@imarebarrw Eu vi a série sem saber de nada, muito menos que era livro e tinha toda essa polêmica com o autor. Achei pesadíssima! Os atores estão fantásticos, mas muito pesada. Não vale a pena, não
@ZAMENZA Essa novela é tão perfeitinha... 🤏🏻❤️❤️❤️🥹
Mas queria muito um resumo do que aconteceu com os personagens da primeira fase, depois da morte da Lívia e do Felipe. Antes de ir pra segunda.
Lula certa vez escreveu uma “Carta aos Brasileiros.” Naquele momento, fez história e abriu caminho para sua primeira eleição presidencial. Hoje, Lula publica o que quero chamar de “Carta em Defesa dos Brasileiros.” É um marco. É histórica.
A carta de Lula é um monumento de informação, dignidade e soberania, erguido em meio à covardia internacional e a uma robusta dose de viralatismo nacional, parte da imprensa incluída. Nos últimos dias, jornais internacionais têm feito pelo Brasil o que os grandes veículos brasileiros se recusam a fazer, por acreditarem, talvez, que isso beneficiaria apenas Lula: defender o Brasil. Defender o Brasil seria beneficiar apenas Lula? Talvez isso diga mais sobre a imprensa e os Bolsonaro do que sobre Lula.
O presidente brasileiro publicou em um jornal americano o que muitos não têm coragem de dizer a Trump, nem publicamente, nem em privado. Mais que isso: informou a milhões de americanos, presos à própria arrogância e ignorância, algo que boa parte deles realmente não compreende. Acreditam que são os outros países que pagam as tarifas aos EUA, enriquecendo o Tesouro americano. Na verdade, são eles mesmos, os consumidores americanos, que pagam essa conta nas prateleiras do supermercado.
Lula foi direto ao ponto. Escreveu:
“No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.”
É o óbvio que precisa ser dito, e repetido até que seja assimilado. Gerações de americanos nasceram e cresceram num terreno econômico bem mais privilegiado que o restante do mundo, e não perceberam que hoje vivem a transição para uma sociedade que já não vende mais esse sonho. Sobra retórica. Falta realidade.
Lula não deixou pedra sobre pedra, e o texto o coloca entre os líderes mais corajosos e sinceros do mundo atual. Não mentiu. Apontou fatos. Defendeu o Brasil, sua economia e sua soberania. Há oceanos de diferença, não um, entre Lula e um Bolsonaro. Qualquer um deles, ou a soma de todos eles.
Brasileiros não deveriam, neste momento, nem cogitar entregar o país a qualquer Bolsonaro. É loucura.
Se ainda não entendeu, leia a carta de novo. Pense no motivo pelo qual ela foi necessária. Ela não foi escrita apenas para Trump e os americanos. Foi escrita para você, brasileiro, o único que realmente precisava lê-la. Foi uma carta em sua defesa.
@bbbrezenski@LulaOficial Depois dessa negativa dos vistos, o governo americano vai vir com papinho de ditadura brasileira? Que não deixa pessoas boas entrarem no país para averiguar se esta tudo certo com a eleição e as urnas?
O Tarcísio não está só vendendo a CPTM. Ele está desmontando uma rede que, até então, operava de forma integrada e unificada.
Normalmente, quando se fala em privatização de transporte, a gente fala da entrega de toda a rede para uma concessionária. Mas não é o que se fez em SP. O modelo aqui é único.
O Tarcísio fatiou a CPTM e tá entregando algumas linhas pra TIC Trens, outras linhas pra Via Mobilidade, outras linhas pra Trívia. Virou suruba, é a festa do cabide. Tem mamata pra todos os parças.
O resultado tá aí. Virou uma rede acéfala, sem planejamento operacional integrado. Com múltiplas operadoras, o poder público perde a capacidade de gerir a malha ferroviária e planejar o transporte de forma integrada.
Ao invés de ter um Centro de Controle Operacional unificado, o sistema depende de vários centros independentes. Isso dificulta a fiscalização, a comunicação em tempo real entre linhas, a coordenação de intervenções e a resposta rápida a problemas que afetam mais de uma operadora.
Não é por acaso que bastou vender a CPTM que as falhas subiram monstruosamente. Esse é o novo modelo agora. E não vai mudar. É um direito social que está sendo suprimido em favor da lógica comercial.
E agora essa merda vai ser expandida pro metrô. Vamos ver um dos melhores sistemas de metrô do continente virar um lixo pra encher o rabo dos financiadores de campanha de dinheiro.