Lula acerta ao autorizar a devolução do canhão Cristiano ao Paraguai.
Para o Brasil, o Cristiano é só um troféu de guerra. Para os paraguaios, ele tem uma carga simbólica de sacrifício coletivo e de resistência.
Manter o canhão no Brasil serve apenas para perpetuar uma narrativa política da extrema-direita paraguaia que visa acirrar as tensões regionais e retroceder nos avanços (em boa parte liderados pelo Brasil) em prol da integração do Mercosul. Devolvê-lo, por outro lado, é um gesto de boa fé, de reconhecimento da memória e da dignidade paraguaia. É um gesto à altura das pretensões diplomáticas do Brasil como líder em seu continente.
Vale lembrar que Argentina e Uruguai já devolveram seus espólios da Guerra do Paraguai há décadas - incluindo o "Criollo", o canhão gêmeo do Cristiano.
Também é importante lembrar que o Brasil tem encabeçado diversas iniciativas em prol da devolução do seu próprio patrimônio histórico, artístico e científico.
O governo Lula foi responsável pelo maior movimento de repatriação de bens culturais da nossa história. Somente nos últimos quatro anos, nós conseguimos a devolução do Manto Tupinambá que estava na Dinamarca, dos artefatos indígenas do Museu de Lille, na França, da coleção arte afro-brasileira da Con/Vida, que estava nos Estados Unidos, de mais de mil fósseis da Bacia do Araripe que estavam dispersos por vários museus europeus.
Seria incoerente o governo prosseguir com o esforço de repatriação de seus bens enquanto ignora os pedidos de devolução dos bens alheios.
Por fim, a devolução do canhão já havia sido prometida pelo próprio Lula ao povo paraguaio em 2010. E promessa é dívida.
Devemos proteger nossas indústrias nacionais?
Temos capacidade para produzir tecnologia? Podemos fabricar nossas próprias TVs, nossos carros e outros produtos de alto valor agregado?
Será que podemos exportar mais do que commodities e fortalecer a indústria brasileira?
@BolhaDevs Papel é pesado. Se a estrutura não foi calculada para aguentar o peso extra, há risco para a estrutura. Todo mundo que trabalha com livro sabe disso.
🚨 O CASO DA MANSÃO GANHOU CONTORNOS AINDA MAIS POLÊMICOS.
Segundo o relato, Richarlison e seu empresário já haviam comprado o imóvel e iniciado as obras quando Flávio Bolsonaro tentou adquirir a mesma casa.
O antigo proprietário afirmou que a venda já estava fechada e recusou desfazer o negócio. Mesmo assim, Flávio, sem avisar Richarlison, voltou ao imóvel acompanhado do amigo e advogado Willer Tomaz para “olhar” a mansão, mas de novo foram avisados que já estava vendida.
Meses depois, a esposa do empresário de Richarlison, grávida e morando na residência, foi surpreendida por uma reintegração de posse após advogado de Flávio solicitar que Richarlison e o empresário fossem declarados como “invasores”.
O episódio, segundo o relato, foi tão traumático que a esposa do empresário precisou ser internada e antecipou o parto.
TARIFLÁVIO INVASOR DE MANSÃO
@dw_brasil É só reflorestar 30% do território de cada país da Europa, e parar de queimar carvão pra fazer energia. Podem usar etanol também, como fazemos no Brasil. Vai ficar fresquinho ☺️☺️☺️
O orgulho desse mãe já diz tudo, que vídeo lindo, o Samuel filho dela ganhou essa semana uma prova nascional de matemática sem errar nenhuma questão, como é bom partilhar a alegria dessa mãe junto do seu filho.