Pare e pense: quantas vezes você já ouviu “crédito ou débito?” ao passar uma compra? É uma frase automática, como “bom dia” ou “CPF na nota?”. O caixa não está fazendo um diagnóstico socioeconômico seu. Ele está apertando o botão certo na maquininha.
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João, sei da sua angústia, mas existem muitas razões pelas quais nenhum residente pode se enquadrado como CLT.
60h pra clínico pode ser muita coisa. Pra cirurgião é pouco.
Voto pelo aumento do valor da bolsa, mas treinamento em serviço não é a mesma coisa que trabalho assalariado. Além do que a legislação é completamente diferente por questões disciplinares, modelos de avaliações, possibilidade de exclusão, vistorias, recredenciamentos, projeto pedagógico etc.
Claude es una máquina de hacer dinero subexplotada por 11 millones de personas cada día
He creado la guía con los 100 skills reales que separan a los pros de los turistas:
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O PT está desesperado com o Zema.
Todos os outros opositores estão sendo facilmente derrubados com vazamentos seletivos. Todos têm pontos fracos.
Com Zema é diferente.
Zema é blindado por sua conduta correta, franca e honesta.
There’s a generation a lot of people forget exists. We were born at the tail end of the Boomers, but we are not culturally the same as people born in the 40s and early 50s. We are Generation Jones.
And honestly, it explains a lot.
We grew up in a world that still felt fundamentally analog, but we were young enough to be dragged headfirst into the digital revolution. We are the bridge generation between rotary phones and smartphones, between slide rules and AI, between Walter Cronkite and algorithm driven media.
We remember when there were only a few television channels and the entire country watched the same thing at the same time. We also adapted to the internet, email, forums, social media, streaming and now artificial intelligence. We lived before and after the technological singularity hit everyday life.
That is not a small thing.
People born in the 40s came of age in a post World War II America that was still industrial, deeply hierarchical and institutionally stable. Their formative years were shaped by the Cold War, Vietnam, the civil rights era and a society where information moved slowly.
Generation Jones came later. We inherited the aftermath of all of that.
We were the kids who watched Watergate destroy blind trust in government. We watched manufacturing begin to collapse. We saw divorce rates explode. We were the first truly latchkey generation in massive numbers. We learned independence early because many of us had to.
We grew up with one foot in old America and one foot in whatever this new thing was becoming.
We played outside until the streetlights came on but we also learned DOS commands. We learned cursive and keyboarding. We had card catalogs and Google searches. We went from vinyl records to cassette tapes to CDs to MP3s to streaming in one lifetime.
We remember maps. We remember memorizing phone numbers. We remember life before GPS and before every human interaction became filtered through a screen.
And because of that, I think Generation Jones developed a very unique perspective. We are adaptable because we had no choice but to adapt. We learned technology as adults instead of being born into it. We remember a slower world but were forced to survive in a rapidly accelerating one.
That creates a very different mindset than either older Boomers or younger Gen X and Millennials.
A lot of us also reject the caricature people now associate with “Boomers.” We were not buying houses for the cost of a sandwich in 1965. The interest rate on my first house was over 14% and that was after buying down a point. Many of us got hit by recessions, outsourcing, pension collapses and economic instability just like younger generations did. We watched promises evaporate in real time.
We understand older generations because we were raised by them. We understand younger generations because we had to evolve alongside them.
That’s why the Jones generation often feels culturally homeless. We are rarely discussed, rarely defined and usually lumped into categories that don’t actually fit us.
But we exist.
We are the human transition point between the industrial age and the digital age.
And frankly, there will probably never be another generation quite like us again.
No Brasil não falta dinheiro. Sobra é LADRÃO.
E adivinha quem paga essa conta? O trabalhador, que sustenta esse país.
O Lula vai tentar te enganar te dando migalhas. Vale gás, tentando reduzir escala de trabalho na canetada, e prometendo mundos e fundos.
Mas a mudança real vem quando a gastança dele e da Janja acabar.
Quando um presidente com credibilidade assumir o Brasil, deixando claro que vai cortar gastos, privilégios e todas as mordomias dos intocáveis, a taxa de juros cai pela metade rapidamente.
