Foi visto que a situação estava fora de controle quando Ziyu foi cercado no aeroporto semana passada. O vídeo onde ele chega a correr da multidão, rodou o mundo bl:
Mas por razões que ainda desconheço, fui rotulado como criminoso sexual da noite para o dia, sofrendo um assassinato de reputação. Foi a primeira vez que senti vontade de morrer. Sentia que todos os olhares me julgavam e apontavam o dedo para mim onde quer que eu fosse. As lágrimas não paravam de cair ao pensar nos fãs que sempre me apoiaram, em minha mãe e em minha família. Se eu desistisse da vida sem esclarecer a verdade, seria lembrado para sempre como um criminoso sexual. Acima de tudo, se eu não agir por medo, esse mal-entendido não terminará apenas com a minha vida. Os fãs, minha família e amigos, que me apoiaram por tanto tempo, também teriam que carregar o peso de serem “família de um criminoso sexual” ou “pessoas que apoiaram um criminoso”.
Exigirei responsabilidade até o fim dos jornalistas e veículos de imprensa que me difamaram sem qualquer base, e também irei investigar quem está por trás disso. Embora seja assustador e difícil lutar sozinho contra uma grande empresa, pretendo resistir até o fim pelas pessoas que ainda se importam comigo e me apoiam.
Agradeço por ter lido esta longa mensagem."
Ju Haknyeon divulgou uma nova declaração sobre o encerramento de seu contrato com a ONE HUNDRED:
"Olá, aqui é o Ju Haknyeon.
Antes mesmo de o Shukan Bunshun enviar um ofício para minha agência, fui eu quem soube primeiro que uma foto havia sido tirada. Imediatamente, expliquei toda a situação como ela realmente ocorreu à agência e pedi ajuda. Reconheci a parte em que errei e tentei tomar uma decisão que minimizasse ao máximo os prejuízos para os outros membros. Passei dias em claro, tomado pelo arrependimento, pensando nos fãs que me apoiaram até agora e nos colegas de equipe com quem compartilhei tantos momentos. Foi um período extremamente doloroso. Por isso, suspendi minhas atividades de imediato e discuti as medidas posteriores com a empresa.
No entanto, a agência, de forma repentina, passou a exigir que eu assinasse um acordo de rescisão de contrato exclusivo, o qual incluía o pagamento de mais de 2 bilhões de won. Chegaram até a exigir de mim uma multa contratual altíssima que nem mesmo consta no contrato. E afirmaram que não havia espaço para qualquer tipo de negociação.
Não pude aceitar essa exigência injusta da empresa. No dia 17, como não assinei o acordo de rescisão que haviam preparado, no dia seguinte, a agência divulgou uma nota oficial anunciando minha saída. Isso antes mesmo de qualquer matéria do Shukan Bunshun. Logo depois, começaram a surgir matérias dizendo que eu havia me encontrado com uma atriz de conteúdo adulto, e, de repente, saiu uma reportagem exclusiva do Ten Asia alegando que eu havia me envolvido com prostituição. Baseando-se nessa matéria, outras mídias, blogueiros e youtubers começaram a divulgar informações semelhantes, e da noite para o dia, fui rotulado como um criminoso imoral envolvido com prostituição.
E já no dia seguinte, com base nessas matérias falsas, uma pessoa foi até as autoridades e me denunciou por prostituição. Todo esse processo foi extremamente estranho, como se já estivesse preparado. Não conseguia afastar o sentimento de que estavam fabricando um motivo para rescindir meu contrato. Fiquei tomado pelo medo de que, se permanecesse em silêncio, seria marcado como um criminoso sexual pelo resto da vida. Tudo isso aconteceu em apenas dois dias.
Por isso, eu não podia mais ficar parado. Divulguei uma declaração oficial e processei o jornalista responsável pela notícia falsa. Também estou entrando com uma ação civil contra esse jornalista e o veículo de imprensa. Além disso, vou processar por denúncia caluniosa a pessoa que me acusou com base na reportagem falsa divulgada por certos meios de comunicação.
Houve também aspectos injustos na exigência de retirada por parte da agência. A alegação de “ato que prejudica a dignidade” mencionada no contrato é vaga demais, deixando ampla margem para interpretações arbitrárias. Por isso, o próprio contrato especifica claramente o que seriam esses atos, como “direção sob efeito de álcool, uso de drogas, jogos de azar, prostituição, agressão, abuso sexual, fraude etc.”. Nunca cometi nenhum dos crimes citados acima. Além disso, a empresa me expulsou unilateralmente sem sequer seguir o procedimento de rescisão previsto na Cláusula 15, Artigo 1 do contrato.
Não estou dizendo que minha conduta no dia 30 de maio foi correta. Peço sinceras desculpas aos fãs que confiaram e me apoiaram como idol, por ter agido de forma imprudente. Refletirei profundamente e levarei esse arrependimento comigo pelo resto da vida.
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