"Resgatar São Paulo" + Geraldo Alckmin na mesma frase é incompreensível. É como dizer que está com o capeta para a salvar a igreja católica. Muitos não são de SP ou não viveram os (muitos) anos de Geraldo Alckmin como governador do Estado. Eu lembro. Olha só:
🧶
Você assina Claro/Net? Será roubado (ainda mais) a partir de junho. Leia SUA fatura de maio. As duas coisas são ilegais - tanto o reajuste geral quanto a migração compulsória. Não aceite! Reclame. Formalize sua recusa e peça um número de protocolo! espalhe essa informação!
🚨Cece Doucette just demonstrated the dangers of wireless earbuds.
This should terrify you:
“We want to be in the green on this meter.”
“I'm going to show you what happens when I open up this ear pod [case].”
“We are flying into the flashing red here—as bad as it gets.”
“We want to be at 10 [microwatts)] or less.”
“If I take them out of the case … just like we would put it right up to the brain … in the case, it was just shy of 200,000.”
“This single earbud topped off my meter at 3.18 million microwatts.”
“We want to be under 10.”
“Not 10,000—10.”
“We have a whole generation putting these ear pods up to their brains.”
“Some of them are probably falling asleep with them at night when their bodies need to be doing cell repair and regeneration.”
Deixando de lado as teorias sobre como foi possível que Maduro fosse sequestrado (o que não é tão estranho assim), o que deve ser observado é que a ação do imperialismo é, em grande medida, uma ação de propaganda. Impossibilitado de invadir e ocupar militarmente o país, apresenta uma vitória fictícia. A prisão do presidente Maduro é um golpe contra o país e o seu governo, mas não modifica em nada a situação internamente. O regime político chavista continua íntegro e, penso eu, com ainda maior apoio popular. A oposição saiu derrotada, não vitoriosa com essa empreitada. Fica marcada como inimiga do país e agente do estrangeiro.
A situação só não se transforma em uma catástrofe total para o imperialismo porque a direção chavista atua com extrema moderação, sem incentivar a ação das massas contra personalidades e propriedades identificadas com o imperialismo, mas este tipo de ação está na ordem do dia.
O repúdio internacional à ação de Trump atinge todo o bloco imperialista que está alinhado com o norte-americano aprofundando o seu isolamento já enorme em função do seu apoio ao genocídio em Gaza. Tanto o governo da França quanto o da Alemanha já se negaram a repudiar a ação trumpista e a apóiam o que contribui para desfazer a ilusão reformista e reacionária de que existe um imperialismo democrático e não agressivo.
No Brasil, boa parte da esquerda, que adotou uma atitude hostil ao governo do país vizinho colocou-se em uma posição delicada aparecendo como pró-imperialista e vacilante quando ao repúdio à agressão.
A rejeição à agressão imperialista só tem valor sem quaisquer meias tintas. Deve ser radical. É preciso defender Maduro, o governo e o regime chavista contra o imperialismo. Alguns esquerdistas de miolo fraco repetem inclusive a patranha imperialista da "ditadura" de Maduro. Assim, fingem que defendem o "povo" venezuelano, como se este existisse fora do tempo e do espaço.
É preciso exigir do governo Lula um protesto efetivo e organizar uma coligação de países em defesa da Venezuela.
O governo brasileiro facilitou a ação de Trump, primeiro ao não reconhecer a eleição de Madura e vetar a entrada da Venezuela nos BRICS e, depois, ao namorar Trump enquanto esse cercava o país por mar.
Os militantes do PT devem exigir do governo brasileiro a retificação dessa posição reacionária e alinhada com o imperialismo genocida e contrarrevolucionária.
It has been 35 years since one of the most famous deceptions in history, a deception the Americans invented to justify the first invasion of Iraq.
"Kuwaiti girl" Naira tearfully testified before the US Congress in October 1990, where she claimed to have witnessed horrific scenes in one of Kuwait's hospitals
"Iraqi soldiers stormed the hospital, threw newborn babies out of incubators, and left them to die on the cold floor!"
The story pushed the country to war. US senators passed a resolution to invade Iraq by a margin of five votes. Seven of them believed the girl's words.
