Bruno Nunes transforma Pedro Costa numa verdadeira esfregona política e limpa com ele o chão do nepotismo português.
Reduziu-o a pó, sem qualquer credibilidade política.
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Raquel Varela: "O que me surpreende é que haja dúvidas sobre o caráter neofascista do Chega"
Novo palco, mesmas alarvidades: Raquel Varela transforma a política numa comédia da extrema-esquerda.
Nem pátria, nem vergonha!
Este senhor não entende, não quer entender ou, pior ainda, é limitado ao ponto de nem ter capacidade cognitiva para tal. Fui emigrante alguns anos e respeitei o país que me acolheu. Trago-o no coração. Fui bem tratada também porque me pautei pelo respeito e pelo compromisso de não tirar um cêntimo a quem lá vive e trabalha. Dei o que pude e recebi apenas o que me era devido, nada mais!
Mas estivesse eu 3, 30 anos ou uma vida inteira na Irlanda, nunca seria irlandesa. Repito, NUNCA! E se algum dia me chamassem isso, seria em tom de carinho, talvez numa brincadeira entre amigos. Porque eu não nasci na Irlanda. Aquela não é a minha pátria. A cultura partilha-se, os costumes aprendem-se, mas a identidade nacional não se cola com calendário nem decreto.
E vem ele perguntar se temos “um gene especial”?
Se quer rasteirar a discussão a esse nível, que o faça. O que é verdadeiramente alarmante é fazê-lo enquanto aspira a representante da nação. O desprezo que tem pelos portugueses transpira-lhe, não consegue disfarçar nem por um segundo.
Tanto os irlandeses como os portugueses, e falo da Irlanda porque lá vivi, têm sim um gene especial, que ele claramente não tem: chama-se patriotismo. Algo que, sendo militar, devia compreender melhor do que ninguém. Mas segundo o que já se ouvia (das tais “más línguas”, dos “parolos”, como talvez lhes chamasse, agora embrulhado num socialismo arrogante e subtil que o acolhe de braços abertos) nunca foi propriamente exemplar na sua profissão. Dou-lhe essa espécie de desconto (note-se aqui o meu sarcasmo).
Agora, ao povo português não dou desconto nenhum. Prestem atenção ao discurso deste homem. Não se deixem embalar por pose, farda passada ou ar de importância. O que ele diz, o que insinua e o que normaliza é grave! Representa tudo aquilo que corrói a nossa identidade nacional: a relativização da pátria, a desvalorização do povo e a substituição do orgulho por cosmopolitismo vazio.
E não se enganem, se esta figura for eleita, em muito pouco tempo estaremos afastados de qualquer noção de soberania. Caminharemos para um país irreconhecível, empurrado para um terceiro mundo social e cultural, e pior, sem direito a queixa.
Este homem dá-me arrepios porque consigo ler nas entrelinhas aquilo que muitos ignoram. E digo-o com total convicção, este senhor não está, nem estará, preocupado com o povo português ou com o futuro do país. Quem o eleger, fá-lo contra si próprio.
Portugal não é um disfarce que se veste ao fim de 10 anos. É terra, é sangue, é herança e é lealdade. Quem não entende isto, não tem condições para representar a nossa República.
‘Não vou ter outra escolha senão abandonar Portugal.’
Força, Djelma… há 10 aeroportos à escolha.
A lei proíbe apenas a ocultação total do rosto (burca ou niqab), não o hijab… mas nunca deixes a realidade atrapalhar um bom drama.
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Ao Gouveia e Melo bastaria estar em silêncio toda a campanha e só acenar com a mão até ao dia das eleições para o gajo ganhar à primeira volta.
Mas o gajo fala todas as semanas e só se enterra ahahahahahahah
🤦🏼♂️