Se me ocurre que el video del cb es como si un artista de acá dijera:nuestro tema tiene inspo coreana y aparecieran vestidos con kimono comiendo carne mongoliana, les apuesto q queda la escoba #ateez
Tô cansada de fingir que o que fizeram com a identidade e sonoridade do Ateez não me incomoda. Não é uma coincidência que o último cb genuinamente bom que eles fizeram foi com Halazia, já que foi o último que teve uma ligação de verdade com a lore.
Desde que eles entraram na era de golden hour, e principalmente no mercado mainstream do kpop no us, o foco da kq é viralizar e fazer dinheiro, sendo que todo o público que o Ateez construiu antes disso, e o que fez com que eles se destacassem, veio justamente dessa diferença gritante que eles tinham como grupo pro mercado do kpop atual.
Só que agora tudo o que a gente escuta deles é mais do mesmo: fama, dinheiro e mulher, e todas as mensagens são rasas e estereotipadas, uma coisa que quem se acostumou com o Ateez de The Movement jamais iria imaginar. É muito frustratante, como fã que conheceu o grupo no que, até o momento, era o melhor do que eles podiam oferecer, ter que se contentar com os últimos dois anos.
De toda a era golden hour não me impressiona que Adrenaline/Nasa tenham se destacado mais num geral, pq é isso que o público espera do Ateez. É uma pena que a kq tenha ligado o foda-se pra toda a carreira deles só pra lucrar o máximo que dá antes do alistamento.
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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well, i just listened to the title track “bad”, both the mv and audio versions.
sorry, i’m going to make some enemies, but i’ve always said what i think on my account and i will continue to do so.
i didn’t think we would get a song this empty. it’s the kind of song you can try to enjoy while watching the performance, but musically speaking, it’s so lacking.
the only thing that stands out to me is wooyoung’s part, which is sung beautifully. the rest, i’m honestly really disappointed.
and sorry, but this “bad” title track isn’t worthy of being the group’s new representative song. they absolutely need to find a balance between their own colors and current trends.
of course, i know perfectly well that you can never satisfy everyone, but it would be a lie to say there hasn’t been a decline in quality in their recent title tracks.
again, my opinion so there’s absolutely no need to jump me 😇 may atz promote beautifully, i will listen to the b-site now hehe
tu usa a visão estadunidense de como seria “latinos core” e acha que vai ter um bom resultado? essa lavagem cerebral americana que eles se submeterem está acabando comigo
@yeoaturn Igual no culpo a los chicos, ellos no tienen por qué saber todo. Hay un grupo de personas detrás que no se informó ni asesoró correctamente para evitar este desastre
@yeoaturn Y pongo "estética" pq es en base a estereotipos. Pq hay una mezcla tb de cosas medias indias (?) y tb asocian lo latino a pobreza (paredes mal pintadas), el color de piel (solo por tener piel morena eres latina?) etc. Es paloio
@yeoaturn Yo creo q lo hicieron pensando en un público occidental tipo usa/europa q tb piensa en los latinos con ese concepto. Fue una instrumentalización "estética" pq musicalmente no tiene nada latino, la letra tampoco, son como palabras casi que al azar
@Hala_Raach Esto igual lo siento racista. Es como cdo se quejan del racismo de occidente por decir q las culturas asiáticas son todas iguales...me dio pena el cb