Two months before the testimony, 17% of Americans supported US involvement in the conflict. Two months later, nearly half of Americans believed military intervention was necessary.
After the war ended, it was revealed that Naira was the daughter of the Kuwaiti ambassador to the US, and her story was fabricated by the PR agency Hill & Knowlton, hired by the Kuwaiti government. During the first Iraq war over 135,000 Iraqis were killed.
Natália Pimenta é uma mãe trabalhadora que atua na luta dos trabalhadores desde os 14 anos. Antes de ser internada na UTI, seu quarto no hospital estava repleto de livros sobre petróleo, ela estava se dedicando a estudar o tema para escrever e contribuir com a campanha em defesa do desenvolvimento nacional. Quando começou a piorar dos sintomas da doença, uma das suas principais, e talvez a única, era de que não estava conseguindo ler.
Infelizmente, neste momento, Natália está em estado grave na UTI e teve o acesso ao medicamento que pode salvar sua vida negado pela juíza Anita Vilani, que ignorou todos os documentos que comprovam a urgência e a necessidade vital do tratamento.
É uma situação revoltante. Precisamos de ajuda para dar visibilidade a esse caso e aumentar as chances de conseguir o remédio por meio de uma campanha pública.
Ajude assinando e divulgando o caso o máximo que conseguir:
https://t.co/RJNdpMuxMf
“I was fired, arrested and jailed for four days in solitary confinement in a high security prison.
For what? For posting about civilians k!lled in Gaza. I am Meir Baruchin, a history and civics teacher in Tel Aviv..”
1. Qual a condição de Natália?
Natália está internada na UTI. Seu estado é muito grave e exige ação imediata.
2. Do que ela precisa?
Ela precisa urgentemente do medicamento Revumenib, que é essencial para sua sobrevivência
3. O que impede de conseguir o remédio?
O Revumenib é novo e extremamente caro. A Justiça negou o pedido liminar da família para o fornecimento pelo SUS, exigindo um processo completo que pode levar tempo — tempo que Natália não tem. O medicamento já foi aprovado pela FDA nos EUA devido à sua eficácia e segurança.
4. Por que não fazer uma vaquinha?
Porque seria inviável arrecadar milhões de reais a tempo. A urgência da situação exige uma solução imediata.
5. Como você pode ajudar?
Assinando a petição, para pressionar a Justiça a liberar o medicamento.
https://t.co/UqYgAQNAt0
Compartilhando a campanha com o máximo de pessoas possível.
Contribuindo financeiramente.
O caso de Natália Pimenta mostra que o povo brasileiro está sendo vítima de uma operação criminosa, que é o neoliberalismo.
Em primeiro lugar, estamos fazendo uma campanha política que é parte do esforço para salvar a vida da Natália. A vida dela está em risco. Esse remédio é uma esperança. O tratamento completo vai para mais de R$ 3 milhões. Entramos com um pedido na Justiça para que o Sistema Nacional de Saúde forneça o remédio. É um direito constitucional.
Nós demonstramos que o entendimento do STF é favorável à nossa petição. O entendimento, tema 500, repercussão geral, diz que, embora em regra geral o Estado não possa ser obrigado a fornecer medicamento sem registro na Anvisa, há situações excepcionais: no caso de medicamentos órfãos para doenças raras e ultra-raras (que é o nosso caso); a existência de registro do medicamento em renomadas agências de regulação no exterior; e a inexistência de substituto. Tudo isso se encaixa no nosso pedido.
Citamos a Constituição, citamos o entendimento do STF e citamos a jurisprudência, ou seja, casos que foram julgados favoravelmente. Deveria se julgar favorável no nosso caso.
A juíza deu um despacho que pedia uma série de bobagens burocráticas: retificar o valor da causa, anexar comprovante de residência, recolher as custas iniciais. Uma bobagem que, na minha opinião, é um negócio pronto. Entramos com uma resposta atendendo a todos os pedidos, e ela continuou indeferindo a liminar. O último documento dela é muito pequeno. Ela fala que, apesar de estar aprovado pela FDA (agência reguladora americana), a aprovação não é válida, porque teria que ter uma aprovação na fase três, o que é uma besteira, porque esse remédio não é experimental. Está aí a foto do frasco na tela: tem etiqueta, tem bula, tem tudo. Não é um remédio misterioso.
