Em nota ao Metrópoles, Erika Hilton fala sobre os R$ 15,9 mil em bens declarados à Justiça Eleitoral:
“Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.”
Réu acusado em duas comarcas diferentes, casos semelhantes. Numa delas juíza foi grosseira com a defesa durante toda audiência. Na outra, juiz lhano, bem humorado… resultado: na primeira foi absolvido e na segunda condenado a pena elevadíssima. Freud não explicaria isso.
Fato corriqueiro: gente que usa "em" no lugar de "hein" claramente não cresceu lendo turma da Mônica, a maior escola brasileira de grafia de interjeições e onomatopeias.
O ano era 2004 e o Brasil parava pra assistir Maria Clara Diniz dando uma surra em Laura no banheiro em Celebridade. 58 pontos de média foi a audiência naquele dia.