Com esse movimento simples, o seu bolso vai pesar menos. O brasileiro vai ver o seu dinheiro se convertendo em melhorias reais, em mais dinheiro sobrando no fim do mês, em vez de bancar essa farra dos intocáveis.
É possível. Existe um caminho.
O caminho da prosperidade. Privatizando as estatais pra tirar das mãos dos políticos, poupando o dinheiro do pagador de impostos e não deixando roubar. Ponto final.
Simples. Concorda?
O verdadeiro objetivo de Lula na Casa Branca
A visita de Lula à Casa Branca não foi um encontro entre aliados. Foi a fotografia de um momento em que o Brasil aparece como peça de um jogo maior, não como jogador.
Por trás das imagens cordiais, das frases ensaiadas e da tentativa da militância de vender a reunião como uma grande vitória diplomática, o que se viu foi outra coisa: um presidente enfraquecido, acuado internamente, tentando negociar espaço diante de uma potência que já reorganiza o hemisfério com outra lógica de poder.
O primeiro ponto é esse. O encontro não produziu o tipo de desfecho que se esperaria de uma visita realmente bem-sucedida. Não houve coletiva conjunta. Lula falou sozinho depois, em ambiente controlado. Mesmo nesse ambiente, não conseguiu entregar a sensação de resultado concreto.
E isso importa porque a própria forma do encontro já dizia muito sobre a relação entre os dois lados. Não havia simetria. Havia necessidade de um lado e cálculo do outro.
Para entender o que estava em jogo, é preciso olhar o tabuleiro maior. O mundo entrou num processo de desglobalização. A força de um país já não depende apenas de PIB nominal ou de comércio espalhado pelo planeta. Depende de independência produtiva, cadeias resilientes, minerais estratégicos, energia e controle regional. É nesse contexto que os Estados Unidos, sob Trump, passam a reorganizar sua estratégia para a América Latina. E o Brasil entra nesse mapa não por afinidade ideológica com Lula, mas por interesse material. O interesse tem nome: terras raras.
O Brasil tem reservas gigantescas desses minerais, fundamentais para semicondutores, defesa e tecnologia avançada. Trump não recebeu Lula por simpatia. Recebeu para negociar acesso, influência e alinhamento num momento em que cada grama de neodímio, térbio e praseodímio passou a valer como ativo geopolítico. É isso que explica o encontro.
Lula foi à Casa Branca não como líder de um projeto soberano, mas como alguém tentando vender utilidade num momento em que seu poder interno se deteriora.
E aí entra o ponto mais humilhante para o governo. Lula não chegou forte a Washington. Chegou enfraquecido. As pesquisas o mostram em queda, a rejeição cresce, o Senado derrubou a indicação de Messias, a Câmara derrubou o veto à dosimetria e Flávio Bolsonaro aparece forte até em levantamentos que tradicionalmente erram a favor da esquerda. Ou seja, Lula chega à Casa Branca com a autoridade corroída, tentando ganhar tempo.
Foi nesse contexto que ele entregou a Trump a lista das autoridades brasileiras barradas pelos Estados Unidos e pediu pelos vistos. Associou isso à dosimetria e, sem perceber, revelou demais. Revelou que a pressão americana tem preço. Revelou que o governo brasileiro tenta usar a redução de penas dos perseguidos políticos como moeda para aliviar a pressão diplomática. Revelou, no fundo, que o discurso de soberania termina quando o regime precisa negociar a própria sobrevivência.
O ponto mais importante, porém, não está no eventual efeito eleitoral da visita. Não é isso que define o jogo. O ponto central é outro: até que ponto Lula conseguirá convencer Trump de que pode ser útil o bastante para que os Estados Unidos reduzam a pressão por eleições mais limpas, por fim da censura e por contenção da perseguição política à direita. Esse é o verdadeiro eixo da reunião. O problema não é a fotografia. O problema é o que pode ter sido negociado em silêncio durante essas três horas.
