Um levantamento feito pelo Instituto Ipsos/Ipec, divulgado nesta segunda-feira (22), mostra que 50% dos brasileiros reprovam a gestão governamental do presidente Lula (PT). Outros 44% aprovam a gestão do petista. https://t.co/2MEUP92ZzK
Ao ordenar o retorno de policiais que atuam em casos como o escândalo do Banco Master, quando as investigações chegam a seu governo, Lula (PT) repetiu o gesto de afastar o delegado que investigava seu filho Lulinha, suspeito de envolvimento no roubo aos aposentados, conforme a CMPI do INSS. “O alvo real é só um: André Mendonça e os casos do INSS e do banco Master”, diz a deputada Carol de Toni (PL-SC). Assim, Lula fica sujeito a denúncia de obstrução à Justiça, que rende até cadeia.
Lorota sem sentido
A ordem de Lula foi justificada com a lorota de “reforçar o combate ao crime organizado”, como se corrupção não fosse crime.
Estranha coincidência
A retirada dos federais ocorreu horas antes da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve o Líder do Governo no Senado como alvo.
Corrupção na veia
Amigo de Lula, o senador Jaques Wagner é suspeito de receber dinheiro e até apartamento a título de propina dos esquemas de Daniel Vorcaro.
Fazendo o diabo
Isso reforça a percepção de que o governo “faz o diabo” para blindar aliados e conter investigações que avançam sobre o entorno de Lula.
Lula articulou diretamente com o diretor‑geral da PF para que delegados cedidos ao Judiciário fossem devolvidos, e dentro da própria PF isso foi lido como interferência política‼️
A movimentação levantou a suspeita de que havia um delegado específico incomodando o Planalto.
Nos bastidores, o nome apontado era o de Thiago Marcantonio, que atua em inquéritos sensíveis no gabinete de André Mendonça e já passou pela Lava Jato, combinação que irrita o governo.
Como não poderiam retirar apenas ele, o Planalto teria optado por uma medida ampla, atingindo todos os delegados cedidos, enquanto o Ministério da Justiça sustentou que seguia “diretriz presidencial”.
Mensagens encontradas no celular do Vorcaro indicam que Jaques Master era tratado como canal para levar recados diretamente a LuIa‼️
Nos diálogos, empresários e operadores do mercado, ligados ao Master e ao grupo J&F, discutem como acionar Jaques para influenciar decisões no Planalto.
A PF vê essas conversas como parte de um trânsito político‑empresarial sensível, envolvendo pedidos, pressões e tentativas de aproximação com o presidente. A investigação tenta mapear quem falava com quem, por qual interesse e com qual objetivo dentro do governo.
🌳🦌🦋/ O senador Randolfe Rodrigues (PT) afirmou recentemente que “não há diálogo” ligando o Planalto ao caso Banco Master, buscando minimizar o impacto das investigações. No entanto, a Polícia Federal revelou diálogos no celular de Daniel Vorcaro citando o senador Jaques Wagner (PT-BA) como “canal” para recados ao presidente Lula. O contraste entre a declaração de Randolfe e as mensagens obtidas pela PF gera questionamentos sobre transparência e consistência das informações oficiais, ampliando o debate sobre a relação entre o governo e o setor privado investigado. O caso segue em apuração. 🫢
Banco Master realizou repasses de pelo menos R$ 11 milhões à BK Financeira. A empresa pertence a Bonnie de Bonilha, esposa do empresário Guilherme Ribeiro, que é enteado do atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
Chama atenção a drástica mudança no perfil da empresa de Bonnie: originalmente batizada de “Vamos Florir Comércio de Flores Ltda.” e focada no varejo de plantas, a firma alterou sua razão social para ingressar no setor financeiro. Com formação em Direito e cursando Psicologia, Bonnie foi contratada pelo banco de Daniel Vorcaro com a missão de prospectar clientes de crédito consignado.
A assessoria do senador Jaques Wagner emitiu uma nota afirmando que ele não interfere nas trajetórias profissionais de seus familiares. O parlamentar ressaltou não ter qualquer vínculo com os contratos firmados pela nora com o Banco Master e que desconhece os pormenores comerciais da operação.
Enquanto Brasília debate narrativas, em Rio das Pedras criminosos transformam ruas em trincheiras, sequestram ônibus, montam barricadas e paralisam a vida de trabalhadores que só querem chegar em casa.
Pelo segundo dia consecutivo, o cidadão comum virou refém de uma guerra que o Estado diz combater, mas claramente não consegue vencer.
O mais impressionante é que já nem tratamos isso como uma emergência nacional.
Quando facções conseguem interromper linhas de ônibus, fechar bairros inteiros e desafiar o poder público em plena luz do dia, não estamos diante de um problema de segurança pública.
Estamos diante de uma disputa territorial.
E toda disputa territorial tem uma pergunta inevitável:
Quem realmente governa?
Porque o morador paga impostos ao Estado.
Mas muitas vezes é obrigado a pedir permissão ao crime para viver.
E enquanto isso, Lula continua resistindo a classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Para alguns, são facções que dominam territórios, impõem regras, executam rivais, expulsam moradores, aterrorizam comunidades e desafiam o próprio Estado.
