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A maior lista do basquete de base brasileiro, no naipe feminino e masculino, finalmente disponível e atualizada.
Mais de 100 atletas e sete gerações contempladas. Jogadoras e jogadores do U14 ao U20, no Brasil e fora.
Link no tweet abaixo.
Quem diria que ele seria a resposta?
Filho de mãe solteira, estrela de colegial. Um metro e oitenta e três e setenta e cinco quilos. Encarcerado injustamente aos dezessete anos, chamado de bandido por ter tatuagens e incorporar a cultura de rua como expressão.
Se vestia como a estrela que foi, sem dever nada pra ninguém, com a certeza de que era.
Foi o primeiro escolhido na noite de seleções, à frente de quatro craques que seriam indicados ao rol da fama do basquete.
Fintou o melhor de todos os tempos com seu drible de assinatura, que foi prontamente colocado na ilegalidade como uma infração técnica pelas novas diretrizes da arbitragem.
Virou o MVP da NBA com 25 anos, o mais jovem desde Jordan. Levou seu time pras Finais, contra o atual campeão, que não tinha perdido nos Playoffs daquele ano. Fez 48 pontos, derrubou seu marcador, passou por cima dele e venceu o primeiro jogo da série, fora de casa.
Nunca mais chegou nesse palco, nunca mais foi o jogador mais valioso.
Falou de treino. Falou de treinar. Falou de treinamento. Falou de treino.
Continuou sendo chamado de bandido e se vestindo como quis. Foi o alvo de uma repaginação estética de ternos e sapatos para todos os jogadores da liga. Trocou de time. Uma, duas, três vezes. Foi morar na Turquia. Voltou meses depois.
Se aposentou.
Quem diria que, pra todas as respostas que envolvem a cultura do basquete, a resposta seria ele?
Um renegado, vitorioso sem nunca ter ganhado, o dono dos holofotes. Uma anomalia estatística, só por ter tido a chance de pisar em quadra um dia. Dono do legado mais humano que o esporte tem, cheio de lacunas e incoerências, mas não vazias.
Apelidado de “A resposta”, o “Bubba Chuck”. Um combinado das vogais A.I., nada artificial. Inteligente e criativo, como todas as respostas que ficam.
Allen Iverson, o maior ser humano a pisar numa quadra de basquete, sendo muitas vezes, o menor ser humano a estar numa quadra de basquete.
Cauã Pacheco ainda não é o Yago, mas ele pode ser o primeiro MVP de Finais do NBB aos 21 anos. O Monstrinho tinha 22 quando venceu.
Assim como a estrela da Seleção, Pacheco joga no Pick com maestria e repertório. Detalhei tudo na vídeo-análise que já está disponível pra você!
@Sostenesjr03 Obrigado pelo carinho meu amigo! Até agora, gosto muito do Isiah e do Pará com esse papel de protagonistas. Mas que diferença faz ter um defensor em quadra pra dar respiro!
Pietro Melo (2008/1.84m) antes do jogo da vaga:
— 5.3 PPJ (16 PTS em 3J)
— 3.3 APJ (10 AST)
— 1/15 de 3PT totais
No jogo da vaga:
— 21 PTS (cestinha do Brasil)
— 9 AST
— 4/6 3PT
JOGADOR GRANDE.
Ida ao intervalo, e o Brasil perde por um ponto. Marlon Martinez gera jogo absurdamente, faz 17 pontos em 21 tentados, e precisamos urgentemente tirá-lo do jogo.
De resto, tudo muito igual. BR tem 11 a 0 em pontos de segunda chance, mas toma 18 a 7 nos pontos em transição. O nosso % de 3PT caiu, mas ainda chutamos pra 42% com mais volume.
Pietro, Pedrinho, Pará e Isaiah somam pra 43 dos 53 pontos que fizemos. O jogo deve ficar entre eles mesmo, mas seria lindo se algum outro esquentasse.
É defender o craque dominicano nos 20min finais e jogar o nosso jogo com temos feito.