"Eu assisti ao jogo do Brasil e me dá vontade de vomitar."
"O Neymar com 35 anos entra em campo e cria algo. Ele não joga futebol tem 5 anos. E os outros, o que estão fazendo?”
“Onde estão aqueles jogadores brasileiros com uma técnica tão grande? Por que o foco é no Neymar?”
- Djorkaeff, Campeão do Mundo com a França.
A imensa maioria das críticas à Copa parece vir de pessoas que amam odiar os EUA - e, agindo assim, perdem ótima oportunidade de aprender sobre muitos aspectos positivos do país. Será que tais critérios rígidos seriam aplicados se fossem outros países envolvidos?
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Em 2011, a estatal organizou o Manual de Jornalismo para definir diretrizes éticas e técnicas na produção e prometeu programação plural, imparcial e independente, com normas disponibilizadas online. A promessa não foi cumprida. Para esta reportagem, consultei os principais parlamentares da oposição para saber se já foram convidados para participar do Sem Censura. Todos, sem exceção, afirmaram que não receberam qualquer convite. Procurada, a EBC optou pelo silêncio, ignorando as insistentes perguntas sobre os motivos de sua flagrante parcialidade que contraria frontalmente o princípio de pluralidade prometido nos documentos institucionais da EBC e na própria lei de criação da empresa. Gostou? Comente, curta e compartilhe! Para ver a reportagem completa, clique aqui: TV Lula: Como a EBC virou o melhor emprego do Brasil: https://t.co/KVN6YKRcjf
Carta Aberta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
28 de fevereiro de 2026
Presidente Lula (@LulaOficial),
A recente nota do Ministério das Relações Exteriores (@ItamaratyGovBr) condenando ataques contra o Irã não é apenas um posicionamento diplomático circunstancial. Ela expõe um padrão. Mais precisamente, o seu.
E padrões importam.
Em 1979, em entrevista à revista Playboy, o senhor não foi provocado a comentar Adolf Hitler. O senhor próprio trouxe o nome. Disse que, embora “errado”, ele tinha “aquilo que eu admiro num homem: o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”. Na mesma resposta, citou o aiatolá Ali Khamenei, Fidel Castro e outros líderes autoritários como exemplos de dedicação.
O senhor fez a ressalva de que não concordava com a ideologia.
Mas, passados 47 anos, essa ressalva perde força diante dos fatos. Quando escolhas diplomáticas reiteradas caminham na mesma direção daqueles exemplos citados no passado, a distinção entre “não concordar com a ideologia” e manter alinhamentos políticos concretos torna-se, na prática, difícil de sustentar.
Alinhamento não é apenas concordância ideológica explícita. É também escolha de referência. Escolha de exemplo. Decisão sobre quem simboliza virtude política.
Quando se apontam líderes autoritários como modelos de “determinação”, a mensagem não é neutra. A determinação, nesses regimes, não é qualidade abstrata: é o mecanismo pelo qual se impõem revoluções, se consolidam ditaduras e se silenciam dissidentes.
E havia — e há — exemplos do outro lado. Democratas que transformaram seus países com firmeza sem destruir instituições. Determinação não é monopólio de regimes totalitários.
Em 1979, o Irã vivia a consolidação de uma revolução teocrática que hoje, 47 anos depois, vemos contestada nas ruas por mulheres, jovens e opositores que arriscam a vida. Ainda assim, naquele momento, o senhor mencionava com admiração a liderança que simbolizava aquele novo regime.
Quase meio século se passou.
Hoje, novamente no exercício da Presidência, o senhor mantém relações próximas com o Irã, envia autoridades de alto escalão a Teerã, sustenta diálogo político frequente e, diante de uma escalada regional que envolve diretamente o financiamento iraniano a organizações como Hamas e Hezbollah, emite uma nota que condena reações sem contextualizar a origem estrutural da agressão.
É impossível não perceber a continuidade.
O discurso pode ter mudado de tom. A lógica permanece.
O Irã reprime brutalmente seu povo, persegue mulheres por desafiarem imposições religiosas, executa opositores e financia grupos que operam deliberadamente contra civis. Ignorar esse contexto ao condenar ações militares não é neutralidade diplomática — é escolha política.
O senhor afirmou, em 1979, que não admirava ideologias, mas a determinação. No entanto, quando a diplomacia brasileira se aproxima reiteradamente de regimes autoritários, relativiza suas práticas e emite notas que omitem o contexto estrutural das agressões que promovem, a antiga ressalva deixa de ser convincente.
A determinação de líderes autoritários não é virtude isolada; é a força que sustenta estruturas de opressão. Reconhecê-la como qualidade admirável, ainda que com ressalvas, transmite uma mensagem inequívoca.
Hoje, 47 anos depois daquela entrevista, ao observar sua política externa e a nota oficial emitida pelo Brasil, a sensação é de que pouco mudou na forma como o senhor enxerga regimes que se colocam contra democracias liberais.
A história oferece oportunidades de revisão. De amadurecimento. De ruptura com referências equivocadas.
O Brasil merece uma política externa que não apenas condene formalmente a violência, mas que reconheça com clareza quem a fomenta sistematicamente.
Neutralidade seletiva é posicionamento.
E posicionamentos revelam convicções, Presidente.
@slagospeed@thiagoalvescar Que bacana ver essa msg @slagospeed , por isso assisto nos dois canais. Abraço e força pra todos que fazem de tudo pelo crescimento da categoria no Brasil
@AlbertoMaiaf Monte de moleque despreparado da base no time, monte de reforços ruins, treinador ridículo, diretoria fraca nos bastidores chorando no Twitter e conselho "vendido", daí a culpa é do carecaquinha com a camisa do remo no var. 👍 Querido Deus, ajuda
⚠️ POLÊMICA: Imagens da cidade gaúcha Gramado viralizam na web e causam debate acalorado nas redes. "Prefiro Belém, lá tem muito mais democracia" diz leitor.
Another brilliant Brazilian GP. Love that track. Brazilians love their F1 too. But just amazing from Max. A Sennaesque drive from the Pit Lane. Puncture. 4 stops. Passes. Senna would have loved that drive and that race today. And Antonelli has arrived. 19 yrs young. Wow! Imagine.
Que o Brasil siga o exemplo.
O debate político só será viável quando tratarem comunismo (e seus braços como antifa e outras viadagens) como terrorismo também.
Em uma sociedade justa, o comunista deveria ser perseguido, hostilizado e criminalizado como nazistas.