Mas para o governo, o problema parece ser apenas semântico.
Afinal, chamar terrorismo de terrorismo pode ser muito ofensivo para quem espalha o terror.
No Brasil da inversão moral, o trabalhador vive atrás das grades e os donos das ruas continuam sendo tratados como vítimas das circunstâncias.
A tragédia brasileira é que nos acostumamos a chamar de rotina aquilo que deveria ser considerado intolerável.
O governo do presidente Lula (PT) passou a atuar contra projetos em tramitação no Congresso Nacional que podem ampliar despesas públicas, mesmo após promover uma série de medidas de expansão de gastos desde o início do mandato. https://t.co/1EralYaSXx
A reportagem de Malu Gaspar não trata apenas dos Vorcaros.
Ela expõe algo muito mais profundo: a sensação de que o Brasil entrou em uma zona perigosa, onde processos penais, decisões judiciais, interesses políticos e disputas internas de poder começam a se misturar de forma quase indistinguível.
O ponto central da matéria não é apenas saber se Henrique, Felipe ou Daniel Vorcaro devem ou não permanecer presos.
O ponto central é outro.
É entender por que um caso envolvendo suspeitas graves, movimentações bilionárias, relações empresariais, operadores políticos, possíveis tentativas de obstrução e lavagem de dinheiro termina revelando também uma crise dentro do próprio Supremo Tribunal Federal.
Segundo a coluna, há mensagens, diálogos e elementos da investigação que apontam para um sistema sofisticado de influência, proteção, ameaça e circulação de dinheiro. Isso, por si só, já seria escandaloso.
Mas a parte mais grave talvez esteja na reação institucional.
Quando ministros do STF entram em rota de colisão pública, quando um julgamento expõe tensões internas, quando argumentos sobre garantias legais parecem conviver com acusações de seletividade, o problema deixa de ser apenas criminal.
Passa a ser republicano.
A matéria sugere uma questão incômoda: o Estado brasileiro ainda age de forma impessoal ou determinadas pessoas, grupos e interesses conseguem ativar zonas especiais de proteção?
Essa pergunta é devastadora.
Porque não existe democracia funcional quando a população começa a acreditar que alguns investigados enfrentam todo o peso do sistema, enquanto outros negociam tratamento, narrativa, tempo, foro, prisão, liberdade e reputação conforme suas conexões.
O texto também toca em outro ponto sensível: o uso seletivo do discurso garantista.
Garantias legais são essenciais.
Devido processo legal é essencial.
Ninguém deve ser preso ilegalmente, condenado por pressão pública ou tratado como culpado antes do julgamento.
Mas quando essas garantias parecem ser lembradas apenas para alguns, e ignoradas para outros, elas deixam de ser percebidas como princípios universais e passam a parecer instrumentos de conveniência.
Esse é o veneno institucional.
Porque a Justiça não precisa apenas ser legal.
Ela precisa parecer imparcial.
Precisa transmitir coerência.
Precisa convencer a sociedade de que a mesma régua vale para todos.
Se um investigado poderoso recebe uma leitura garantista que um cidadão comum jamais receberia, o problema não está na existência da garantia.
Está na seletividade da sua aplicação.
A reportagem, no fundo, parece apontar para uma tragédia maior do que o caso Master.
A tragédia de um país onde a corrupção já não surpreende, onde a influência política já não espanta, onde bilhões circulando em estruturas opacas já parecem parte da paisagem.
O que ainda deveria nos assustar é a possibilidade de que o sistema encarregado de conter esses abusos também esteja atravessado por disputas, preferências, alianças e blindagens.
Quando isso acontece, a crise deixa de ser de um banco.
Deixa de ser de uma família.
Deixa de ser de um processo.
Vira uma crise de confiança no próprio Estado.
E nenhum país sobrevive bem quando o cidadão olha para suas instituições e já não pergunta apenas quem cometeu o crime.
Pergunta antes quem será protegido.
Vorcaro era muito eclético‼️
Suas relações vão desde ministros do alto tribunal até bicheiros…
A PF descreve recibos, listas, ameaças e articulações com PMs, apontando Manolo como líder de grupo paramilitar, com braço armado, cobrança violenta e influência sobre agentes públicos. O ponto central: o crime organizado não opera à margem do sistema, ele opera dentro dele, com banqueiros, milicianos e intermediários conversando como se fosse rotina administrativa.
Parabéns Lula, mais uma conquista do Regime.
Mesmo em condições normais de temperatura e pressão o Brasil tem o MAIOR JUROS REAL DO MUNDO.
Quanto maior o juros, mais endividado o Brasil fica e mais impostos o Lula enfia no povo.
Verdade isso⁉️
Pagando 100 reais para fazer filiação no partido, na quadra da Unidos da Vila Kennedy no RJ.
De onde vem tanto dinheiro⁉️(pergunta retórica).
Com a ajudinha do Tribunal De Araque, que fase, faça o Ele lindo de Ladrão e seje feliz, povo idiota que assiste TV aberta e se diverte e discute os jogos da Copa Do Mundo.