Cuidem de quem vocês amam. Com atenção, com interesse, com tempo. Escutem o que a pessoa fala e também o que ela não consegue dizer. A vida pode ter muitas coisas, a correria dos dias e a rotina podem ser malucas, mas nada substitui ter alguém que realmente se importa.
O carnaval é a expressão mais genuína da cultura brasileira. É o tempo em que o povo brasileiro se reúne para celebrar sua própria ignorância e sua própria miséria.
Nikolas Ferreira iniciou uma marcha pela Liberdade e Justiça em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, com destino a Brasília - cerca de 240 quilômetros a pé, com previsão de chegada no domingo. André Fernandes foi o primeiro a se juntar. Muita gente tenta analisar isso como cálculo eleitoral, mas há coisas que só fazem sentido na esfera do simbólico - e símbolos sempre chegam antes dos resultados.
O Congresso está em recesso, mas há momentos na vida de um país em que não são discursos que tocam o povo, e sim gestos. Um corpo que se move quando os demais estão imóveis é um chamado a sair da inércia. Caminhar, quando o sistema adestrou o povo à resignação, é resistir em movimento - quando todos aprenderam a “aceitar”calados.
Marchar contra a corrupção não é apenas ato político; é ato existencial. Enquanto a mais alta corte do país concentrou todas as prerrogativas em si e removeu as ferramentas democráticas da oposição - com a cumplicidade dos presidentes das duas Casas, Hugo Motta e Davi Alcolumbre - movimentos em várias frentes começam a se intensificar. E isso vale mais do que qualquer promessa de vitória imediata.
O Brasil está ferido - não só na economia, mas na alma. A corrupção não rouba apenas dinheiro; rouba sentido, rouba esperança e ensina a normalizar o absurdo. Por isso, quando alguém resolve andar contra isso, não está fazendo protesto trivial; está produzindo uma ruptura cultural.
Muita gente chama o gesto de inútil - não é. Inútil é o que não tem ação, nem movimento. Os grandes movimentos sempre começam assim - Gandhi não começou com multidões; começou andando. As Diretas Já não começaram em estádios; começaram com um impulso popular que ninguém soube explicar.
Pode não dar resultado agora; pode até não dar o resultado esperado. Mas o gesto devolveu a ideia de que ainda existe um “não” diante da decadência.
E às vezes, antes de vencer, um povo precisa reaprender a caminhar - juntos.
São Paulo e Fluminense deverão trocar as faixas de campeão da Copa do Brasil e da Libertadores no duelo entre as equipes, dia 22, no Maracanã.
Mário Bittencourt, presidente do Fluminense: "O Julio Casares me mandou uma mensagem muito carinhosa me parabenizando (pelo título). Nós combinamos isso. Ele ficou muito feliz, e eu também. Nossas equipes de marketing já estão conversando para que o Fluminense entregue a faixa da Copa do Brasil ao São Paulo e o São Paulo entregue para nós a faixa de campeões da Libertadores. Devemos colocar um show para as torcidas presentes antes da partida, fico muito feliz que possamos estabelecer essa conexão."
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