Soube que Fachin espera o 7 de setembro para decidir o que fazer. Se o Brasil tomar as ruas, ele suspende Moraes e abre o inquérito. Se miar, o investigado será Mendonça. E aí, qual vai ser?
Ser de esquerda, hoje, parece significar defender um “juiz” acusado de crimes e aceitar a impunidade de um banqueiro envolvido em escândalos.
E ainda têm a cara de pau de dizer que lutam contra o sistema.
Que ironia!
Esse é filho da puta que falou do filme? Alcolumbre é um patife. Mas calma, que apenas um aparelho foi analisado em 72 horas. Mendonça havia citado anteriormente outros 8 APARELHOS ainda sujeitos a exame. Tem MUITA COISA para aparecer.
Moraes, Gonet e Andrei Rodrigues estavam no clubão do whisky em Londres.
Todos usaram e abusaram de um inquérito ilegal, o das Fake News, para perseguir opositores.
A mulher de Moraes teve um contrato de R$131 milhões com Vorcaro.
Nenhuma das anteriores para André Mendonça.
Protocolei o impeachment do PGR, Gonet. Os fatos são muito graves e demonstram relação íntima e espúria com Vorcaro, conduta incompativel com o exercício da função. Ele não tem mais condicões de ficar a frente da PGR. O Brasil precisa ser passado a limpo!
Espero que mais brasileiros tenham acordado hoje pra verdade.
É contra isso que Bolsonaro lutou todos esses anos, foi essa gente que o perseguiu e segue o torturando.
Jair, tua luta não foi em vão. A justiça será feita!
Se as revelações da PF estiverem corretas, o contraste é devastador:
Daniel Vorcaro, personagem central do escândalo do Banco Master, teria consultado Alexandre de Moraes sobre o momento ideal para deixar o país. Enquanto isso, Alexandre de Moraes mantinha Filipe Martins preso por risco de fuga, com base em uma viagem que ele nunca fez e que se baseava em registros fraudados do sistema imigratório americano.
Hoje, por decisão de Alexandre de Moraes, Filipe está preso em uma cela de quatro metros quadrados por causa de uma suposta “minuta” que jamais existiu. E, justamente nesse momento, surge a informação de que Moraes teria participado da elaboração da minuta do escandaloso contrato de R$ 130 milhões ligado ao Banco Master.
A ironia é quase obscena:
Para uns, a minuta rende milhões. Para outros, a minuta (mesmo inexistente) rende prisão.
Para uns, consultoria sobre a melhor hora de fugir. Para outros, cadeia por uma viagem que não aconteceu.
Quatro metros quadrados para um. Cento e trinta milhões de reais para outros.
A pergunta que todos os brasileiros precisam fazer é: os critérios usados para condenar e prender Filipe Martins valem para todos ou a régua da justiça muda conforme o nome, o poder e a proximidade com quem julga?