Por isso, vender esse encontro como sucesso é falsificar o que aconteceu. O que houve foi um presidente ideologicamente alinhado ao eixo chinês, historicamente hostil a Trump, chegando à Casa Branca com o pires na mão, oferecendo minerais, mercado e interlocução em troca de fôlego político.
O Brasil apareceu, mais uma vez, como território de disputa. E Lula apareceu como alguém disposto a negociar qualquer coisa para preservar o aparelho que mantém de pé o regime de censura e perseguição política no país.
Minha solidariedade aos deputados @marcelvanhattem , @PollonMarcos e @TrovaoDas .
Em especial ao meu amigo Marcel, parlamentar sério, corajoso e combativo.
Punir deputado por fazer oposição é um recado perigoso ao Brasil: querem uma Câmara calada, obediente e com medo.
A divergência não pode ser tratada como crime. A oposição de ideias é parte essencial de qualquer democracia.
Se for pra mexer no sistema… alguém vai ter que pagar o preço.
E eu tô disposto.
Se for preciso ser o “boi de piranha” pra fazer os três choques que o Brasil precisa, eu vou ser.
Porque o problema do Brasil não é falta de dinheiro. É sobra de ladrão. É sobra de gente intocável vivendo às custas de quem trabalha.
O que eu quero fazer é simples, e por isso incomoda tanto:
acabar com a farra dos intocáveis, fazer o dinheiro do brasileiro voltar a valer e fazer o crime temer a lei.
Não vai ser fácil. Não vai ser bonito. Mas é o que precisa ser feito.
E alguém tem que ter coragem de começar.
Compartilha esse vídeo se você também acha que já passou da hora de mudar o Brasil.
O que eu herdei do meu pai foi poder enxergar o trabalho e a família como uma virtude, e não como um mal da sociedade como vocês pregam. Peguei uma empresa do zero e expandi pra 470 lojas.
Mas antes disso vendi fruta na rua, fui frentista, balconista, analista etc., nunca vivi do dinheiro do contribuinte.
Talvez o que deixe a senhora e seus colegas irritadinhos foi eu ter expulsado o PT de Minas, e a senhora sabe que tá chegando a hora disso acontecer no Brasil inteiro.
Presidente do TST confessa que ele e a maioria dos juízes do trabalho do país militam por uma causa (são os vermelhos contra os azuis, nas suas próprias palavras), não julgam de acordo com a lei, mas para fazer justiça social. É um discurso de provocar náuseas. 🤮
Impeachment contra presidenta é golpe, condenação contra presidente corrupto é golpe, eleição popular sem fundo eleitoral é golpe, manifestação voluntária de milhões nas ruas é golpe, barrar office boy para o STF é golpe, reduzir pena de inocentes políticos é golpe, libertar o empresário do custo Brasil é golpe, reduzir juros de banco é golpe, colocar faixa crítica na varanda é golpe...
#reyCarlosIII#DiscursoAnteElCongreso
Acabo de ver el discurso. Me pareció excelente. No es que apoye a la monarquía. Quizás la monarquía es una reliquia histórica. Pero eso es tema para los británicos. Sí tengo que decir que admiro la elegancia en la palabra, la clase, la altura. No siempre son evidentes en este lado del Atlántico. El rey habló hoy con elocuencia, respetando la dignidad del lugar, del momento, de su condición, de quienes le escuchaban. Y no faltaron los toques de buen humor en su discurso. Buen ejemplo que pudiera emular todo el que tenga un foro. A mi me cansa, es más, me repugna, la vulgaridad, la poca clase, la mediocridad intelectual que predomina hoy en la vida pública.
Dirceu, eu vou privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil, entendeu?
A sua receita fracassada de esquerda não deu certo em lugar nenhum do mundo.
Chega! Austrália, França e Estados Unidos são grandes potências do agro sem banco ou petroleira estatal.
O agronegócio não precisa de estatal pra prosperar, Dirceu. Precisa de crédito barato, segurança jurídica e combustível competitivo.
O que afundou o Brasil não foi falta de estatais. Foi o rombo que o PT promoveu nas estatais. Comigo, isso acaba!