate pro Juventud. Postura inaceitável dos jogadores.
Barba tem muita responsabilidade também.
Que partida tenebrosa dos zagueiros.
E esses caras que entraram não têm a menor condição mais
De todos os problemas do Galo, um dos (minúsculo) que mais me incomoda é o tanto de gente sem camisa do Galo na arena.
Tem gente indo de camisa azul. É surreal.
Jorge Seif (PL-SC) confessou o acordão.
Após relatar que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cobrou desistência da CPI do Master em troca de pautar dosimetria do 8/1, o senador bolsonarista disse:
“Vou fazer um documento com a oposição dizendo que concordamos com pauta única. Lógico que queríamos anistia, lógico que queríamos CPI do Master, mas a pauta humanitária pesou.”
O bolsonarismo, portanto, em razão do rabo dessa vez literalmente preso de seus líderes e seguidores, ajuda novamente o sistema a se blindar, como aconteceu a partir de 2019 com a sabotagem da CPI da Lava Toga e da Operação Lava Jato, em razão do rabo-preso de Flávio Bolsonaro, então investigado por “rachadinhas” e dependente da boa vontade de ministros do STF, como Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
O histórico de funcionários fantasmas em gabinetes e, depois, as presepadas contra urnas eletrônicas e o resultado eleitoral de 2022 serviram para garantir que os intocáveis da República do Escambo permaneçam como tais, impedindo o avanço de investigações independentes (que também atingem aliados, claro, como Ciro Nogueira e sua turma do Centrão).
Esse foi o xadrez 4D da suposta oposição nos últimos 7 anos e 4 meses, garantindo a impunidade alheia para beliscar um pedacinho dela, enquanto distraía o eleitorado nas redes e no WhatsApp com a velha polarização de fachada do Brasil.
Agora, para fins eleitorais, ressuscita-se uma promessa bissexta ou outra, como a redução da maioridade penal (aprovada em 2015 na Câmara dos Deputados e deixada de lado no Senado ao longo de todo o governo Bolsonaro, inclusive), ou a reedição da PEC do fim da reeleição (originalmente proposta por Jorge Kajuru e igualmente ignorada quando interessava aos Bolsonaro ficar no poder); acena-se ao eleitorado feminino embarcando em pautas da esquerda lulista e aventando uma mulher como vice na chapa; afaga-se o mercado com o nome de algum ministro supostamente liberal; afeta-se moderação com novos conchavos, e pronto: o senador que mais fortaleceu Lula e STF na década vira o candidato ideal para derrotar o consórcio (pelas mesmas urnas eletrônicas das eleições passadas) e resgatar o país.
“Lógico que queríamos” combater a corrupção, que prende o Brasil em ciclos de escândalos e atravanca o crescimento econômico, “mas” sabe como é: isso aí ‘a gente vê depois’.
Vamos supor q ele realmente quisesse controlar o jogo (a gente sabe q nao). Logo depois das expulsoes, tem essa falta violenta impedindo um ataque promissor. Nem cartão ele deu, ou seja, tava muito claro o q ele queria né?