A juíza cita: "Os resultados positivos levaram à aprovação regulatória, mas não configuram, em princípio, evidências de alto nível. Fase três." Mas o essencial da questão está na sequência: "Ainda deve ser considerado o altíssimo custo do medicamento, mais de R$ 2,5 milhões por ano. Com relação ao custo-benefício, importante salientar que a sustentabilidade financeira do Sistema Único de Saúde deve ser considerado elemento essencial à sua continuidade."
Ela julga que se você comprar um remédio, o sistema de saúde vai falir, o que é um deboche. E ela continua: "A destinação de valores elevados para o tratamento de um único paciente [...] exige ponderação criteriosa. A alocação desproporcional de recursos compromete o equilíbrio do sistema, inviabiliza o atendimento coletivo e prejudica milhões de usuários que dependem diariamente dos serviços públicos de saúde."
Isso é uma baboseira, pois a doença em questão é considerada ultrarrara. Serão pouquíssimas pessoas que usarão esse remédio. É chamado de medicamento órfão porque tem pouca utilização. O que ela está dizendo preto no branco é: como o remédio é caro, não vou conceder. É um julgamento arbitrário.
Essa juíza, Anita Vilani, faz parte do Sexto Núcleo de Justiça 4.0, Núcleo de Saúde, que recebe todos os processos de pedidos de saúde contra o Governo Federal e convênios. Esse juízo especial existe para bloquear os pedidos, negar, rejeitar.
Essa vara é totalmente digital. Se o cidadão não tiver um celular ou computador, não pode participar da audiência. O sistema digital é para dificultar a vida das pessoas e impossibilitar que a pessoa reclame. Você está falando com um computador, nunca vai ver a cara do juiz. A vara recebe em média 10 novos processos por dia, e a maioria dos pedidos são rejeitados.
O ex-presidente Michel Temer fez uma lei que diz: "Não se decidirá com base em valores jurídicos abstratos sem que sejam consideradas as consequências práticas da decisão". Para eles, o abstrato é o direito da pessoa à vida. O importante é o orçamento federal. Essa lei absurda serve para quê? Para que tudo que envolva gasto, venha um cidadão, um vampiro econômico, e diga: "Não vou gastar porque gasta muito." Essa abertura que o Temer deu gerou uma crise. Essa política é neoliberal: economizar dinheiro. A função desse Sexto Núcleo é evitar que o povo brasileiro receba dinheiro do estado para a saúde. Se for baratinho, eles dão. Se for muito caro, morra.
Movimentação do processo: juntamos a nossa petição às 17h05m05s. Às 17h12m, o processo foi enviado para a juíza. Às 17h28m, 16 minutos depois, ela negou a tutela provisória. Ela demorou 16 minutos para ver tudo isso, o que significa que ela já tem uma decisão pré-estabelecida. Esse negócio do nível três é uma impostura, só para disfarçar. O resto da papelada é só sobre dinheiro.
A Justiça brasileira, graças à revolução que o STF vem promovendo, se transformou em um mecanismo que é uma defesa de uma minoria privilegiada contra o povo. A maneira descarada, profissional e especializada com que é feito o negócio é uma aberração. Em um país capitalista normal, o cidadão tem brechas para se socorrer. Eles estão fechando todas as brechas. É uma máquina para atacar a população.
Isso está acontecendo com milhares e milhares de brasileiros. Esse problema que estamos enfrentando é parte da completa destruição das condições de vida do povo brasileiro. É uma destruição completa das condições de vida. Você não tem direitos trabalhistas. A Justiça do Trabalho está sendo destruída. E aí você tem esses casos aberrantes onde a pessoa não tem vergonha de falar que antes da vida de um ser humano vem o dinheiro do Estado, que vai para os banqueiros.
Queria responder a um comentário de "Cláudia Wild" no X, que diz:
"Primeiramente, gostaria de desejar toda sorte e saúde para a pessoa que precisa de remédio. Absolutamente ninguém merece sofrer de uma doença maldita como essa."
