Campeão de Masters, de Champions e pai (em todos os sentidos, ainda mais com essa foto do sato kkkkkkk) de MUITOS jogadores brasileiros e do LATAM.
Aos que conhecem pessoalmente, o boia é uma das melhores pessoas do mundo em todos os sentidos. Gente boa, sempre com ótimo astral e interessado em qualquer seja o assunto. Mas quando chega a hora de trabalhar, meu amigo, o homem é DIFERENTE.
Uma das melhores pessoas que eu conheci no VALORANT, sou MUITO fã. MUITO MAIS do que apenas um homem com uma câmera andando atrás dos players @boialu 🐐
Vivo para esto desde niño. Compito, casteo, produzco esports desde mis 14 años. Hoy me toca por primera vez en mi carrera ver a latinoamerica, mi region, en la gloria maxima de una competencia donde no quedan dudas que todos dieron lo maximo que tenian. Todavia no caigo.
Hoy es para siempre 🫡
Nessa vida, a gente fala muito de sonho. O que você quer ser quando crescer? Jogador de futebol, bombeiro, astronauta. No começo da vida, são tantos sonhos que a gente sequer sabe do tamanho que eles tem.
E todo mundo sabe, sonho leva tempo, não é do dia pra noite. Pode demorar um mês, 10 anos. Mas o sonho é aquela chama que nunca apaga. Ela pode até enfraquecer, mas apagar? Isso ela nunca faz.
O Jhein teve que esperar muito tempo para ter sua primeira chance no tier 1. O Onur teve que dar um passo atrás e voltar pro Tier 2 antes de conquistar o mundo no tier 1. O Neon teve que esperar quatro anos longos para enfim chegar ao time principal da Leviatán. O kiNgg cansou de perder, mas não desistiu até chegar o seu momento.
Blowzin precisou que o Tixinha convencesse a mãe dele para que ele pudesse sair de Limoeiro, no interior de Pernambunco, e ir para São Paulo competir. Sato optou em ir pro tier 2 do NA, o que pra muitos pensariam ser um erro, antes de ter uma chance no VCT. O spike perdeu metade do seu primeiro ano de franquia no banco em um time que "se despedaçou" no meio de um campeonato, e ele não podia fazer nada, já que não tinha idade para jogar.
Tudo nesse vida é questão de tempo. Trabalho duro e acreditar. Tudo isso, junto, faz a gente atingir os sonhos mais impossíveis.
E essa é a história que a Leviatán contou em Londres. Passo a passo, sem pular etapas. E por isso voltam pra casa com o troféu e a glória eterna de um time que está só no início.