no final, o amor é uma poesia que abraça o contraditório: ele tem urgência de proximidade, mas aceita que a distância, por vezes, é inevitável. Ele oscila entre o prazer da espera e a dor do não saber. Amar é perder para depois se encontrar. Amar é se dar e se ter.
não quero acordar em todas as segundas-feiras
desejando que a sexta chegue logo
não quero ficar sempre torcendo para que o tempo passe rápido quero poder aproveitar poder apreciar a lentidão dos minutos porque
a vida vai ser boa demais para que eu deseje que ela aconteça depressa