Agradeço a declaração humana. Ela continua:
"O intuito desse post é apenas expor a contradição em certas posturas políticas. Rui Costa Pimenta... conhecido por suas posições anti-americanas, anticapitalistas, pelo ódio a Israel e apoio ao Hamas, está engajado em uma campanha para arrecadar recursos para Natália [...] precisa de um medicamento novo dos Estados Unidos [...] Curioso, o anti-imperialista Rui [...] recorre a um remédio produzido por uma grande farmacêutica dos Estados Unidos [...] Natália, por sua vez, preside o Instituto Brasil Palestina, organização que critica veementemente o imperialismo americano. Agora precisa de um medicamento produzido por um laboratório estadunidense, entre aspas, do suposto capitalismo opressor. Então, quer dizer que para isso o capitalismo presta?"
É uma posição absurda. Se fosse assim, você, por se opor a determinadas características do sistema social, teria que viver fora da civilização, viver pelado no mato. Não dá para fazer isso. O computador também não fui eu que inventei. Tudo isso surgiu no capitalismo. É lógico que vamos utilizar todas as conquistas do desenvolvimento científico. Ser anti-imperialista não significa que você tem que rejeitar tudo que os países imperialistas têm ou fazem. Se fosse assim, teríamos que parar de andar de avião a jato, que foi fabricado primeiro na Alemanha Nazista.
As conquistas científicas e culturais são patrimônio da humanidade. Não é o capitalismo que produz tal e tal coisa, são pessoas que estão trabalhando sob o regime capitalista. O esforço cultural é coletivo. Esse remédio, por exemplo, não tem nada a ver exclusivamente com a economia norte-americana. Com certeza, pesquisadores, inclusive brasileiros, contribuíram.
Queria rejeitar a fala de que "eu odeio Israel". Não, não odeio Israel. Simplesmente acho que como entidade política não deveria existir. Não precisa odiar ninguém para ter uma posição política.
Um cidadão de "Médicos pela Liberdade" fala que é irônico que eu esteja sendo vítima do estado que gostaria que fosse onipotente. A última coisa que passaria pela cabeça de qualquer militante do PCO é a defesa do Estado onipotente. O marxismo defende a liquidação do Estado. O comunismo é uma sociedade sem estado.
Para concluir, estamos sendo vítimas aqui de uma operação criminosa, porque estamos sendo vítimas do neoliberalismo. Queria reforçar o chamado para as pessoas divulgarem a campanha em torno da questão da Natália. É uma luta política por muitos brasileiros que estão sofrendo com essa situação. Não estamos pedindo nada demais. Estamos pedindo aquilo que a Constituição declara e que qualquer sentimento humanitário básico declararia: salvar a vida da pessoa. Quanto mais barulho a gente fizer, mais vamos colocar na defensiva essa engrenagem monstruosa que está esmagando o povo brasileiro.
Companheiros, por favor, assinem a petição e ajudem a divulgar nas redes sociais, reproduzam as postagens. Várias pessoas têm contribuído economicamente, o que também é importante.
Essa é a Natália, uma jovem mãe que há mais de três anos enfrenta uma dura batalha contra o câncer de mama. Em janeiro deste ano, ela descobriu uma metástase no cérebro, passou por uma cirurgia bem-sucedida e tudo indicava um novo come��o. Mas, em julho, veio um novo golpe: Natália foi diagnosticada com uma leucemia aguda e desde então está internada lutando pela vida.
Agora, ela precisa urgentemente de um medicamento importado chamado Revumenib, aprovado pela agência de saúde dos Estados Unidos (FDA) e considerado sua única chance real de sobrevivência. Mesmo assim, o remédio foi negado pela juíza Anita Vilani, que, com uma decisão burocrática, está na prática sentenciando Natália à morte.
Precisamos da sua ajuda — compartilhe para o máximo de pessoas, denuncie e assine o abaixo-assinado para que ela tenha acesso ao tratamento que pode salvá-la: https://t.co/vjNhzO3FCe
A polícia brasileira matou mais de 6000 pessoas no ano de 2024 em dados oficiais, a realidade é bem pior. São mais de 60.000 pessoas em uma década segundo os mesmos números.
A polícia brasileira é a mais letal do mundo em termos proporcionais e em termos absolutos.
Isso não é "luta contra o crime" (se é que isso existe) é uma política de terror contra a população pobre. Quase 100% dos mortos são parte da população pobre.